Dido é atormentada pelos fantasmas de seus ex-namorados com danças em clipe de "End Of Night"

por Léo Balducci

Trazendo o repertório de “Girl Who Got Away” depois de uma seca de 4 anos, Dido já divulgou o clipe para “End Of Night”, segundo single do álbum que marca um novo segmento de seu uso de batidas. Aperfeiçoando mais a música ao vídeo, ela combinou o ritmo com o desenrolar das cenas sendo exibidas e assim conseguiu um trabalho muito bem explorado.

Do que seria o clipe sem a direção de Liz Adams e Debbie Scanlan (De La Muerte)? Pois bem, dá pra perceber que nem deitada numa cama daquelas os pesadelos com os ex-namorados param, afinal ninguém quer acordar e dar de cara com um ex que é um fantasma-quase-morto. Abusando dos longos cabelinhos, ela vai caminhando (pode abrir que o bonde chegou) e além de seus exs aparecerem, também surge um monte de bailarinas (muito bem treinadas), que começam a fechar ela numa roda (macumba? Não, é só um círculo de dança para um clipe mesmo). E olha que o que mais assusta nem é a cara pintando metade caveira do povo! Embora fosse tudo na adaptação, isso não é nada que Dido não resolva com sua voz num fim de noite macabro.

Veja o clipe (e para quem achava que ela estava na pior, focaliza só na mansão):



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Union J se prepara para ser show de festa em clipe de "Carry You"

por Léo Balducci

Embora muitos os tenham comparado como uma junção de One Direction e The Wanted à lá Backstreet Boys, os garotos do Union J continuam sua busca por formar uma identidade na indústria musical, na qual sendo uma tarefa difícil ou não ela estão conseguindo. Como primeiro single de seu álbum de estreia, a boyband criada nos estúdios do The X Factor UK lança “Carry You”, que mostra um desempenho bem melhor do que a maioria das sonoridades do gênero de grupo.

Para divulgar ainda mais, acaba de ser lançado o clipe da música, entrelaçando todos os integrantes de um modo mais social e simples. Durante o decorrer do vídeo, vemos Jaymi, JJ, Josh e George (quanto J!) se arrumando para algum evento que estão planejando comparecer, e como não poderia ser diferente, garotas no vídeo é o que não falta (cadê a euforia de fãs, meninas?). Além disso, podemos conhecer melhor cada um deles, afinal eles vão mostrando seus hobbies, que vão desde andar de bicicleta até pentear o cabelinho (brilhando à Bombril!). Porém o que eles querem mesmo é cantar num palco com um monte de gente gritando (ou não). Bom, se eles vão ser o grande destaque do ano não há como saber, mas enquanto esperamos podemos cantar: “I’ll Carry yoooooouuu”!

Dá uma olhada no clipe:



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Review: Gulhermo Del Toro e seu terror pertubador de "Mama"

Enquanto os estúdios abusam de filmes gravados com uma câmera de pulso, Mama prefere retornar ao gênero do terror com suas preferências habituais, usando de sustos repentinos e visuais assustadores para chamar atenção do público, sem mencionar um enredo assíduo de elementos que provocam ao mesmo tempo comoção e repulsa. Nada do que se possa descrever sobre o trabalho de Guilhermo Del Toro é suficiente para exemplificar toda a essência de suas obras, que dessa vez parte da adaptação de um curta do argentino Andrés Muschietti – que também dirige e roteiriza.

Saindo de uma zona de conforto propícia de erros, o terror começa quando duas garotas são abandonadas misteriosamente numa cabana por seu pai, que após matar sua mulher por problemas com sua empresa (dinheiro envolvido), acaba desaparecendo ou comete suicídio (ou talvez algo mais). Quando seu irmão gêmeo Lucas (Nikloaj Coster-Waldau) consegue finalmente encontrá-las depois de alguns anos, as órfãs levam consigo hábitos selvagens e totalmente desprezíveis para um convívio em sociedade. Com a ajuda de um psiquiatra, ele e sua namorada rockeira-estilo-punk Annabel (Jessica Chastain) percebem que além dos maus modos, elas também carregam uma assombração macabra descrita como Mama – que tem cuidado delas desde então. Sem saber muito como lidar com a situação, Annabel se vê envolvida numa disputa pela atenção e guarda das garotas, porém planos mais profundos e malignos talvez possam estar reservados para ela por Mama.


Por não ter como base uma sinopse convencional, o terror pode acabar até evitando certas pessoas pela astúcia como envolve sua trama, porém se faz necessário toda à criação desse universo repleto de mistérios para a representação de uma criatura que anseia por sua realidade. Provavelmente o ponto mais alto de toda a produção seja seus cenários escuros e macabros, que tem como relação à personificação vibrante e assombrosa das crianças, que por sua vez derem um dinamismo de sensações que partiam desde o desespero até a empatia – em que os estranhos desenhos possam desempenhar a parte mais repulsiva dos elementos visuais. Tratada como um conto de fadas obscuro (com direito a “Era uma vez...”), o roteiro tem uma introdução bastante satisfatória, entretanto não se pode falar o mesmo do final e de temas meramente clichês – como a incessante investigação do protagonista em busca de respostas que nem sequer são mesmo explicadas. A direção e os produtores podem até se sentir orgulhosos do filme, mas é nos efeitos especiais que o filme ganha seu verdadeiro “salve”, onde a assustadora Mama tem seu retrato (com inspirações japonesas) e contribui para os sustos de subir na cadeira e o “roer de unhas” em momentos inesperados.

Embora Mama não seja nenhuma revolução no gênero de terror, ela se mostra fiel aos adjetivos que consolidaram o tema e, mesmo que talvez o rosto de Mama não precisasse ter sido apresentado – para dar mais mistério à personagem – ou a sequência final ter sido alterada para algo mais frenético e considerado assustador, a investida em diálogos bem colocados e cenas mais apavorantes no decorrer do enredo conseguem deixar o filme com o ar “escuro” e complexo que possa definir a existência de uma Mama. Afinal, será que levamos conosco alguma Mama?




Mama
Diretor: Andrés Muschietti
País de Origem: Espanha/Canadá
Elenco: Jessica Chastain, Nikolaj Coster-Waldau, Megan Charpentier 
Distribuidora: Universal Pictures
Ano de Lançamento: 2013
Duração: 1h 40min

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Review: Não há desafios ou dores que ofusquem o poder do amor em "Um Amor para Recordar"

por Leanne Pereira

É comum nos depararmos com romances parecidos, aqueles que quando terminamos de ler parece  ter sido cópia de outros livros sempre com finais felizes. “Um amor para Recordar” é totalmente diferente de qualquer leitura que eu já tenha feito. Nicholas Sparks usou e abusou de sua criatividade numa história linda e totalmente comovente, que é capaz de fazer o leitor se apaixonar ainda nos primeiros capítulos.

Este livro fará você se emocionar com a história de Jamie Sullivan e Landon Carter, um casal que inicialmente não tem nada em comum, mas que irão descobrir o amor da maneira mais simples e improvável. Ela, filha de um pastor e muito religiosa, moça recatada, amável e adorada por toda cidade; e ele, filho de um congressista rico que vive afastado de sua família por causa do trabalho, o que para Landon foi o motivo de ter se tornado um pouco rebelde, o que não o impedia que de ser um bom garoto.

A história é narrada pelo próprio Landon, ele fala do início, de quando conheceu Jamie e como depois de tanto tempo foi capaz de se apaixonar por ela. Ainda adolescentes, mas conscientes do amor que sentia um pelo outro, Jamie e Landon irão enfrentar o peso do preconceito, da religiosidade, aprender a lidar com a doença e ainda a dor da morte e da perda, que mostrará um amadurecimento por parte dos dois, principalmente de Landon, até então um típico adolescente.

Sparks mostra neste romance que o amor pode não ser pra vida inteira, mas o quanto ele durar, pode se tornar imortal, pois alguém que é especial em certo momento em nossas vidas pode nos ensinar coisas que ficarão para sempre, mesmo não estando ao nosso lado, e que amar não é ser feliz para sempre e sim ser feliz enquanto durar, fazer pelo ser amado tudo que é possível no momento, de se emocionar quando vir os olhos de alguém brilhar pelo simples fato de estar ali, de estar sempre do lado, para segurar quando ela for cair, de sorrir mesmo com a dor dilacerando o peito. O verdadeiro amor não se ausenta, ele se apresenta. E você, é capaz de amar assim?

***** (5/5)
Título original: A Walk to Remember
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Edição: 1/2011
Páginas: 238

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Review: Dois olhares sobre "O Preço do Amanhã"

Tempo é o real dinheiro em “O Preço do Amanhã”
por Léo Balducci

Não é à toa que Hollywood tem abusado cada vez mais de premissas de ficção científica, afinal a contemporaneidade é tão cheia de podres e tragédias que qualquer produção que leve consigo o conceito da realidade tende a ser evitado – e talvez deva ser. Pensando nisso, o diretor Andrew Niccol não pensou duas vezes antes de criar seu próprio mundo em O Preço do Amanhã, onde o tempo serve como controlador de vidas (não muito diferente de agora).

Ditado por um relógio que todas as pessoas ganham ao fazer 25 anos - permitindo que não envelheçam -, a trama induz o espectador à relação de uma sociedade ambiciosa, egoísta e sem precedentes para roubar do próximo o tempo que não tem. Enquanto os ricos permanecem com seu histórico de herança, os pobres tem que aprender a lidar com os conflitos de uma vida limitada e passada pelo trabalho sem remuneração garantida e digna. Na verdade, a premissa torna-se bastante interessante ao percebermos como se encaixa precisamente no contexto da atualidade, tendo o tempo como o dinheiro que consome a população e a correria de uma grande metrópole por oportunidades de ser alguém maior, abordada no filme por quem tem coragem de desafiar o sistema ou se aproveitar dos “desmerecidos”.

Justin Timberlake vive Will Salas, um jovem “rebelde” que começa a ser perseguido por um guardião do tempo ao ser supostamente acusado de roubar – e assim matar – todo o tempo de um milionário épico. Infiltrando-se no último distrito, ele consegue até distrair a autoridade nacional, porém sequestra Sylvia Weis (Amanda Seyfried), a filha do homem mais rico do país, a fim de ter uma garantia de vida (acreditem, armas matam bem menos do que o tempo). Embora puder seguir uma reflexão mais aberta sobre o mundo em que vivemos, o longa-metragem acaba se perdendo diante de um roteiro forçado e sem nexos, onde nem atitudes e falas provocam uma expectativa mais centrada. Em contrapartida, temos uma ótima escalação de roteiro, que apesar de não conseguirem salvar a produção, fazem boa parte dos acontecimentos serem levados a sério, de um modo singelo ou irracional. A fotografia impressiona e a direção de arte são grandes aliados para a criação de cenários de uma arquitetura deslumbrante e detalhes trabalhadas minuciosamente. Trazendo ou não a melhor perspectiva de um futuro próximo, O Preço do Amanhã traça uma linha completar do que esperar - ou do que simplesmente já está acontecendo!

Distopia e Futurismo em "O Preço do Amanhã"
Você já imaginou em um futuro não tão distante o envelhecimento ser controlado para evitar a superpopulação? Ou ainda, a imortalidade ao alcance humano? É nessa perspectiva que o filme O Preço do Amanhã traz em sua sinopse esse tema, no qual a idade é limitada a vinte e cinco anos de vida. Nesse sentido, o tempo substitui o dinheiro tornando-se a principal moeda de troca para sobreviver, obter luxos e também passa a ser o alvo dos ladrões do tempo que querem viver para sempre. Assim sendo, a humanidade precisa comprar sua existência dia após dia, uma verdadeira luta de sobrevivência, na qual sobrevive o mais forte, o mais inteligente e sem dúvidas os com melhores condições financeiras, nesse caso com maior estoque de tempo. Então, não desperdice seu tempo.

O filme conta com Will Salas (Justin Timberlake) e Sylvia (Amanda Seyfried) no cast principal, ele recebe uma misteriosa doação, a partir daí passa a ser perseguido pelos guardiões do tempo por um crime que não cometeu. Enquanto, Sylvia é a mocinha clichê, rica e inconsequente, que está cansada da vida monótona que leva ao lado da família. O longa apresenta em seu enredo um tema interessante, porém, muitas vezes com cenas e diálogos forçados, tornando o filme um pouco cansativo em determinados momentos. 


O Preço do Amanhã é um filme distópico, uma vez que nos deparamos com atitudes que é contra o coletivo e o enfrentamento do sistema por Will. Por outro lado, utópico, já que Will pensava no coletivo e queria compartilhar o tempo com todos. Ainda podemos classificá-lo como uma película futurista, com a possibilidade de ser imortal mesmo sabendo que as evidências são contra, mas mesmo assim, há sempre alguém que pensa ser exceção. Finalizo com um questionamento abordado no filme: Se você tivesse muito tempo gastaria dando a outra pessoa? Como podem viver vendo as pessoas morrendo ao seu lado?





In Time
Diretor: Andrew Niccol
País de Origem: EUA
Elenco: Justin Timberlake, Amanda Seyfried, Cillian Murphy
Distribuidora: 20th Century Fox
Ano de Lançamento: 2011
Duração: 1h 49min

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Alicia Keys está bem 'Hot' no vintage em clipe de "Fire We Make", dueto com Maxwell


por Léo Balducci

Com a boa repercussão do single “Girl On Fire” (que, acreditem ou não, está até em celular de funkeiro), Alicia Keys lança nessa terça-feira (23/04) o clipe para “Fire We Make” - terceiro single do álbum que recebeu o nome de seu 1º single -, que conta também com os vocais afinadíssimos de Maxwell. O R&B bem intimista da música consegue (no estalar de dedos) condizer exatamente com o ritmo da produção audiovisual e gera essa tranquilidade e harmonia bem décadas passadas (quem não se imaginou nos anos 60 ou 70?).

Que caloooooooooor! Essa garota gosta de um fogo e é por isso que a todo o momento parece estar calor, sem ser atrevido e vulgar seu despido de vestes e o deslizar do gelo em seu corpo. New Orleans ganha vida e nos remete ao estilo vintage gravado em sépia enquanto acompanhamos os artistas, no modo sexy de ser, cantarem a música na parede em uma festinha bem animada, por sinal. A direção de Chris Robinson faz todo o diferencial quando o entre-cenas surge e exibe todos os elementos clássicos. Então pessoal, agora é esperar por uma Alicia Keys “pegando fogo” no Palco Mundo do “Rock In Rio”!

Veja o clipe (e se renda aos encantos de uma Alicia destemida, sensual e “dona” de Hotel):



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David Guetta lança um clipe para "Play Hard" só no "rebolation" (e na histórinha de danças)

por Léo Balducci

Trabalhando incessantemente na divulgação do álbum Nothing But The Beat Ultimate, David Guetta liberou nessa segunda-feira (22/04) o clipe para “Play Hard”, sua parceria com Ne-Yo e Akon. Diferente da maioria das produções vindas de DJ – incluindo ele mesmo com o mais clichê possível de bundas e praia -, ele incorpora uma espécie de entre-cenários (rola até uma tomada direta), com algumas engraçadas e outras que tentam ser (mas não conseguem, de jeito nenhum) em meio aos estilos de danças.

Embora a produção seja de Guetta, são poucas as partes em que podemos vê-lo, assim como acontece com Akon e Ne-Yo, dando espaço para aos cowboys, “strippers” e ‘donas de cada desesperadas’ que anseiam por mostrarem seu rebolado e passos bem ensaiados à lá cultura latina – mas puxada para a mexicana. Enquanto o vídeo é até legalzinho – para alguns e desprezivelmente horrível para outros -, quem perde mesmo é a música, que não passa de uma reciclagem dos trabalhos do DJ, num sample com a faixa “Better Off Alone” de Alice DeeJay, com um refrão que só sabe se repetir (e lá vem aquela ladainha de dizerem ‘o disco enroscou’). Não é nada de novo, nada de estilizado e nada de referencial, mas para que serve David Guetta além de fazer músicas remixadas e clipes exóticos e confusos?! Pelo menos, dá pra dançar (pergunta lá pro garotinho, pra você ver!).

Dá uma olhada (nesse jogo duro):



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Ciara toda trabalhada no sexy em clipe de "Body Party"

por Léo Balducci

Agora administrada pela Epic Records, Ciara começa os preparativos para seu retorno à música com o single “Body Party”, que ganhou clipe na tarde dessa segunda-feira (22/04). Fazendo o bom uso de seu R&B mais gingado, a cantora dá sinais de coisas boas vindo para seu novo álbum auto-intulado e promete deixar que suas raízes falem por si mesma.

A produção áudio visual da música mostra uma Ciara bem sensual dançando e rebolando (pra quem quiser ver!) num fundo cinzento enquanto luzes tentam flagrar as curvas de seu corpo. Além disso, podemos vê-la dando um show de coreografia na festa dos “manos” de azaração, onde desperta o interesse de um cara que parece saber jogar umas boas “cantadas” - que ganha um strip-tease básico em seus sonhos, para variar.  Com uma produção simples, Ciara conseguiu mostrar seu estilo, sua música e – seu corpo – ainda idealizar a faixa (com uma pegada bem condizente com o antigo, mas nem tão antigo assim, R&B aliado à produção de hoje em dia) na direção do Director X – que costuma fazer alguma lambanças em seus vídeos.

Veja o clipe (e a cinturinha) de Ciara:



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SAGAS: Homem de Ferro


Marcando a primeira fase geradora dos Super-Heróis mais famosos do Planeta, a Marvel não somente se nega a deixar que qualquer outro estúdio interfira em suas novas produções, como também saber persuadir distribuidoras para contribuir com alguns milhões. E é assim que nasce a produção cinematográfica de Homem de Ferro, um dos grandes anseios dos fãs das HQs e a criação de um mundo personificado pela indústria em função dos personagens. Aqui não vemos mais um filme de um cara que ganha super poderes, mas sim o inigualável enredo em que ele passa a conquistar seu lugar como uma importante peça de algo muito maior relacionado aos quadrinhos.

Toda a trama surge quando somos introduzidos ao arrogante (para alguns) e brilhante (para outros) Tony Stark (Robert Downey Jr.), conhecido mais por ser o herdeiro – e assim proprietário – de uma empresa bilionária de instrumentos bélicos. Quando é inevitavelmente sequestrado por um grupo de terroristas do Irã numa viagem de negócios, acaba sendo pressionado a construir uma perigosa e poderosa arma (míssel destruidor), porém resolve enganar a todos ao fazer uma incrível armadura de tecnologia de ponta para conseguir escapar de seu cativeiro. A partir daí, ele começa a desenvolver essa ideia e personalizá-la conforme o que deseja, criando assim um alter-ego seu, que possa, acima de tudo, deixá-lo ainda mais convencido (no sentido de adjetivo).


São extremamente perceptíveis os modos como os roteiristas trabalham muito bem em cima da personalidade de Stark, incluindo ao personagem relações de seu egocentrismo exagerado unido ao herói irrefutavelmente alvo de seus interesses pessoais. Outro ponto positivo da produção são seus efeitos especiais, que são imensamente grandiosos e trazem para as telas toda a realidade sendo retratada na trama – condizendo com o centro da estrutura da Marvel Studios. Além disso, temos a introdução da S.H.I.E.L.D. (que ganha plataforma de significado em português), a organização secreta do governo que começa a ser um relevante elemento para o futuro das conexões dos Heróis da empresa de quadrinhos (e agora de cinema). Vale ressaltar a grande contribuição de Downey para Tony Stark, partindo desde seu lado cômico até a interpretação mais madura (e às vezes, até insensível). Méritos também a Gwyneth Paltrow e Terrence Howard, provando uma escalação propícia vinda do diretor Jon Favreau – que desempenha aqui um trabalho até certo ponto impecável.

Trata-se apenas do primeiro capítulo de um dos heróis mais cobiçados da grande dos HQs, atribuindo mais uma trama existencial do que precisamente cenas somente de ação e combate aos crimes impunes (que parece não ser dos primórdios de Stark). É oportuno reconhecer que o caminho daqui para frente para o bilionário não seja assim mais tão fácil (ou algo que o dinheiro possa comprar)!



Iron Man
Diretor: Jon Favreau
País de Origem: EUA
Elenco: Robert Downey Jr., Terrence Howard, Gwyneth Paltrow
Distribuidora: Paramount Pictures/Marvel
Ano de Lançamento: 2008
Duração: 2h 06min

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Indicados ao "Billboard Music Awards 2013"

por Léo Balducci

Se você acha que a temporada acabou, está muito enganado, pois ainda há muitos quilômetros de “red carpets” para os artistas percorrerem! Uma delas é o do “Billboard Music Awards 2013”, que acaba de ter seus indicados divulgados nessa segunda-feira (22/04).

Que dominou as indicações foram Taylor Swift e as bandas Fun. e Maroon 5, acumulando um total de 11 chances de saírem vitoriosos na noite – dentre elas, Taylor e o grupo de Adam Levine disputam o prêmio de “Top Artist”. Na sequência, temos Rihanna (10 indicações), One Direction (9 indicações) e Carly Rae Jepsen (8 indicações). Vale ressaltar que as performances também devem começar a ser anunciadas em breve. Confira a lista:



TOP ARTIST

Justin Bieber

Maroon 5

One Direction
Rihanna
Taylor Swift


TOP HOT 100 SONG
Fun. – “Some Nights”

Gotye feat. Kimbra – “Somebody That I Used To Know”

Carly Rae Jepsen – “Call Me Maybe”

Maroon 5 – “One More Night”

Maroon 5 feat Wiz Khalifa – “Payphone”


TOP BILLBOARD 200 ALBUM
Adele – “21”

Mumford & Sons – “Babel”

One Direction – “Take Me Home”

One Direction – “Up All Night”

Taylor Swift – “Red”


TOP DUO/GROUP
Coldplay

Fun.

Maroon 5

Mumford & Sons

One Direction


TOP NEW ARTIST
Gotye

Carly Rae Jepsen

The Lumineers

One Direction

PSY


TOP MALE ARTIST
Jason Aldean

Justin Bieber

Drake

Flo Rida

Bruno Mars


TOP FEMALE ARTIST
Adele

Carly Rae Jepsen

Nicki Minaj

Rihanna

Taylor Swift


TOP HOT 100 ARTIST
Flo Rida

Fun.

Maroon 5

Rihanna

Taylor Swift


TOP BILLBOARD 200 ARTIST
Adele

Justin Bieber

Mumford & Sons

One Direction

Taylor Swift


TOP DIGITAL SONGS ARTIST
Flo Rida

Fun.

Carly Rae Jepsen

Maroon 5

Taylor Swift


TOP RADIO SONGS ARTIST
Flo Rida

Fun.

Maroon 5

Nicki Minaj

Rihanna


TOP SOCIAL ARTIST
Justin Bieber

One Direction

Katy Perry

Rihanna

Taylor Swift


TOP POP ARTIST
Adele

Justin Bieber

Maroon 5

Bruno Mars

One Direction


TOP POP ALBUM
Adele – “21”

Maroon 5 – “Overexposed”

One Direction – “Take Me Home”

One Direction – “Up All Night”

Justin Bieber – “Believe”


TOP DIGITAL SONG
Fun.f eat. Janelle Monáe – “We Are Young”

Gotye feat. Kimbra – “Somebody That I Used To Know”

Carly Rae Jepsen – “Call Me Maybe”

Macklemore & Ryan Lewis feat. Wanz – “Thrift Shop”

Maroon 5 feat. Wiz Khalifa – “Payphone”


TOP RADIO SONG
Gotye feat. Kimbra – “Somebody That I Used To Know”

Carly Rae Jepsen – “Call Me Maybe”

Maroon 5 – “One More Night”

Maroon 5 feat. Wiz Khalifa – “Payphone”

Bruno Mars – “Locked Out Of Heaven”


TOP POP SONG
Ellie Goulding – “Lights”

Carly Rae Jepsen – “Call Me Maybe”

Maroon 5 – “One More Night”

Maroon 5 feat. Wiz Khalifa – “Payphone”

Bruno Mars – “Locked Out Of Heaven”

Para conferir a lista na íntegra, clique aqui. O evento acontece dia 19 de Maio e será transmitido pelo canal ABC (EUA).

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Jogo rápido entre filmes: V de Vingança e A Dama de Ferro


Até onde vai a força de um povo na luta contra um governo conservador e um regime totalitário? Nesse cenário emerge o filme V de Vingança, trazendo como protagonista um homem mascarado, conhecido pelo codinome V (Hugo Weaving), que é extremamente carismático e habilidoso no combate a destruição. V contará com a ajuda de Evey (Natalie Portman), para auxiliá-lo a convencer seus compatriotas a se rebelar contra a tirania e a opressão do governo inglês. Por outro lado, o filme A Dama de Ferro destaca o neoliberalismo e o conservadorismo exacerbado do governo da primeira ministra inglesa Margaret Thatcher. Sendo assim, faz-se um jogo rápido entre os longas metragens: V de Vingança e A Dama de Ferro.

V de Vingança lutava pela retidão, justiça, liberdades, essa luta não era no sentido figurado da palavra, mas sim como uma perspectiva anarquista. Para V, o poder dos símbolos vem das pessoas, pois os símbolos sozinhos não tem nenhum sentido. Assim sendo, o prédio Parlamentar para ele não tinha nenhuma função ou significado. Entretanto, o governo conservador tem como características básicas ser religioso, ser membro do partido, ele é focado no que quer e não liga para processos políticos. O intuito dele é o poder, quanto mais ele tem, mais o torna fanático e mais agressivo ficam seus partidários. Um exemplo disso foi durante a recessão econômica causada pela crise do petróleo no fim da década de 70, a líder política Margaret Thatcher tomou medidas impopulares, visando a recuperação do país. Seu grande teste, entretanto, foi quando o Reino Unido entrou em conflito com a Argentina na conhecida e polêmica Guerra das Malvinas.


Os dois filmes contam com grande elenco. Meryl Streep, como sempre impecável em suas atuações, dessa vez ela deu show de interpretação como a primeira-ministra Margaret Thatcher em A Dama de FerroHugo Weaving e Natalie Portman também se saíram muito bem no filme V de Vingança, embora eu tenha visto um pouco do Zorro na composição de V criada por Hugo Weaving.

As atitudes de V eram aparentemente sem consciência. Para ele, os fins sempre iriam justificar os meios, e é ele que sugere que o alvo não deva ser um inimigo do país, mas sim o próprio país. Por outro lado, os conservadores contavam com uma mídia alienada, que alimentava o medo e o pânico se espalhava rapidamente fragmentando e dividindo o país. Dessa maneira, o medo era a principal arma usada pelo governo para “persuadir” a população a ficar do seu lado, uma vez que o governo quer um povo submisso. Entretanto deveria ser o contrário, pois o governo está a serviço do povo e não o povo a serviço do governo.

Diante disso, os filmes V de Vingança e A Dama de Ferro trazem suas diferenças e aproximações, sendo V de Vingança anarquista, contra as leis opressoras e muitas vezes ditador de um governo. Já A Dama de Ferro defende seu ponto de vista de um governo conservador, opressor e fanático. Uma coisa é certa: os ingleses jamais irão esquecer a conspiração da pólvora de 5 de Novembro e os argentinos nunca irão esquecer o ataque as Ilhas Malvinas pelo governo inglês liderado por Margaret Thatcher.



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Review: Paramore ressurge de si mesmo no repertório de seu álbum auto-intitulado


Não é de hoje que o Paramore é tão reconhecido por seu repertório altamente autoral e singelo, na verdade, a banda prefere manter o pessoal propositadamente estampado em suas coleções de obras sonoras que possam dar todos os sentimentos necessários para ser um trabalho para ser compartilhado. Agora com o álbum auto-intulado lançado dia 9 de Abril (isso mesmo, estamos atrasados – mas pelo menos veio), sem os irmãos Farro, a banda tenta traçar sua nova perspectiva, porém mantendo um pouco da personalidade dos discos anteriores.

Paramore não é mais um álbum de rock alternativo-pop, mas sim um exemplo de que - o cabelo da Hayley é melhor ruivo - boas batidas vindas da real bateria e uma guitarra precisamente afinada ainda são fundamentais para a criação de músicas de qualidade. Movido pelos interludes Moving OnHoliday e I’m Not Angry Anymore, sabemos que eles queriam que ouvíssemos o álbum por inteiro sem mudança de faixas (#aleatórioxatiado), o que é muito bom para entendermos melhor a descrição de cada música. Bom, partindo da seleção, o álbum abre com a curtida de Fast In My Car, que consegue muito bem captar a essência da banda e trazer uma melodia muito bem arquejada nas cordas da guitarra. Na sequência, temos Now (carro-chefe) e Grow Up, que além de darem aquela “guinada” para a liberdade, deixam claro que o futuro é incerto e cabe a nós seguir no embalo de nossos sonhos (mensagem da Hayley ou seria mesmo do Jeremy e Taylor?). Fechando a 1ª parte, temos Daydreaming, um dos grandes acertos para o repertório (sonhos e sonhos, mudanças à parte).



Indo pra Fase 2, temos uma alteração de sonoridade, em que a guitarra ganha mais espaço e a bateria vira um completo (muito bom por sinal, de Ilan Rubin). Os vocais de Hayley seguem no ritmo da vivência da vida adulta em Ain’t It Fun (então, Don't go crying to your mama /'Cause you're on your own in the real world). Como não podia ser diferente, Part II se destaca nessa parte, onde, diga-se de passagem, Let The Flames Begin do álbum Riot! mandou lembranças. Enquanto isso, Last Hope surge no melhor momento para fazer essa exemplificação, fazendo uso de um refrão que fica na mente por horas (Emoções a mil). Still Into You é na vibe de curtição que nos faz gostar do Paramore e, sem dúvidas, a mais chiclete. O feriado chegou (Interlúdio #3), Proof e as baladinhas Hate To See Your Heart Break e (One of Those) Crazy Girls se tornam rapidamente nossas queridas e mostram um desempenho mais vazado da banda, apresentando uma identidade pop (com as pegadas rock de sempre) e repartições mais arriscadas para a banda. E quem aí não sentiu o Paramore dos “velhos tempos pesados” em Be Alone? Pois bem, essa última parte resume ao mesmo tempo as confianças e as incertezas, tendo Future como o encerramento mais imprevisto, pois afinal não termina nada, somente imprime a condição de que nada tem um fim definitivo – e podemos viajar de olhos fechados enquanto ouvimos seu prelúdio – em quase 8 incríveis e inigualáveis minutos.

Se alguém cismava que o Paramore não conseguiria se reafirmar diante de sua "desestruturação" de integrantes, se enganou e muito! Nada é evidente no álbum, porém temos a atribuição do sentido exato para condizer com os pensamentos e reflexões de Hayley, Jeremy e Taylor durante temas de liberdade, expressão, diversão e auto-conhecimento. Renascimento pode até não ser a melhor palavra do Paramore, mas não há como negar que é uma nova visão de sua busca!



Artista: Paramore
Álbum: Paramore
Lançamento: 9 de Abril de 2013
Selo: Fueled by Ramen/Warner
Produção: Justin Meldal-Johnsen, Ken Andrews
Duração: 1h 
Gênero: Rock/Alternativo


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