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Com cenas de performances, Taylor Swift está mais vermelha do que nunca em clipe de "Red"

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Depois de deixar sua criança solta no clipe de Everything Has Changed, Taylor Swift mostra as caras novamente e traz o clipe todo pregado no vermelho de Red (que se mistura com o azul e forma aquele roxo de chupão). Sem investir em nada sólido, temos cenas simplesmente da cantora nos shows da Red Tour e também de algumas apresentações que fez em premiações (para deixar as inimigas com inveja).

Para quem gosta da música, não tem como ficar menos decepcionado ao saber que ela só investirá mesmo nela como apenas single nas rádios country – e sem um clipe digno. De qualquer forma, pelo menos temos uma Sulfite “bate-cabelo” tocando piano e ralando a ponta dos dedos em sua guitarra (feat. Violão) enquanto se entrelaça em uns panos vermelhos ‘muy locos’.

Confira o clipe ( e veja como Taylorzinha distribui seu vermelho):



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Review: Taylor Swift é a garota que muda, causa e se decepciona com seu namorado problemático em clipe de "I Knew You Were Trouble."

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por Léo Balducci

Aquela típica frase “Não mude por ninguém” começa a fazer todo sentido quando assistimos ao clipe “I Knew You Were Trouble”. Dessa vez, Taylor Swift não busca apenas representar a vida amorosa dela como também contar uma história, toda baseada nas aventuras que vivenciou com um dos caras com que namorou - alguém duvida que seja verdade? Pois ela parece ser bastante sincera na música.

Quando ouvia o single, sempre imaginei um clipe meio alegre, como se ela estivesse jogando na cara do ex que sabia que ele era problema, mas mesmo quis curtir para ver no que ia dar e agora descobriu quem realmente é, mas ela conseguiu dar uma boa reviravolta nesse conceito. Com uma ótima fotografia, Tay nos apresenta um clipe bem diferente do que costuma a fazer, incluindo cenas no meio do nada e até mesmo curtindo loucamente a balada.


Como sempre num desastre amoroso, o clipe é um arranjo muito bem colocado na letra da música que condiz perfeitamente com a qualidade do ritmo eletro-pop. O clipe tenta ocasionar momentos em que ela percebe que seu namorado é um problema como nas cenas do show de rock, da briguinha (que ele chega até mesmo a rir) no bar e do desespero dele ao ver um carro da polícia. Apesar disso, vemos uma junção de cenas em que ela aparece abraçada, conversando ou beijando-o, evidenciando o fato de que ela gosta tanto dele ao ponto de, mesmo com tudo isso, continuar com a relação. No final, ela percebe (finalmente, hein) o quanto ele era problema, afinal ele estava beijando outra. A introdução e o desfecho foram muito bem elaborados, principalmente ao podermos ouvir seus pensamentos, mostrando que ela acabou se perdendo: "Eu não sei se realmente sabemos quem somos até perdermos o que somos". Dá pra entender muito bem! Infelizmente dá!

"Cause I knew you were trouble when you walked in / So shame on me now / Flew me to places I'd never been / 'Til you put me down" ('Porque eu soube que você era problema quando você apareceu / Vergonha para mim agora / Voou comigo a lugares a que eu nunca tinha ido / Até me pôr no chão'). Nem precisa dizer mais nada!

Num contexto geral, o clipe conta com efeitos e ocasiões que, de maneira alguma, deixa o espectador confuso, muito pelo contrário, é altamente explícito e contado entre-cenas. Quem aí gostou de ver a Taylor mais “loucona” e com cabelo mais curto de mechas rosa? Bom, pelo menos não há dúvidas de que tanto o clipe quanto a música foram produções que marcarão a carreira da cantora, que está investido pesado num visual bem mais pop. Sucessos nas rádios? Com certeza, e também na TV.

*****(5/5)
Música: I Knew You Were Trouble.
Artista: Taylor Swift
Gravadora: Big Machine Records / Universal Music
Data de Lançamento: 13/12/2012
Direção: Anthony Mandler
Duração: 5min 52s

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Taylor Swift retorna às paradas, só que agora bem mais pop!

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por Léo Balducci


Não é de hoje que o mundo, principalmente os Estados Unidos e Brasil, escutam as músicas tão singelas, tristes e apaixonadas de Taylor Swift. Na verdade, a cantora country pop vem se consolidando cada vez mais no cenário musical atual, tendo inúmeros recordes e acumulando prêmios (Grammy não é mais nenhuma novidade para ela).

Além disso, ela se mostra diferente das demais artistas por investir num musicalidade inspirada somente em seus momentos, angústias e decepções. Em seus álbuns, com exceção de “Red”, Taylor reproduz seus universo e pensamentos de composição própria. Para os olhos da maioria das pessoas, isso seria altamente inaceitável e incabível devido ser um retrato puro de sua vida, dando a entender que ela não se preocupa com a consequência que pode gerar se não preservar sua vida pessoal.  No entanto, trata-se totalmente do contrário, tendo em vista que ela busca, acima de tudo, uma identificação com as demais garotas e até mesmo garotos que passaram, passam ou irão passar por tantas emoções e situações que talvez possam deixá-los perdidos no meio do caminho para se conhecerem.

Todo esse jeito de explorar sua vida pessoal e ser figurativamente lírica faz com que algumas manchetes acabem chegando aos tabloides. Prova disso é a música “Dear John”, extraída do álbum “Speak Now”, onde ela deixa claro que está se referindo a John Mayer, o tão famoso galanteador que parte corações (Cuidado Katy?!). Por mais sincero que possa ter sido, não chegou a ser uma ofensa, apenas uma declaração mais profunda de seus sentimentos, entretanto não foi assim que a mídia e muito menos o cantor analisou a situação. Ele se mostrou indignado com a ação de Taylor, que rebateu alertando que seu modo de interpretação não se resume só a ele, mas que o usou sim para escrever a canção.

Pretendendo manter suas origens, a norte-america resolveu apostar no ritmo que mais dá sucesso hoje em dia: o pop. Precipitada ou Ambiciosa demais? Nenhum dos dois. Tímida? Como diz na música “Fearless”, música do álbum de mesmo título, ela está aí para realmente ser corajosa e sempre procurar evoluir, tanto profissionalmente quanto no modo pessoal. Com “Red”, Swift abre mais uma vez seu diário de vida, porém não se dedica inteiramente em falar de si, mas sim compartilhar do cotidiano comum de uma garota, como exemplifica na música “We Are Never Ever Getting Back Together” – que alcançou o 1º lugar na Billboard Hot 100, a lista mais influente do mundo.

O primeiro single do álbum, além de ser animado, reforça várias vezes seus versos chiclete: “Nós nunca vamos voltar / Tipo, Nunca”. O Clipe segue o mesmo segmento de ser rápido e por isso é gravado em um único ‘tape’, sem intervalos, nem modificações, onde Taylor nem sempre está visível por ou estar trocando de roupa ou se preparando para entrar num carro aparentemente feito de papelão – mas altamente remodelado para ser o mais condizente com o que a cena busca.

O segundo single, “Begin Again”, é dito como aquela música humilde; um country muito bem organizado nos acordes e tentando passar aquela mensagem de relacionamentos. Temos também “I Knew You Were Trouble.”, “Red” e “State os Grace”, que foram divulgados semanalmente como prévia no programa matutino “Good Morning America” e liberados para venda no iTunes no dia seguinte, antes do lançamento oficial do álbum. Destaques também para “Stay Stay Stay”, “22”, “The Lucky One”, “Girl At Home” e a as parcerias “Everything Has Change” e  “The Last Time”, com Ed Sheeran e Gary Lightbody, respectivamente.


“Existe muito para se ouvir, muito com o que se conectar. O que espero que as pessoas possam tirar desse álbum é músicas para fazerem parte de suas vidas”, afirmou Taylor sobre “Red”.

“We Belong With Me”, “Mine”, “Back To December”, “Ours”, “Fifteen”  ou” Love Story”; não importa, pois ela consegue suprir qualquer necessidade que tenhamos para refletir.


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