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Justin Timberlake vive os conflitos de uma relação perturbada em clipe de "TKO"

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Trazendo um conceito todo investindo no dark na segunda parte do “The 20/20 Experience”, Justin Timberlake lançou hoje (29/10) o clipe para TKO, que continua os trabalhos de divulgação do disco. E se vocês pensavam que seria algo mais ringue de briga, estão muito enganados! A produção traz uma bela trama (típica de novela mexicana, mas com aquele drama maior do Brasil), mostrando que sexo não é só o que todo casal faz depois daquela discussão bem apimentada.

Aqui, Justin é o marido da linda Riley Keough, que tem o dom artístico na veia (afinal é neta do eterno Elvin Presley), provocando a incrível química que eles conseguem desenvolver juntos. O casal vive em grandes conflitos, repletos de mentiras, inseguranças e pesares. Casada disso tudo, a mulher decide (depois de saciar sua quentura interior na cozinha mesmo numa rapidinha, e que rapidinha!), criar um plano bem malicioso digno daquele clímax de filme de suspense: amarrar uma corda nas pernas e mãos de seu “amado” e prendê-las na traseira de um carro para então arrastá-lo mundo afora. O final, nós deixamos para você conferir! A produção tem direção de Ryan Reinchenfeld e possui, além de um fotografia belíssima, todo um envolto entre-cenas do casal muito bem editadas (só pra gostarmos ainda mais deles juntos!).

Assista ao clipe (Assim como Elvis, Justin não morreu!):



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Review: Justin Timberlake te faz ver tudo mais POP e R&B com a segunda parte do "The 20/20 Experience"

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E quando Justin Timberlake anunciou que estaria lançando seu retorno à indústria da música, nós, meros mortais dependentes de músicas de qualidade, mal poderíamos imaginar que ele estava também preparando uma segunda versão para impressionar ainda mais nossos ouvidos e conquistar qualquer crítica que se preze. Não estamos colocando aqui o cantor num pedestal, muito pelo contrário (entenderão mais para frente), mas a música se encontra atualmente numa “regradação” de ritmos, onde antes quanto mais batidas e breaks eletrônicos uma música tem, mais superior ela seria em questão de produção. No entanto, isso está se invertendo! Letra importa mais do que batida, o que realmente é muito bom – mesmo que o eletrônico possa continuar presente. Não estamos questionando quem prefere uma farofa ou um instrumental, mas sim como a música evolui com o passar do tempo. Prova disso está nos charts – que de uma forma ou de outra, refletem o parecer do público -, onde canções “menos” produzidas estão dominando como os claros exemplos de Blurred Lines do Robin Thicke, We Can’t Stop da Miley Cyrus e por quê não Roar da Katy Perry!

Mas afinal o que Justin Timberlake tem haver com isso? Bom, T-U-D-O! Ele é um dos principais responsáveis por trazer toda essa tendência de que música boa não precisa te fazer dançar, mas sim sentir. Agora, lançando a segunda parte do The 20/20 Experience, ele deixa muito claro que, apesar de abordar uma melodia mais R&B em suas composições, um álbum precisa vender e decidiu apostar num trabalho bem comercial – não que a primeira parte não fosse, mas exibia muito mais força em inspirar do que vender, o que deu certo em ambos os sentidos.  O repertório do The 20/20 Experience – Part 2 of 2 é o símbolo de como a música muda, aproximando-se muito mais do conteúdo do FutureSex/LoveSounds. Porém, vamos por partes!

Começando com Gimme What I Don’t Know (I Want), temos aqui uma ótima introdução (para não dizer perfeita), usando a repetição do título intensamente no refrão – o que costuma acontecer bastante -, utilizando um coro de início e partindo para as batidas de palmas. Indo na sequência, talvez tenhamos aqui o mais comercial de todo o álbum! True Blood cairá muito bem como um futuro single (e é dele nossa aposta de 3ª música de trabalho do disco), e mesmo que os versos do começo possam não nos pegar na primeira ouvida, o pré-refrão faz isso muito bem, sem mencionar a melodia já customizada com batidas mais ágeis e até uma gingada de electro. Cabaret também cumpre seu papel diante do repertório bem estruturado, fazendo uso também de algumas repetições (o que com Drake ou sem Drake, daria no mesmo). Depois encontramos a animada TKO, que nos soa como algo que já tenhamos ouvido antes, como se fosse também da primeira parte – aqui nossa mais clara primeira associação com a proposta do disco. Ela é também bem comercial, principalmente no refrão e nas “pepecas”, mas nada que um soco em outro round não resolva. Take Back The Night continua com a vibe de pura energia, nada pretensioso, entretanto é a aquela boa visão que gostamos de ouvir do JT – e somos totalmente pegados pela noite com o pós-refrão partindo de trompetes, saxofones, trompas e estilos do gênero.

  

Depois disso, já estamos tomados pelo álbum e sua sonoridade e aqui as coisas começam a acelerar, a começar por Murder. Os versos são ditos de forma mais rápida e faz um crescente vocal com o ritmo com mais sintetizadores. Em outras palavras, é um belo assassinato com alguns estalados de dedos e uma jogada de dubstep quase despercebido no refrão, e claro, na presença do companheiro JAY-Z. Não duvidamos que venha a ser single! E o que seria esse Drink You Away? A música apresenta uma melodia que lembra bem o country, mas acaba quando o teclado entra para nos deixar mais familiarizado com o R&B. Mas não passa muito de algo que nós bebemos e vamos embora! You Got It On já chega para quebrar isso e ataca mais no comercial, de novo! Insistimos em comentar sobre isso, pois o disco realmente se rende aos estilos mais atuais, o que não é ruim e caiu muito bem nessa faixa. É confortável de ouvir, mas 5 minutos chega a cansar um pouco. Amnesia vem para nos fazer esquecer um pouco dessas distrações e continua com o gênero imposto pelas demais canções, nada que até então valha a pena se esforçar muito para lembrar, mas nos surpreendemos com os versos e ritmos que vem após a primeira parte da faixa, numa melodia bem agradável de se ouvir (pena que dura pouco). Only When I Walk Away é bastante repetitiva e gostamos disso. A voz de JT parece um pouco autotunada, mas o ritmo contagia mesmo e é uma das melhores nesse sentido! Not A Bad Thing é a mais longa (11 minutos) e última da versão Standard, sendo um ótimo final, e uma daquelas típicas melosas e românticas que tanto adoramos ouvir.

Se você chegou até aqui depois de canções bem extensas, saiba que ainda temos as da edição Deluxe! Blindness e Electric Lady são belas continuações para um fim e trazem mais bons ritmos para nossos ouvidos, ou seja, nada de inovador, apenas bom!

Por fim, sabemos que a segunda parte pode não ser tão incrível assim quanto a primeira, porém se juntarmos as duas, temos uma ótima coleção de faixas bem estruturas e prontas para aquele ouvinte que se interessa mais por letras do que por batidas. A música está sempre em transformação e é bom saber que teremos um Justin Timberlake para nos poder fazer ver e ouvir isso melhor (só esperamos que não demore novos 6 anos)!




Artista: Justin Timberlake
Álbum: The 20/20 Experience - Part 2 of 2
Lançamento: 30 de Setembro de 2013
Selo: RCA/Sony
Produção: Timbaland, Harmon
Duração: 1h 24min
Gênero: R&B/Pop

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Justin Timberlake curte a noitada no subúrbio de Nova York em clipe de "Take Back the Night"

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Após finalizar os trabalhos com a primeira parte do platinado The 20/20 Experience, Justin Timberlake continua investindo na música com a segunda parte do projeto de visão com a ajuda do single Take Back The Night. A música não é aquela que você ouve e já vicia na primeira vez (nem na segunda, nem terceira... Está mais para a décima), porém dá sequência ao estilo que o cantor vem adotando (meio oitentista e, nesse caso, com batidas e melodia que lembram as composições de Michael Jackson).

Com direção do trio conhecido como The Uprising Creative (que deram toda sua criatividade para os peitos das mulheres em “Tunnel Vision”), o clipe de Take Back The Night mostra um JT mais familiarizado com o subúrbio e cheio dos passinhos de dança (tem paradas para dançar com um garotinho e com qualquer outra que se atrever a passar pela rua). Muitas cenas foram gravadas nas ruas mais turísticas e de pura cultura nova-iorquina, como Chinatown, ao mesmo tempo em que Timberlake também é acolhido pelo povão na balada – enquanto caminha vai cumprimentando todos que conhece. Para ser mais “sou-pobre-mas-sou-sucesso”, ele ainda exibe gravações feitas durante um show de sua turnê, onde aparece com um visual bem simplório (mas sempre JT). Tudo é maravilhoso quando você sabe recuperar a noite sem esquecer suas origens!

Veja o clipe (quem sabe num aprende alguns passos de dança feat. calçada):



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Review: Justin Timberlake traz para o presente o melhor do passado em "The 20/20 Experience"

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Foi meio que de surpresa quando Justin Timberlake anunciou seu retorno na música e prometeu trazer um pouco mais de sua sonoridade Pop e R&B nas rádios, quebrando um pouco o ‘clima’ de tanto dubstep. E parece até que o tempo não passou! Ele conseguiu suprir tudo aquilo que seus fãs ansiavam dos álbuns anteriores e de quebra ainda proporcionou a sensação de que nem se passaram seis anos desde que Futuresex/Lovesounds chegou às prateleiras das lojas. The 20/20 Experience chega como uma forma de reviver esse gênero tão abusivo que foi deixado de lado, sem contar incríveis composições em meio à sonoridade de suas letras (ou poesias).

Logo de cara, já nos deparamos com a deliciosa Pusher Love Girl exibindo bases instrumentais impecáveis, indo na pegada do jazz e passando por suas suaves batidas que nos amparam no pouco mais de 8 minutos de música. Suit & Tie, o carro-chefe do álbum, se junta na sequência, mas mostra um desempenho bem mais pessoal e não tão intenso quanto ao resto do repertório. Já Don’t Hold The Wall nos permite apreciar um pouco da produção de Timbaland, que mesmo tendo participado da produção de todas as outras canções, ganha mais destaque nessa, principalmente, pelas repetições tão harmônicas e num ritmo meio indiano do título da faixa. É claro que Mirrors se consagra como uma das melhores, dominando completamente o cargo de ser a baladinha com o melhor filler. As grandes considerações vão para Tunnel Vision, que parece tão singelo que nos remete a outros hits do cantor, como Cry Me A River. No entanto, nossa grande aposta como próximo single é Let The Groove Get In, que não hesita em mostrar um ritmo mais acelerado enquanto usa de várias batidas para comprovar a melodia tão bem imposta na letra meio chiclete (referências de Michael Jackson são evidentes aqui).



Saindo da zona de conforto (mas nem tanto), temos Blue Ocean Floor. Timberlake conseguiu muito bem produzir uma faixa que, além de expressar suas expectativas, também trouxe uma musicalidade mais explorada dele, caminhando por padrões mais calmos e um tanto à lá Lana Del Rey. Apesar de ser um pouco triste e dramática, ela dá um sinal tão claro de sentimentos profundos que é inevitável não se pegar imaginando no nada descrito. Dress On e Body Count são faixas da Edição Deluxe e mesmo sendo um tanto específicas, não acrescentam muito ao repertório – principalmente a primeira. As demais seguem como um balanço bem estudado pelo cantor e apropriado para dar a sequência ideal que o álbum precisa (para não se perder só no R&B ou nos fillers), mesmo que as maiores (temos de até 8 minutos) possam parecer meio cansativas.

Concluindo, The 20/20 Experience tem tudo o que os amantes de R&B gostam e ainda um pouquinho mais do charme e inspiração de Justin Timberlake, que se entregou ao passado e soube administrá-lo ao contemporâneo. Não é nenhuma revolução mirabolante do mundo pop, mas consegue, sem exagerar, inserir um pouco do contexto de qualidade, tornando-se extremamente satisfatório saber que suas músicas estão conquistando o atual público – tão acostumados com refrões eletrônicos. E parece que Novembro tem a segunda parte, só torcemos para que não precisemos nunca mais esperar por mais seis longos anos!



Artista: Justin  Timberlake
Álbum: The 20/20 Experience
Lançamento: 19 de Março de 2013
Selo: RCA/Sony
Produção: Timbaland, Jerome "J-Roc" Harmon
Duração: 1h 30 min
Gênero: R&B/Pop

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Justin Timberlake e uma linda história de amor no clipe da lindíssima "Mirrors"

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por Amanda Prates

Depois de um intervalo de sete anos, Justin Timberlake tem mostrado que um #1 em várias paradas musicais é pouco para o que ele tem reservado para os seus fãs.  Com o hit “Suit & Tie”, o cantor deu início às divulgações do disco e alcançou o Top 4 da Billboard e o Top 3 da parada de singles do Reino Unido. Ontem (dia 19), meio que de surpresa, Timberlake liberou o clipe para “Mirrors”, o segundo single. A faixa atraiu a atenção dos fãs logo na primeira audição e é considerada, quase que de maneira unânime, uma das melhores canções do álbum.

O vídeo, dirigido por Floria Sigismondi (“Try”, “Figther”), divide-se em duas partes: numa, ele conta, de maneira não linear, uma história de amor em 5 minutos; noutra, o moço aparece numa sala rodeado de espelhos e dançarinas.  O jogo com as cenas sem uma ordem cronológica, com as cores contrastadas e com os pequenos detalhes são tão bem trabalhados (o que é difícil de se ver) que não seria exagero dizer que esse é um dos clipes mais incríveis da carreira do Príncipe do Pop, e só o fato de a produção ser uma espécie de homenagem aos seus avós (em especial ao seu avó, William Bomar, que faleceu em dezembro passado), tão bem casada à esses elementos, já reforça essa quase premissa.

E se você sentia saudades dos números de dança hipnotizantes do cantor, “Mirrors” te presenteia com alguns minutos do gingado americano, mais o dote de atuação e sensualidade do moço. Confira:


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Clipe de "Suit & Tie" traz um Justin Timberlake espontâneo e elegante

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por Léo Balducci


Marcando o início da divulgação do álbum "The 20/20 Experience", Justin Timberlake divulgou no VEVO na tarde dessa quinta-feira (14/02) o clipe para seu carro-chefe, "Suit & Tie".  A faixa, com pegada mais R&B e participação de Jay-Z, ganhou sua produção visual toda em preto e branco e trazendo um JT bem mais acostumado ao palco e com cenas personalizadas que dão o sentido realista do vídeo numa casa de shows, sem mencionar a simplicidade aliado a elegância que é o grande destaque.

Além disso, o clipe traz toda a essência de dançarino de Timberlake, que consegue unir de forma perfeita os passos ao ritmo da música, onde tudo soa como uma verdadeira apresentação de jazz, R&B e Pop. Dando o princípio do título, vemos o cantor todo de terno e gravata ao lado de sua banda em entre-cenas da gravação da canção em estúdio, transformando num ambiente que parece trazer muitas risadas e ótimas interpretação. Uma "sexy girl" também participa da produção, além é claro do momento em que o marido de Beyoncé entra em cena e solta todo o seu rap - que complementa a melodia. David Fincher assume a direção e expressa que soube muito bem explorar todos os talentos de JT desde tocar piano até deslizar no salão cheio de mini-holofotes.

Essa é a hora de colocar o terno e gravata (mesmo você sendo mulher) e entrar no clima do clipe. Confira:


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