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05 séries estreantes de 2013 que merecem sua atenção em 2014

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Arrisco-me a dizer que, desde que passei a me interessar por séries e sitcoms, 2013 foi talvez o ano de melhor safra para a tevê mundial. Teve de adaptações inusitadas de clássicos da literatura inglesa a produções que marcaram retornos esperadíssimos, passando por aquelas que nada esperávamos, mas que surpreenderam, e incríveis comédias de humor negro.

Comecei a acompanhar mais de 10 séries que marcaram sua estreia no ano passado, por isso, resolvi elencar as 05 melhores destas, com comentários sem spoilers! Assim como o post dos discos favoritos, este também é um misto das que podem ser meus guilty pleasures, das aclamadas pela crítica, das que possuem um lugar especial no meu coração, ou seja, vai de mais ou menos lixo a luxo, mas que mesmo assim são as minhas melhores do ano. Confira:

5º - The Fosters (ABC Family)

The Fosters é o tipo de série que ganha o seu coração pelas altas doses de clichês que emite já no primeiro episódio. A história acompanha a vida de uma família composta por duas mães, Lena (Sherri Saum) e Stef (Teri Polo), e filhos biológicos e adotivos, Brandon (David Lambert), Mariana (Cierra Raminez) e Jesus (Jake T. Austin), e como as coisas mudam depois que conhecem Callie (Maia Mitchell), uma garota problemática e disposta a resgatar seu irmão mais novo que sofre maus-tratos do pai adotivo.

Sob a produção inusitadíssima de Jennifer Lopez, a série faz um retrato singelo do novo conceito de família, que infelizmente ainda não é muito comum. Ela tem suas falhas, claro – a relação entre Saum e Polo soa superficial em alguns momentos, por exemplo –, mas que jamais anulam os aspectos que creditam a qualidade, principalmente sua sensibilidade em narrar fatos simples da vida.

The Fosters é, sim, uma série para se assistir em família, num início de noite, desde que os membros se dispam de qualquer preconceito e a enxerguem como deve ser, caso contrário, não passará de mais uma banal atração televisiva.

Quando retorna? A série retorna para o seu 11º episódio, “The Honeymoon”, no próximo dia 13. 

4º - The Crazy Ones (CBS)

Desde 1978, Robin Williams tem se dedicado ao cinema, deixando de lado o meio que o consagrou como ator e comediante: a televisão. Mas 2013 foi o ano em que ele resolveu voltar em grande estilo, misturando tudo o que tem de incrível, principalmente como comediante, na recém-estreante The Crazy Ones.

David E. Kelly (Boston Legal, Harry’s Law) narra as “peripécias” de uma equipe publicitária pra lá de louca liderada pelo “maculo-de-pedra-mais-que-genial”, Simon Roberts (Williams), e sua filha Sydney (Sarah Michelle Gellar), que precisam sempre procurar pela ideia genial que vai salvar o contrato publicitário. A série usa-se de clichês comuns a outras do gênero: o gostosão egocêntrico que utiliza seu charme como arma (Zach, vivido por James Wolk), a mocinha atrapalhada responsável por algumas risadas (Lauren, Amanda Setton) e o nerd perdido (Andrew, Hamish Linklater).

 A correria – e, às vezes, bagunça – no roteiro é um dos triunfos da série. Em The Crazy Ones tudo acontece muito rápido, as falas, as piadas, os subplots possuem uma velocidade incomum, mas como nem tudo são flores, vez ou outra acaba tropeçando e dando de cara no chão. The Crazy é o tipo de série que te faz rir (e às vezes boiar com algumas piadas level 100) em seus curtos 20 minutos por episódio, mas que no final lhe entrega uma bela mensagenzinha pra refletir ~no fim do dia~.

Quando retorna? A série retorna de um hiatus de fim de ano amanhã, dia 02. 

3º - Please Like Me (ABC2)

Se você possui pelo menos uma pontinha de apreço por Girls, não há porque razões deixar de ver Please Like Me. Josh Tomas é uma espécie masculina de Lena Dunham: o moço é responsável por criar, roteirizar, dirigir e produzir sua série que ganhou a crítica não apenas australiana. E é tão incrível quanto a vencedora do Globo de Ouro.

A série começa com um diálogo um tanto interessante e definidor da trama: enquanto toma um sundae de 19 dólares, Josh (Josh Tomas) declarar que tem tudo para estar feliz, mas não consegue, porque está prestes a completar 21 anos e seu rosto vai começar a cair. Nesta mesma cena, sua namorada propõe uma separação por achar que ambos têm se afastado um do outro e, por ele ser gay. A partir daí, o próprio Josh narra sua vida, o processo de se assumir como homossexual, sua relação com seus pais e seu melhor amigo.

A forma como Josh trata de assuntos como o uso desregrado de remédios controlados (sua mãe tentou se matar várias vezes), homossexualidade, separação e o ser jovem é o maior triunfo do precoce diretor/roteirista/produtor. Longe de ser um grande drama, Please Like Me é séria sem ter cara de séria. É incomum e vai além de narrar o “ser gay”. Uma dramédia com a visão de um jovem sobre a vida, e sustentada por um elenco primoroso.

Quando retorna? A série retorna para a segunda temporada em 2014, mas sem data fixa anunciada. 

2º - Utopia (Channel 4)

“Where’s Jessica Hyde?”
Se você acha que já viu de tudo na televisão, surpreenda-se com Utopia, uma das grandes apostas do canal britânico Channel 4. Uma série que se divide entre os extremos de ser estranha, mas genial, e que chama sua atenção desde o elenco até a fotografia – que, convenhamos, é coisa de outro mundo.

A história acompanha a vida de um grupo que, ao tomar posse de partes da HQ The Utopia Experience, passa a ser perseguido por macabros membros de uma sociedade secreta ligada ao governo e empresas importantes, a The Network. A série é um suspense que destoa de qualquer outro, e usa de muito sangue, cores fortes e ênfase na respiração agoniante do personagem do incrível Neil Maskell.

Mas como toda série genial da safra estrangeira, Utopia poderá ser adaptada por David Fincher para HBO, mas por enquanto são apenas rumores.

Quando retorna? A previsão de retorno à segunda temporada é para o segundo semestre de 2014. 

1º - Orphan Black (BBC America)

A maior injustiçada do Emmy, mas a produção mais genial do ano! Orphan Black merece todos os elogios e honras, mas que nunca serão suficientes para reconhecer sua qualidade. Nela, a órfã Sarah Manning (Tatiana Maslany) vê sua vida dando de cara com um poste quando se depara, numa estação de trem, com uma mulher idêntica a ela. A moça, Beth Chlids, uma detetive de polícia, se joga nos trilhos e Sarah pensa que encontrou a chance de mudar sua vida e conseguir a guarda da filha. A partir daí, levando a vida do clone suicida, ela percebe que não possui DNA único no mundo.

A genialidade de Orphan Black não está na temática científica ou nos efeitos especiais primorosos, mas no embate que provoca entre a questão da clonagem e da ética social, e está em Tatiana Maslany que consegue a proeza de fazer o improvável e viver várias identidades extremamente diferentes sem cair no abismo do fracasso.  

Em Orphan Black somos um brinquedo nas mãos dos criadores, ao nos enganarem quando prevemos um desfecho de alguma situação, uma fórmula perigosa, mas que John Fawcett e companhia usaram com maestria.

Quando retorna? A série retorna em 19 de Abril de 2014, para a segunda temporada. 


Menções honrosas: 10º Ray Donovan ✖ 9º Under the Dome ✖ 8º Brooklyn Nine-nine ✖ 7º Mom ✖ 6º Sleepy Hollow

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Primeiras impressões: “Ray Donovan”, ou “os-podres-de-Hollywood-que-você-precisa-saber-e-ver”

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É dito-e-certo e nenhuma novidade que, para causar boa impressão ao telespectador, uma série precisa apresentar os mínimos erros possíveis, ou nenhum. Ray Donovan, até aqui, não é nenhuma surpresa de tirar o fôlego, mas triunfou, diga-se de passagem, no quesito inovação. A nova série da Showtime – que há muito não brilhava na TV fechada com suas séries –, que estreou ontem (30) nos Estados Unidos (mas vazou na web uma semana antes), apresenta uma proposta bem peculiar: decide escancarar os podres das estrelas hollywoodianas e as maneiras como são contornadas essas situações tanto quanto desagradáveis. Até aqui, tudo parece muito tranquilo. Mas a série de Ann Biderman (Southland) não se contenta só com isso. Ray Donovan, personagem que dá nome à série, é o centro da história e aquele que resolve todos os problemas que envolvem as estrelas de Hollywood, menos os que o rodeiam diretamente.

Uma série que aposta num personagem centro de tudo está passível de incalculáveis erros que vão desde perfil e nuances oferecidas até o relacionamento desse centro com os demais núcleos. A história, aqui, segue o personagem-título que, até este episódio-piloto, se mostrou livre de qualquer desses problemas circundantes. Ray possui todas as nuances possíveis para ser exploradas. Ele é o tipo de personagem que necessita ser meticulosamente apresentado por ter sido minuciosamente trabalhado. O “especialista-em-resolver-os-problemas-dos-famosos-californianos" teria todos os motivos para causar má impressão num primeiro olhar, não fosse pelo ator que até parece que carrega a essência de Donovan até na última gota de sangue das veias. Liev Schreiber compõe um Ray misterioso, prático e inteligente que não poupa esforços para cumprir com maestria as tarefas que lhe são dadas. Por exemplo, no primeiro episódio, o personagem livrou um atleta que se envolveu com a morte por overdose de uma desconhecida, tira um ator do alvo das câmeras da TMZ por envolvimento com travestis e ainda ajuda um antigo caso da mira de um stalker pervertido. Não dá pra levar muito a sério alguns detalhes dessa trama, daí a oscilação entre o drama e a dramédia que você poderá encontrará (ou não) nos próximos episódios.


Além de tudo isso, Ray ainda precisa ser um solucionador de problemas familiares próprios, mas nisso ele não tem especialização. O jogo com as personalidades distintas empregadas no personagem não é o único ponto positivo deste piloto. Grande parte dos créditos devem-se a Jon Voight (e todos os olhares devem se voltar a ele no decorrer da trama), que sempre se mostrou eficiente para interpretar grandiosíssimos personagens – desculpem-me o termo, meus caros – filhos-da-mãe e canalhas. É Voight que vai estabelecer um dos lados da história e, como o sinistro da trama, tentará acabar com a vida do próprio filho, Ray Donovan, sempre dando, em doses homeopáticas, o tom canalha e cínico ao personagem. Até atribuiríamos algum destaque aos demais personagens, se eles tivessem um mínimo de destaque na série, com exceção dos irmãos Donovan que tentaram mostrar que há muito por traz dos problemas quase insignificantes com os quais foram apresentados.

O piloto de Ray Donovan foi respeitável e, sim, houve pontos negativos, mas talvez seja muito cedo para apontá-los como possíveis problemas futuros da série (como os subplots que envolvem as estrelas californianas e as figuras que aparentemente são descartáveis). Apesar de vertentes como sexo, palavrões e drogas estarem presentes em parte considerável da trama, não são os pontos principais e a série não é só sobre isso, estes são apenas complementos que ajudam a desenhar o psicológico dos personagens. A série de Biderman conseguiu deixar perguntas no ar (e muitas, deve-se dizer) e, por seu caráter inovador e peculiar quase, pode ter provocado no telespectador uma ânsia que pouco temos visto (será que  tinta verde e taco de beisebol serão uma saída para Ray impedir a canalhice do vovô sinistrão?). 


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As novas séries da The CW para a temporada 2013/2014

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por Léo Balducci

Chegamos à época em que várias das nossas séries favoritas entram no hiatus de fim de temporada e nos fazem ficar se boca aberta (ou não) com suas ‘season finale’, e o único estímulo que se pode ter é colocar em ordem os episódios atrasados. Por outro lado, é agora também que todas as emissoras divulgam sua nova grade de programação, alterando horários e mostrando as já tão aguardadas novas séries.

Esses anos têm muitas surpresas e obviedade para a próxima ‘fall season’ (que começa a partir de setembro), porém acima de tudo temos promessas incríveis de produções de alta qualidade e que devem dominar seus horários em audiência. Para isso, preparamos esse especial para exibir os novos hits (e talvez alguns fiascos) da The CW.

Pode até ser o menor canal dos Estados Unidos, mas a The CW é sempre a emissora que traz as séries com as melhores premissas, e dessa vez não é diferente. Apostando num estilo futurístico e até nerd, as grandes novidades do canal partem da já comentada “The Tomorrow People”, que abusará do sucesso alcançado com Super-Heróis na série “Arrow” e dos mutantes de “X-Men”, “Star-Crossed”, que tenta pegar carona na repercussão de “Crepúsculo” ao fazer, nesse caso, o épico amor entre uma humana e um alienígena, e claro o tão esperado “The Originals”, spin-off de “The Vampire Diaries” com os Vampiros Originais. Agora, a The CW tem tudo para ter hits sucessivos, só nos resta saber se essa promessa vai mesmo virar realidade – com bons roteiros e personagens bem construídos.

The Tomorrow People
Quando jovens nascidos de pais normais começam a desenvolver poderes especiais – que partem de telepatia, teletransportação e telecinética -, eles são recrutados para fazer parte de um grupo secreto que luta contra as forças do mal. A série é baseada na britânica “Seres do Amanhã”.

Reign
A jovem Mary Stuart terá que assumir as responsabilidades da realeza da Escócia enquanto lida com os típicos problemas da adolescência. A série é uma produção de drama histórico.

The 100
Antes da civilização da Terra ser extinta por uma guerra nuclear, 100 jovens delinquentes são resgatados para depois retornar ao planeta através de uma nave espacial para tentarem recolonizar o planeta agora devastado. A produção é baseada no livro ainda não lançado de Kass Morgan e traz uma trama pós-apocalíptica vivenciada num futuro próximo.

The Originals
Quando Klaus (Joseph Morgan) resolve retornar à Nova Orleans, a cidade que ajudou a construir, descobre que seu parceiro Marcel (Charles Michael Davis) acabou exercendo um grande domínio sobre todos os seres sobrenaturais que moram lá. Irradiado por seu desejo de poder, ele resolve se mudar para o local e auxiliado de seus irmãos Elijah (Daniel Gillies) e Rebekah (Claire Holt) combaterá todos os inimigos que surgiram pelo caminho enquanto tentam manter a linhagem da família Mikaelson eterna. A série é um spin-off da já consagrada “The Vampire Diaries”.

Star-Crossed
Emety (Aimee Teegarden) é uma típica jovem adolescente que acaba de apaixonando por um novo alluno, que também é um dos 9 alienígenas estudantes que foram aceitos em sua escola suburbana. Acontece que ele é apenas um das centenas de sua espécie que foram feitos prisioneiros na Terra.

Quem deve hitar: “The Tomorrow People” e “The Originals”.


Quem deve flopar: “The 100” e “Reign”.

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As novas séries da NBC para a temporada 2013/2014

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por Léo Balducci

Chegamos à época em que várias das nossas séries favoritas entram no hiatus de fim de temporada e nos fazem ficar se boca aberta (ou não) com suas ‘season finale’, e o único estímulo que se pode ter é colocar em ordem os episódios atrasados. Por outro lado, é agora também que todas as emissoras divulgam sua nova grade de programação, alterando horários e mostrando as já tão aguardadas novas séries.

Esses anos têm muitas surpresas e obviedade para a próxima ‘fall season’ (que começa a partir de setembro), porém acima de tudo temos promessas incríveis de produções de alta qualidade e que devem dominar seus horários em audiência. Para isso, preparamos esse especial para exibir os novos hits (e talvez alguns fiascos) da NBC.

Uma das emissoras que mais vem caindo em questão de audiência é sem dúvidas a NBC, que por mais que tente motivar seu público com boas premissas não consegue prender mais tantos telespectadores grudados na frente da TV como antes. Enquanto “Chicago Fire” foi a única estreia significativamente ótima para a temporada que está terminando, o canal começa a traçar rumos para suas novas tramas e despertar o interesse da audiência. Dentre esses novos que estão por vir, os que têm melhores chances de continuarem vivos são “The Blacklist”, que além de contar o lead-in do “The Voice” também tem um enredo convincente (mas nem tanto coerente quanto gostaríamos), “The Michael J. Fox Show”, que embora tivesse tudo para ser um fracasso pode conseguir uma demo até razoável para os padrões da NBC por ter o talento Michael J. Fox no elenco, e “Sean Saves the World”, que traz o ator Sean Hayes para possíveis 30 minutos de alguns risinhos. Apesar de “Dracula” e “Ironside” serem consideradas pela emissora boas apostas, é melhor não correr nenhum risco de se decepcionar com a decisão final de um previsível cancelamento.

Dracula
O lendário vampiro tem como seu maior objetivo se vingar daqueles que o deram a maldição da imortalidade e assim resolve retorna à Londres disfarçado como um grande empresário interessado em tomar posse de uma tecnologia da eletricidade. Sabendo do risco e das vítimas que deve levar consigo durante essa caçada, ele acaba se apaixonando por uma mulher, que por acaso é a cópia fiel de sua amada de séculos passados.

Ironside
Mesmo após sofrer um grave acidente que o fez ficar paralítico, o detetive Robert Ironside jamais daria o braço a torcer e ao lado de sua experiente equipe continuará a lutar nos casos mais violentos e misteriosos de Nova York. A série é um remake de mesmo título exibido durante as décadas de 60 e 70.

The Blacklist
Trabalhando como agente federal por vários anos, Raymond “Red” Reddington (James Spader) se revolta contra seu próprio legado e se torna o homem mais procurado do FBI ao se especializar em contribuir com grandes planos de criminosos, o que o fez receber o apelido de “O concierge do Crime”. Quando inesperadamente ele resole se entregar para as autoridades, deixa claro que só contribuirá para a destruição dessa hierarquia de crimes que construiu se essa operação for liderada pela Elizabeth Keen, uma agente que acabou de sair da academia e que ao que parece não possui nenhuma ligação com Red.

The Michael J. Fox Show
O bem-sucedido jornalista Mike Henry (Michael J. Fox) teve que deixar seu tão idolatrado cargo de âncora do jornal local após ter sido diagnosticado com mal de Parkinson, e assim assumir totalmente o lugar de pai de família. Porém tudo parece melhorar quando ele recebe o imprevisível convite para voltar à televisão.

Sean Saves the World
Ao alcançar uma louca carreira bem-sucedida, Sean (Sean. P. Haynes) percebe as dificuldades que terá ao ser um pai solteiro gay com uma jovem filha para criar, embora ainda possa contar com a ajuda e conselhos de sua mãe um tanto quanto inconveniente.

Welcome to The Family
Quando Molly esta prestes a entrar para a faculdade e deixar seus pais os mais orgulhosos possíveis, ela acaba revelando que está grávida de seu namorado Junior. Enquanto os planos para o futuro começam a mudar, as famílias dos pombinhos terão que aprender a lidar com a situação enquanto constroem uma nova família juntos.

Quem deve hitar: “The Blacklist”

Quem deve flopar: “Welcome To the Family”, “Ironside”, “Dracula”.

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As novas séries da FOX para a temporada 2013/2014

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por Léo Balducci
(Twitter - Filmow)

Chegamos à época em que várias das nossas séries favoritas entram no hiatus de fim de temporada e nos fazem ficar se boca aberta (ou não) com suas ‘season finale’, e o único estímulo que se pode ter é colocar em ordem os episódios atrasados. Por outro lado, é agora também que todas as emissoras divulgam sua nova grade de programação, alterando horários e mostrando as já tão aguardadas novas séries.

Esses anos têm muitas surpresas e obviedade para a próxima ‘fall season’ (que começa a partir de setembro), porém acima de tudo temos promessas incríveis de produções de alta qualidade e que devem dominar seus horários em audiência. Para isso, preparamos esse especial para exibir os novos hits (e talvez alguns fiascos) da FOX.

Não há como negar que talvez a FOX seja a emissora com maior potencial de hits, investindo numa programação mais adulta e destina a temas de suspense e ação. Quem promete fazer sucesso é “Sleepy Hollow”, que é baseada na Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, a produzida por J.J. Abrams (que parece estar voltando com tudo para o seu sci-fi futurístico, e assim garantir os fãs de “Fringe”) “Almost Human” e a comédia “Dads”. É bem provável que logo de cara várias delas consigam acumular um grande número de fãs e assim ponderar um pouco a decisão do canal no momento da decisão de renovar ou cancelar. Outras que despertam um interesse pelo público é “Gang Related” e “Brooklyn Nine-Nine”, afinal apresentam tramas que parecer ser tanto sólidas quanto coerentes.

Gang Related
Sendo um importante membro da força tarefa da elite, Ryan trabalha combatendo as ações das gangs de Los Angeles até que é solicitado a acabar com a força do mais poderoso líder da gang latina, que considera até hoje como um pai.

Surviving Jack
Na década de 90, ninguém fazia uso dos apetrechos tecnológicos que temos hoje e muito menos da tão consolidada internet, e o ex-militar Jack é uma prova de como os pais tinham seu jeito bem rude e grosso de cuidar de seus filhos adolescente, mas sempre fazendo o melhor para eles. A série é baseada na obra de Justin Halpern e se passa totalmente voltado para os anos de 1990.

Enlisted
Com o ingresso de seus dois irmãos mais novos para o Exército, o experiente e competente soldado Peter Hill terá, além de conviver com a diferente personalidade deles, comandar uma unidade formada por pessoas nada preparadas para o serviço militar.

Rake
O brilhante e autodestrutivo advogado Keegan Deane vê que seus vícios com jogos, seus problemas com o governo e sua paixão por uma prostituta podem ser todos complementares após decidir assumir casos motivadores que ninguém mais quer e assim fazer uso de sua forte personalidade para resolvê-los. A série é inspirada na homônima produção australiana.

Us & Them
Depois de um bom tempo mantendo uma relação pela internet, Gavin e Stacey finalmente resolvem se conhecer em Nova York, mas antes que possam construir melhor seu namoro, eles terão que lidar com os complicados casos que envolvem sua família e amigos.

Dads
Donos de uma bem sucedida empresa de vídeo games, Eli e Warner tem suas vidas viradas de cabeça para baixo quando seus respectivos falidos e inconvenientes pais decidem morar com eles.

Brooklyn Nine-Nine
O detetive Jake Peralta é um nato “resolvedor” de problemas que recebe os melhores pontos da delegacia em que trabalha, mas seu maior empecilho é sua própria personalidade de preferir não enfrentar as dificuldades de uma vida adulta.

Sleepy Hollow
Passado para os dias de hoje, A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça ganha vida novamente mostrando o enredo que parte dos acontecimentos de um detetive de Nova York que se une ao xerife para tentarem solucionar os mistérios da cidade, mas vão encontrar algo muito maior: uma luta entre o bem e o mal.

Almost Human
Em 2048, cada policial contará com um parceiro androide que será responsável por ajudá-lo no combate ao crime. Quando sofre um acidente, John ignora qualquer tática de ter um desses robôs aliado ao seu trabalho, porém para sua total segurança é forçado a pelo menos andar acompanhado por um modelo menos eficiente e com defeitos, mas que parece assumir identidades e emoções de um ser humano.


Quem deve hitar: “Almost Human”, “Sleepy Hollow”, “Dads”, “Gang Related”, “Rake” e  “Brooklyn Nine-Nine”.

Quem deve flopar: “Enlisted” e“Surviving Jack”.

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As novas séries da CBS para a temporada 2013/2014

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por Léo Balducci

Chegamos à época em que várias das nossas séries favoritas entram no hiatus de fim de temporada e nos fazem ficar se boca aberta (ou não) com suas ‘season finale’, e o único estímulo que se pode ter é colocar em ordem os episódios atrasados. Por outro lado, é agora também que todas as emissoras divulgam sua nova grade de programação, alterando horários e mostrando as já tão aguardadas novas séries.

Esses anos têm muitas surpresas e obviedade para a próxima ‘fall season’ (que começa a partir de setembro), porém acima de tudo temos promessas incríveis de produções de alta qualidade e que devem dominar seus horários em audiência. Para isso, preparamos esse especial para exibir os novos hits (e talvez alguns fiascos) da CBS.


A emissora de maior audiência nos Estados Unidos continue firme e forte ao reformular sua grade de programação, fazendo uso de bons horários e ótimos lead-in para seus prováveis hits. Como de costuma, a maior parte das estreias ainda é de comédias - muito bem planejadas por sinal - sendo as mais aguardadas “Mom” e “The Crazy Ones”. Enquanto a série que recebe o título materno terá Anna Faris como protagonista e produção de Chuck Lorre (criador de “Two And Half Men”, “The Big Bang Theory” e “Mike & Molly”), a parte da loucura num ambiente de trabalho ficará por parte de Sarah Michelle Geller – que está retornando à TV após a regular, mas cancelada, “Ringer” – e o incrível Robbie Williams – que traz a grande aposta de astros da temporada.

The Millers
Quando finalmente consegue se divorciar de um casamento de três anos, Nathan Miller vê que sua liberdade de solteiro pode estar com os dias contados se sua mãe realmente for viver com ele depois do inesperado rompimento da relação de seus pais – que teve como inspiração sua própria decisão.

The Crazy Ones
Sendo o maior responsável pela sua bem-sucedida agência de publicidade, Simon Roberts (Robie Williams) percebe que sua tarefa de pensar em bons meios de criar propagandas não é mais tão fácil quando sua filha Sydney (Sarah Michelle Gellar) é sua sócia e se nega a aceitar seu lado criativo e louco de colocar a empresa para frente.

Hostages
 
A conceituada cirurgiã Dra. Ellen Sanders (Toni Collette) se vê numa bela enrascada quando tem sua família sequestrada pelo criminoso infiltrado no FBI Duncan Carlisle (Dylan McDermott). Acontece que como ela é a responsável por operar o Presidente dos Estados Unidos, será obrigada a deixar o homem mais poderoso do mundo morrer se quiser ter sua família livre novamente.

Intelligence
O espião Gabriel (Josh Holloway) acaba de receber um chip especial implantado em seu cérebro que permite acessar diretamente fontes globais, wifi, telefone e até mesmo satélites. Acontece que o chip também faz com que as informações sejam transmitidas por sua mente em 3D bem diante de seus olhos, fazendo com que ele não consiga distinguir o real do imaginário.

Mom
Ana Faris é uma mãe solteira de 2 filhos que só sabe se meter em várias confusões seguindo alguns conselho de sua nada responsável mãe (Allison Janney). Mesmo tendo que agir como uma figura materna, ela mal consegue resistir às tentações de um mundo bem complicado.

We Are Men
Após ser abandonado no altar por sua noiva, Carter resolve se mudar para uma espécie de república com quem divide espaço com mais três homens solteiros. Como se não bastasse ele vai ter que aturar a personalidade diferente de cada um, sendo o jeito conquistador de Frank Russo (Tony Shalhoub), o pai que tem problema com relacionamentos amorosos Gil Bartis (Kal Penn) e o ginecologista antiético Stuart Strickland (Jerry O’Connel).


Quem deve hitar: “The Crazy Ones”, “Mom”, “Intelligence” e“Hostages”.

Quem deve flopar: “We Are Men”.

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As novas séries da ABC para a temporada 2013/2014

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por Léo Balducci

Chegamos à época em que várias das nossas séries favoritas entram no hiatus de fim de temporada e nos fazem ficar se boca aberta (ou não) com suas ‘season finale’, e o único estímulo que se pode ter é colocar em ordem os episódios atrasados. Por outro lado, é agora também que todas as emissoras divulgam sua nova grade de programação, alterando horários e mostrando as já tão aguardadas novas séries.

Esses anos têm muitas surpresas e obviedade para a próxima ‘fall season’ (que começa a partir de setembro), porém acima de tudo temos promessas incríveis de produções de alta qualidade e que devem dominar seus horários em audiência. Para isso, preparamos esse especial para exibir os novos hits (e talvez alguns fiascos) da ABC.

Quem não fica atrás quando o quesito é qualidade e grandes premissas é a ABC. Sendo considerada a maior emissora dos Estados Unidos, ela traz o grande hit da temporada: “Agents Of S.H.I.E.L.D.S.”. A série extraída direta do universo Marvel tem tudo para se consolidar como a melhor estreia dentre todos os canais, e ainda de quebra deixar milhares de fãs dos Super-Heróis, criado pela gigante dos quadrinhos, aficionados por cada episódio. Além disso, outro ponto forte da ABC é o spin-off de “Once Upon A Time”, que intitulado com o subtítulo de “Wonderland”, trará o melhor e a nada convencional história do clássico “Alice no País das Maravilhas”. E tem ainda “Ressurrection”, que pega carona no sucesso de zumbis de “The Walking Dead”, só que mostrando um lado bem mais dramático de ter entes queridos retornando à vida.

Back In The Game
Saída de um recém-divórcio, Terry não vê alternativa a não ser voltar a viver com seu ranzinza pai, que também era um experiente jogador de baseball. Motivada pelo espírito esportista, ela resolve criar e treinar seu próprio time de baseball usando as crianças rejeitadas pelo time principal da escola local, o problema é que seu filho parece está na lista e parece não ter nenhum dom para o jogo.

Betrayal
Não bastou muito para que Sara e Jack acabassem se envolvendo numa intrigante paixão, que acaba percorrendo uma ação judicial. Tudo parece ficar ainda pior quando o marido de Sara resolve ser o advogado de um complicado caso com muita repercussão da imprensa, que tem por trazer à tona ligações pessoais com Jack.

The Goldbergs
Vivência nos anos 80, a família Goldbergs tem muitas histórias para contar com três filhos, um pai bem nervoso e um avó brincalhão e que só quer se divertir. Os casos são contados pelo filho mais novo no futuro, mostrando assim apenas seu ponto de vista de casa situação.

Killer Women
Numa pequena cidade do Texas, uma durona e sedutora mulher movimenta os principais acontecimentos do grupo investigativo da polícia local. A série é inspirada na argentina “Mujeres Asesinas” e traz a atriz Sofia Vergara (Moderny Family) como produtora.

Lucky 7
Um grupo de trabalhadores de um posto de gasolina resolvem apostar juntos na loteria e acabam por ganhar o prêmio máximo. No entanto, talvez nem tudo seja mil maravilhas quando isso começa a criar diversos problemas para todos os envolvidos.

Agents Of S.H.I.E.L.D.S.
Tirado do universo Marvel, o agente Phil Coulson recebe e importante missão de recrutar pessoas das mais diversas personalidades para organizarem investigações por casos secretos que desafiam a lógica e acontecimentos comuns.

Mind Games
Donos de uma empresa que resolve problemas diferenciados, os irmãos Clark e Ross sabem muito bem persuadir pessoas e fazerem mudarem de ideais para o bem de seus clientes. Enquanto Clark é um psicólogo competente e astucioso estudador do comportamento humano, Ross já teve seus dias como golpista.

Mixology
A série do mesmo criador de “Se Beber, Não Case”, mostra um grupo de amigos que só querem se divertir enquanto tentam encontrar amor e um bom bar em Nova York.

Once Upon A Time In Wonderland
Com claros sintomas de problemas psicológicos, Alice acaba sendo internada num sanatório para tratar de sua compulsão em imaginar que esteve em outro mundo vivendo incríveis aventuras ao lado de um gênio da lâmpada. Tendo fantasiado lutas contra piratas e a própria Rainha de Copas, a garota finalmente consegue voltar a realidade e se convencer de que tudo não passou apenas de sua imaginação, mas quando percebe já está novamente dentro desse País das Maravilhas onde deixou um grande amor esquecido.

Ressurection
Um fenômeno inacreditável começa a acontecer numa pacata cidade dos Estados. Entes queridos que já faleceram aparecem na porta de suas casas como se nada tivesse acontecido, usando da mesma aparência de antes.

Super Fun Night
Quando três amigas resolvem fazer o pacto de jamais curtirem a vida em bares ou boates da noite, elas mal podiam imaginar que seriam taxadas como esquisitas e anti-sociais. Assim que uma colega de trabalho de Kimmie resolve desafiá-la, ela convida suas amigas para partirem para a diversão noturna na cidade grande.

Trophy Wife
Sempre muito festeira e divertida, Kate acaba se apaixonando por um homem mais velho e resolve formar uma família com ele. O que ela mal poderia imaginar é que além de ter que aturar as duas ex-esposas de seu namorado, teria também que cuidar dos filhos e lidar com os típicos problemas de uma vida adulta.


Quem deve hitar: “Agents Of S.H.I.E.L.D.S.”, “Once Upon A Time In Wonderland”,   "Ressurection", "Super Fun Night" e“Killer Women”.

Quem deve flopar: “Lucky 7”, “Mixology”, “Trophy Wife” e “Mind Games”.

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Por que assistir "Teen Wolf"?

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por Léo Balducci

Adaptação do filme homônimo estrelado por Michael J. Fox, “Teen Wolf” é o tipo de série que consegue mesclar muito bem um suspense relativo, bons diálogos com pitadas de comédia e aquele romance envolvente (sendo este o último gênero a ser notado diante dos acontecimentos). Enquanto muitas produções com tema sobrenatural procuram apresentar cenas rigidamente verificadas pela censura, essa não se preocupa nem um pouco em consagrar a exposição de sangue ou representar elementos mais obscuros e concretos, assim atraindo um público mais modesto a “degustar” esse tipo de relação mais expressiva. Além disso, vale ressaltar seus números de audiência bastante satisfatórios para os padrões da MTV, atribuindo assim o sinônimo de sucesso.

A narração parte de Scott McCall (Tyler Posey), um jovem normal que vê sua vida mudar completamente ao perceber que foi mordido por um lobisomem – assumindo assim a “maldição” do mesmo. Com a ajuda de seu amigo Stiles Stilinski (Dylan O’Brien), ele começa a descobrir e fazer parte desse novo mundo sobrenatural (às escondidas) enquanto tem que lidar com os típicos problemas da adolescência (com tantos hormônios se aflorando) e um misterioso lobisomem conhecido como Derek Hale (Tyler Hoechlin). Fazendo uso de suas habilidades especiais, ele entra para o time de Lacrosse de seu colégio e desperta a ira (e inveja) do capitão Jackson (Colton Haynes) e o interesse de uma nova aluna de seu colégio, Allison Argent (Crystal Reed). O que ele mal podia imaginar é que, além dos mistérios envolvendo sua cidade, havia uma grande ligação entre várias pessoas do qual estava se aproximando.



Não há como negar que a 1ª temporada (principalmente o episódio piloto) é repleto de climas clichês e até certo ponto um tanto desnecessários com efeitos especiais inevitavelmente precários, mas sua reta final e a 2ª temporada deixam de lado qualquer um desses problemas por saber abordar, de forma coerente, toda a essência retirada das situações anteriores. Apesar de utilizar um enredo jovem, o sentido de toda a produção é condizente com as expectativas do público e gera uma influência positiva sobre os temas que são colocados em destaque - como a homossexualidade, autoconfiança, conflitos familiares, popularização pessoal, egoísmo, vingança, entre várias outras. Além disso, é preciso esclarecer que o elenco pode não ser o melhor em atuação, mas consegue “dar conta do recado” e passar a fidelidade das cenas sendo expostas, fazendo com que os personagens – que no decorrer da trama tiveram um incrível desenvolvimento de características próprias – possam ser bem explorados. Outro ponto de evidência é a trilha sonora, que permite dar todo o ritmo que cada momento pede (é claro que nesse caso a MTV não podia errar). No entanto, a maior parte dos méritos vai para a direção de arte, maquiagem e figurino, que souberam de forma exata trabalhar na personificação dos cenários e personagens.

Por fim, é preciso dizer que “Teen Wolf” é uma série feita ‘sob medida’ para quem anseia por se aventurar por uma alcateia de lobos ao mesmo tempo em que acompanha as confusões que um jovem lobisomem consegue arranjar. Afinal, impossível não soltar nenhum sorrisinho com as piadas (bem sarcásticas) de Stiles!

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Por que assistir "2 Broke Girls"?

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por Léo Balducci

Se existe uma comédia que não inibe preconceitos e usa sátiras sem escrúpulos do cotidiano, essa é “2 Broke Girls”! A série se mostrou uma forte concorrente dos maiores sitcom dos Estados Unidos, como “The Big Bang Theory” e “Modern Family”, ao apresentar um enredo tão condizente com os dias de hoje que fica inevitável não rir, sequer uma vez, com as piadas internas e inegavelmente engraçadas de Max e Caroline. As duas amigas “botam pra quebrar” e não hesitam em passar pelas situações mais embaraçosas e desagradáveis possíveis para tirar risadas dos espectadores, dando de praxe uma audiência bem satisfatória para os patrões altos da CBS (ela, geralmente, domina as noites de segunda dos shows roteirizados).

A produção narra à busca de Max (Kat Dennings), pobretona que convive desde o berço com as nuances da vida sem dinheiro, e Caroline (Beth Behrs), a filha rica da família Channing que perdeu tudo, para almejarem seu maior sonho: abrir uma loja de cupcakes. Ambas trabalham como garçonetes numa lanchonete, onde a maior parte das piadas é tirada, e dividem um apartamento em Williamsburg, no Brooklyn, Nova York. Além disso, temos personagens como Han (Matthew Moy), o coreano dono da lanchonete em que as garotas trabalham e que é alvo de “zoação” delas por ser baixo e um pouco afeminado para o gosto de muitos, Oleg (Jonathan Kite), o cozinheiro safadão que não perde uma oportunidade de falar ou insinuar ações sexuais, Earl (Garrett Morris), o nada administrador da lanchonete que parece sempre estar chapado, e Sophie (Jennifer Coolidge), a polonesa vidrada em sexo (parceira de Oleg nisso) que ama cupcakes e que não evita em ser a mais inconveniente e engraçada do grupo.


Todo o caminho que as duas garotas fazem para tentarem abrir sua nova loja vai por água a baixo na maioria dos episódios, principalmente, por acontecimentos inusitados que liberam o melhor do equilíbrio cômico das personagens. Ao final de cada episódio, temos as cifras dos dígitos de quanto elas conseguiram juntar (que acaba por ser bem desastroso). Não há como negar que a série é bem basicão e popular, abusando dos privilégios que recebe e não se prendendo a conceitos comuns ou normais estabelecidas. Na verdade, temos muitas piadas preconceituosas (que parte mais da Max) e que dão todo o ritmo que a sitcom precisa para atrair e satisfazer seu público, afinal vivemos num mundo em que o bullying é constantemente citado como forma de agressão moral, mas que se esquecem de sua própria moralização perante sua ética e comportamento na sociedade. Faz parte “zoarmos” (com a dosagem certa) a personalidade de cada um, e 2BG sabe muito bem como fazer isso com os diferentes estereótipos.

Enfim, “2 Broke Girls” é àquela série que te faz rir dos outros, porém mais pelo que eles representam diante de uma cidadania tão imperfeitamente questionável em que todos podemos fazer o que quisermos desde que arcarmos com as consequências. Não é nenhuma comédia leve, muito pelo contrário, e é exatamente isso que a faz um sucesso, assumindo a posição de apenas entreter num humor às vezes negro sem preceitos!


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Por que assistir "The Following"?

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por Léo Balducci

Quando a FOX anunciou que estaria produzindo uma série escrita por Kevin Williamson,  co-criador da franquia "Pânico" e da adaptação para televisão de "The Vampire Diaries", a mídia já começou a criar suas apostas, já que o autor é muito bem conhecido por conseguir captar a essência de um suspense e explorar vários elementos para dar a cartada surpresa de ação, o que conquistou com êxitos com produções como “24”. Logo, “The Following” se tornou a série mais esperada da Temporada 2012/2013 e teve uma estreia prestigiada, com mais de 10 milhões de espectadores e uma ótima demo para a emissora. Saindo dos termos técnicos, a produção traz excelentes atores atuando em personagens misteriosos e muito bem elaborados.

Kevin Bacon (Homem Sem Sombra, Sobre Meninos e Lobos) protagoniza como o detetive do FBI aposentado Ryan Hard que resolve voltar a ativa após o serial killer que ajudou a prender escapar e iniciar uma seita. No decorrer da trama, somos introduzidos a “flashbacks” que nos mostram parte do trajeto percorrido pelo detetive para impedir Joe Carrol, assim como situações de sua vida pessoal que contribuem para nosso entendimento do caso – o que pode ser considerado como a grande sacada da série. Mesmo atrás das grades, Carrol comanda uma fiel lista de seguidores, que assumem o compromisso de seguir todos os acordos deixados por ele num esquema imprevisível que tende a criar na realidade os passos de um singelo roteiro de um poeta. Quem poderia imaginar que o professor universitário perfeito e inofensivo que ama profundamente sua esposa seria capaz de matar e incentivar pessoas a fazer o mesmo baseado numa escrita poética?!


Tudo parece incerto e realmente é quando uma mente brilhante está por trás de crimes programados há muito tempo e situações constantes de descontrole, principalmente, por Carrol usar sua habilidade de drenar as emoções de suas vítimas com base em seu ponto fraco. Os sentimentos atribuídos à trama permitem nos identificar com as personagens enquanto somos imensuravelmente surpreendidos por ocasiões e feitos que exploram o raciocínio lógico e a reflexão poética destinando manter um foco na compreensão dos fatos. É absurdamente genial como Kevin sabe impor controles de cenas e emoções que consumam o telespectador de tal maneira que não aguentem esperar pelos próximos episódios. Além disso, ele também utiliza estereótipos para assumir a personalidade de todos que ingressam no roteiro, desde os vizinhos gays até a babá do filho de Joe que são muito mais do que parecem ser, e especular uma dramatização primordial de contato direto. O elenco parece que é escolhido a dedo para representar cada caracterização que partem de James Purefoy (Rome), Natalie Zea (Dirty Sexy Money), Shawn Ashmore (trilogia X-Men), Maggie Grace (Lost) e Annie Parisse (A Lenda do Tesouro Perdido). Destaque também para a direção de Marcos Siega, que já demonstrava seu talento na personificação do suspense com "The Vampire Diaries". A marcação expressa que Joe não quer apenas ser dito como um psicopata, mas sim como um mito que deixou seu legado a cada passo que dava durante sua vivência na Terra.

“The Following” é a série perfeita para quem gosta de um suspense policial aliado a assassinatos e um mistério que permeia inteiramente toda a produção, exercendo a influência de prender a quem assista. Não há dúvidas de que além do tiro certeiro da FOX e de Kevin, temos uma imensidade de poesia nos crimes e acontecimentos que retratam que temos tanto um lado bom quanto mal, onde designamos esses propósitos conforme nossos únicos desejos. 


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Indicados ao "Kids' Choice Awards 2013"

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por Léo Balducci

Saiu a lista dos indicados a edição de 2013 dos "Kids' Choice Awards", uma das grandes premiação voltadas para o público infanto-juvenil que elege seus ganhadores através de voto popular.

Com apresentação de Josh Duhamel, a premiação acontece dia 23 de Março e traz os favoritos dos jovens, como os filmes "O Espetacular Homem-Aranha", "Os Vingadores", "Jogos Vorazes", as séries "Os Feiticeiros de Waverly Place" e "iCarly" e os artistas Johnny Depp, Andrew Garfield, Will Smith, Taylor Swift, Jennifer Lawrence, Kristen Stewart, Selena Gomez, One Direction, Justin Bieber e Katy Perry, concorrendo nas principais categorias.

Confira a lista:

TELEVISÃO

Série de TV Favorita
Boa Sorte Charlie
iCarly
Victorious
Os Feiticeiros de Waverly Place

Reality Show Favorito
America’s Got Talent
American Idol
The Voice
Wipeout

Desenho Favorito
Os Padrinhos Mágicos
Phineas e Ferb
Bob Sponja
Tom e Jerry

Ator de TV Favorito
Jake T. Austin (Os Feiticeiros de Waverly Place)
Lucas Cruikshank (Marvin Marvin)
Ross Lynch (Austin & Ally)
Carlos Pena (Big Time Rush)

Atriz de TV Favorita
Miranda Cosgrove (iCarly)
Selena Gomez (Os Feiticeiros de Waverly Place)
Victoria Justice (Victorious)
Bridgit Mendler (Boa Sorte Charlie)

CINEMA

Filme Favorito
O Espetacular Homem-Aranha
Os Vingadores
Diário de um Banana 3 – Dias de Cão
Jogos Vorazes

Ator de Cinema Favorito
Johnny Depp (Sombras da Noite)
Andrew Garfield (O Espetacular Homem-Aranha)
Zachary Gordon (Diário de um Banana 3 – Dias de Cão)
Will Smith (Homens de Preto 3)

Atriz de Cinema Favorita
Vanessa Hudgens (Viagem 2 – A Ilha Misteriosa)
Scarlett Johansson (Os Vingadores)
Jennifer Lawrence (Jogos Vorazes)
Kristen Stewart (Amanhecer Parte 2)

Filme de Animação Favorito
Valente
A Era do Gelo 4
Madagascar 3: Os Procurados
Detona Ralph

Dublador Favorito
Chris Rock (Madagascar 3: Os Procurados)
Adam Sandler (Hotel Transylvania)
Ben Stiller (Madagascar 3: Os Procurados)
Taylor Swift (O Lorax)

Buttkicker Masculino Favorito
Robert Downey Jr. (Os Vingadores)
Andrew Garfield (O Espetacular Homem-Aranha)
Chris Hemsworth (Os Vingadores)
Dwayne Johnson (Viagem 2 – A Ilha Misteriosa)

Buttkicker Feminina Favorita
Anne Hathaway (Batman – O Cavalheiro das Trevas Ressurge)
Scarlett Johansson (Os Vingadores)
Jennifer Lawrence (Jogos Vorazes)
Kristen Stewart (Branca de Neve e o Caçador)

MÚSICA

Grupo Favorito
Big Time Rush
Bon Jovi
Maroon 5
One Direction

Cantor Masculino Favorito
Justin Bieber
Bruno Mars
Blake Shelton
Usher

Cantora Feminina Favorita
Adele
Katy Perry
P!nk
Taylor Swift

Música Favorita
“Call Me Maybe” (Carly Rae Jepsen)
“Gangnam Style” (PSY)
“We Are Never Ever Getting Back Together” (Taylor Swift)
“What Makes You Beautiful” (One Direction)

MAIS

Atleta Masculino Favorito
LeBron James
Michael Phelps
Tim Tebow
Shaun White

Atleta Feminino Favorito
Gabrielle Douglas
Danica Patrick
Serena Williams
Venus Williams

Vilão Favorito
Reed Alexander (iCarly)
Simon Cowell (The X Factor)
Tom Hiddleston (Os Vingadores)
Julia Roberts (Espelho, Espelho Meu)

Livro Favorito
Diário de um Banana
A Saga Harry Potter
A Trilogia Jogos Vorazes
A Saga Magic Tree House

Videogame Favorito
Just Dance 4
Mario Kart 7
Skylanders Giant
Wii Sports

Aplicativo Favorito
Angry Birds
Fruit Ninja
Minecraft
Temple Run

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