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Katy Perry pega fogo, sofre na neve e é atropelada em clipe mais que lindo de "Unconditionally"

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Confessamos que quando Katy Perry resolveu investir em uma baladinha para o segundo single do álbum PRISM, não ficamos nem um pouco animados, mas é aí que entra Katia e suas peripécias únicas e lança esse clipe lindo e maravilhoso. A produção audiovisual de Unconditionally foi lançado nessa quarta-feira (20/11) para o mundo, trazendo a direção impecável de Brent Bonacorso, e podemos dizer que estamos incondicionalmente prismados de encanto!

O clipe parece até ser um Firework 2.0, mas traz muita originalidade e condiz com o conceito da música. Até a transição de cenas segue perfeitamente o ritmo da melodia e as batidas, o que torna nossa visão como espectadores ainda mais admiráveis. A cantora recita os versos entre intensas danças coreografadas por seus dançarinos, que utilizam de trajes de época para deixar mais fascinante o modelo real adotado. O modo como o fogo é retratado, tanto no corpo de Katy quanto na cama, fortificam o sentido da faixa. É impressionante os detalhes visíveis, como a neve percorrendo e cabelo escuro de Katia e as penas da coruja. No final, toda a intensidade do ‘amor incondicional’ é demonstrado pela colisão com o carro, onde podemos notar o vidro do retrovisor se espatifando diante da força do sentimento dela. Muitas cenas em slow-motion também mostra a dedicação extraordinária para edição e aplicação de efeitos especiais (quem não queria pular lá como o menininho?). É uma produção digna de filmes e todos os envolvidos merecem vários Applauses!

Assista (:o):



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Review: A luz de Katy Perry em "PRISM"

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Após encerrar todos os seus projetos com o álbum Teenage Dream, Katy Perry resolveu tirar umas boas férias para colocar a cabeça no lugar – nada mais do que merecido, afinal foram 8 singles contando com a o relançamento do disco, que rendeu mais duas faixas. Repetir o feito grandioso do disco multi-platinado é bem mais complicado do que talvez aparente ser, pois além disso conseguir levantar sua carreira, também recebeu inúmeros prêmios (sem Grammy, #KatiaXatiada), Katycats e a consagração como uma das maiores artistas POP da atualidade. Sem nenhuma dessas pretensões, a cantora queria apenas continuar fazendo músicas que pudessem cativar as pessoas, e assim nasceu PRISM. Nada sombrio do que tanto se falava, o álbum é realmente um prisma que reflete o brilho de várias inspirações da própria Katy, mostrando seu lado musical que muitos não conheciam.

Não há como questionar o imenso sucesso de Roar, primeiro single dessa “nova era”, mas agora diante do repertório completo, podemos dizer que ela é como aqueles emoticons do antigo/finado MSN, querendo dizer tudo e nada – o hit que a gravadora queria, mas sem aquela emoção que tanto queríamos. Unindo sentimentos com nossas típicas situações da vida, o repertório está repleto de aprendizado da Professora Katia, que vão desde essas decepções amorosas até confiar em Deus que tudo vai dar certo. By The Grace Of God soa tão singela, único e pessoal para ela, que fica impossível não parar para se identificar. Isso também acontece com Spiritual, apesar de essa ser bem mais modesta. As conhecidas Dark Horse – essa mais “sombria” que filmes do Tim Burton com Johnny Depp – e Walking On Air (imaginamos já um coral da igreja só no “tonight”) se encaixam bem na tracklist e faz jus aos comentários de quem dizia que Katia ama/é sair de sua zona de conforto. As duas são maravilhosas musicalmente e por mais que não sirvam como um single, são fortes e trazem essa imposição de que é ela quem manda no pedaço.


Das gotosinhas para se ouvir, temos International Smile, Birthday e This Is How We Do. Na primeira, ela incorpora a garota que vê no cara sorrisos de vários países, descrevendo inclusive o Rio (só pra gente amar mais). Tem cheiro de hit! Já na segunda (está na moda todos terem música com esse nome), temos algumas batidas bem século passadas, e é isso que nos faz querer comemorar esse aniversário. Já a terceira tem um refrão bem chiclete e um ritmo bastante agradável – porém é mais do mesmo, contudo tem até um bom potencial daquele single que gruda na cabeça.

Muitos, mas muitos mesmos estavam ansiosos para poder ouvir Double Rainbow, uma colaboração de Sia. Dona de grandes hits, era lógico que a compositora traria outro para Katia – só que não. A música não é ruim e até vemos ela com um clipe bem bonitinho, mas não é tudo isso que esperávamos. E aqui vem o maior smash-hit do álbum: Lengedary Lovers. Essa é a faixa que representa toda a essência e conceito do título do disco, tendo um refrão devastador e que você vicia já nos primeiros versos com tudo combinando tão bem (batidas, ritmo, melodia se unem para esse “destruidor-de-carreiras”) – no pós-refrão tem até algo meio à lá Caminhos das índias feat. Come & Get It. Falando em coisa boa, Unconditionally também merece destaque! Ela foi escolhida para ser o próximo single e ficamos contentes. É uma baladinha bem sentimental e pra jogar o amor para cima e tem esse brilho que tantos enfatizamos. No entanto, This Moment, Love Me, Ghost e It Takes Two são aquelas meio deslocadas e que não fazem diferença estar dentro ou fora do repertório – mesmo a última sendo bem chiclete. São as para agradar o povão! Terminando com Choose Your Battles, temos aqui uma poderosa canção para dar aquela prismada que tantos precisamos e estendendo todo esse poder e força que Katy Perry possui diante de tantas dificuldades pessoais e profissionais que enfrentou (e continua enfrentando) ao longo de sua trajetória até a ascensão.

Por fim, PRISM é o contraste de cores e sentimentos que todos nós temos, o ponto alto e baixo de cada um, a constatação de nossa fé, a expressão de sua nossa personalidade e sua linha de coesão, sua luz. Não é nenhum álbum do ano, não tem a diversão e zoeira de Teenage Dream e muito menos os sonhos, ilusões e confrontos de One Of The Boys, mas é um porto-seguro para Katy, servindo como molde de sua frustração e sucesso. E como diria uma velha amiga nossa, é só “ascender à luz e deixá-la brilhar”!



Artista: Katy Perry
Álbum: PRISM
Lançamento: 22 de Outubro de 2013
Selo: Capitol / EMI
Produção: Cirkut, Dr. Luke, Max Martin
Duração: 1h 2 min
Gênero: POP


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Katy Perry é uma perdida na floresta que vira Tarzan em clipe de "Roar"

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Estava todo mundo muito alvoroçado esperando o lançamento do promissor clipe de Roar, single que inicia os trabalhos de Katy Perry com o álbum Prism. E de fato é tudo muito incrível, com Katópolis sofrendo um acidente de avião e levando tudo no bom humor sobre como sobreviver a uma floresta cheia de animais selvagens.

A produção traz uma ótima fotografia, além de efeitos visuais dignos de um Oscar (não deu para Grammy, mas quem sabe?!). Seja como Tarzan ou Jane, ela soube mostra como está feroz e pronta para amansar qualquer Kitty Purry com seu mega rugido (ainda mais nos lives, né Katy!). Uma boa percepção da qualidade visual do clipe são as partes que ilustram como desenho as paisagens da mata, assim como as posições de câmera e os grandes efeitos de vagalumes virando um tigre rugindo. Incrível como é fácil arrumar energia para recarregar o celular e tirar fotos com seu amiguinho macaquinho. De qualquer forma, elefante te ajudando a tomar banho, escovar os dentes de um crocodilo e fazer do tigre seu katycat é totalmente normal quando se tem um rugido de Katy Perry!

Corre pra ver (com Katy se tornando o novo Tarzan da parada só se esfregando nos cipós):



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