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Madonna ou Lady Gaga: Quem é a Rainha do Pop?

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por Léo Balducci

Toda essa repercussão sobre as discussões entre Madonna e Lady Gaga  estão se tornando uma rebelião aberta entre os fãs das cantoras e enchendo a mídia de prós e contras toda as polêmicas, músicas, números de vendas e indiretas desnecessárias. Afinal, parece até mesmo que os sites estão se posicionando perante quem realmente é a verdadeira Rainha do Pop, porém isso é muito mais complexo do que possa parecer (ou até simples demais)!

Anteriormente, tanto os “little monsters” quanto os fãs de Madonna viviam pacificamente vendo suas divas tirando fotos juntas e mostrando uma relação de afeto uma com a outra, pois estar no mercado não significa competição, mas sim união de base de fãs. No entanto, um terremoto começou a se formar assim que Gaga lançou a música “Born This Way”, do álbum com mesmo nome, assim foi inevitável comparações entre a faixa “Express Youself” da veterana do pop, que consistia em batidas e uma melodia bem parecidas. Em contrapartida, a cantora de Nova York revelou que para composição do single  – que tem o intuito até de passar a mesma mensagem - teve sim inspiração na faixa, porém reafirmando que o ritmo subsequente de sua canção é diferente bem como sua letra. No entanto, não adiantou nada pois a mídia começou a criar uma grande polêmica ao redor do assunto, causando o início de um intriga – ou guerra – entre os fãs.

Para apimentar ainda mais as coisas, Madonna resolveu fazer um medley bem pretencioso nos shows da “MDNA Tour”, onde cantava a música “Express Yourself”, “Born This Way” e “She’s Not Me”, onde essa última ficou reconhecida como uma conduta de provocação por parte dela já que ela incita que por mais que a música de Gaga seja parecida com a sua, aquela que deu voz e divulgação não foi ela – de uma maneira geral, mais uma forma de expressar que aquela se tratava de uma cópia de sua faixa. Como se não bastasse, ela soltou: “Imitação é uma forma de elogio”. Como Gaga também estava em turnê, resolveu desabafar com seus fãs sobre o ocorrido uma vez em um de seus shows, mas deixou claro que prefere não dar importância para tais formas de atacá-la.

E ficou assim por um bom tempo: enquanto Madonna atacava causando mais polêmica, Lady Gaga apenas ignorava. Os fãs também já declararam uma guerra fã-base contra fã-base. E o Brasil novamente virou cenário mundial, só que dessa vez foi para essas duas artistas. Correndo o mundo com suas turnês, elas arrecadaram milhões de dólares em shows lotados muito bem sucedidos, eis que chega as apresentações em terra verde e amarela. Gaga não se dá muito bem no início, já que a produtora da turnê no país chegou até a fazer promoções que quase deram muitos ingressos de graça, o que já virou motivo para fazer montagens de fotos e piadas. Mas Madonna também não ficou muito na frente, pois não lotou o Estádio do Morumbi, assim como Gaga, e muito menos arrecadou uma fortuna imensa em ingressos, que também tiveram promoções. Motivos para tanto desinteresse? Bom, essa rixa entre os fãs contribuiu e muito, mas o principal foi o fato das cantoras terem vindo se apresentar no final do ano com ingressos absurdamente altos, onde nessa época os brasileiros costumam poupar dinheiro para não entrar o ano novo no vermelho, sem contar que o número de shows (Gaga fez 3 e Madonna 4) ajudou na diminuição de público em alguns locais – que se estenderam por todo o território. Estádios grandes e vários shows numa péssima época do ano para fãs gastarem, causou uma diminuição enorme na procura de milhares de ingressos!

Agora chegou o momento mais esperado do post, responder a grande pergunta: Quem é a Rainha do Pop? Bom, vamos aos fatos; Madonna recebeu o título e deve passar os próximos anos e morrer com ele, já que Rei uma vez, sempre Rei. Elvis Presley não deixou de ser o Rei do Rock porque morreu, nem Michael Jackson perdeu a coroa do Pop pelo mesmo fato, muito pelo contrário, continuam com a imagem intacta no cenário musical como lendas nos respectivos gêneros musicais. Esse título não significa que o Pop é uma hierarquia em que o mais forte domina, na verdade, essa foi uma forma de elogiar e reconhecer o talento de vários artistas e não de vedar as pessoas de ouvirem outras músicas ou estilos. Sobre Lady Gaga, não há como negar que ela também foi responsável por uma mudança drástica no cenário musical atualmente, introduzindo o eletro-pop de forma estrondosa nas rádios e mostrando sua moda extravagante e insubstituível. Então, não há brigas na música, apenas diferenças artísticas que não devem servir como motivo para induzir discussões sobre essas grandes artistas, uma que já está na estrada por décadas e outra que acabou de chegar mas que também conquistou milhões de fãs. Não adianta nada querer defender seu ídolo se não tem respeito pelo dos outros!


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Taylor Swift retorna às paradas, só que agora bem mais pop!

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por Léo Balducci


Não é de hoje que o mundo, principalmente os Estados Unidos e Brasil, escutam as músicas tão singelas, tristes e apaixonadas de Taylor Swift. Na verdade, a cantora country pop vem se consolidando cada vez mais no cenário musical atual, tendo inúmeros recordes e acumulando prêmios (Grammy não é mais nenhuma novidade para ela).

Além disso, ela se mostra diferente das demais artistas por investir num musicalidade inspirada somente em seus momentos, angústias e decepções. Em seus álbuns, com exceção de “Red”, Taylor reproduz seus universo e pensamentos de composição própria. Para os olhos da maioria das pessoas, isso seria altamente inaceitável e incabível devido ser um retrato puro de sua vida, dando a entender que ela não se preocupa com a consequência que pode gerar se não preservar sua vida pessoal.  No entanto, trata-se totalmente do contrário, tendo em vista que ela busca, acima de tudo, uma identificação com as demais garotas e até mesmo garotos que passaram, passam ou irão passar por tantas emoções e situações que talvez possam deixá-los perdidos no meio do caminho para se conhecerem.

Todo esse jeito de explorar sua vida pessoal e ser figurativamente lírica faz com que algumas manchetes acabem chegando aos tabloides. Prova disso é a música “Dear John”, extraída do álbum “Speak Now”, onde ela deixa claro que está se referindo a John Mayer, o tão famoso galanteador que parte corações (Cuidado Katy?!). Por mais sincero que possa ter sido, não chegou a ser uma ofensa, apenas uma declaração mais profunda de seus sentimentos, entretanto não foi assim que a mídia e muito menos o cantor analisou a situação. Ele se mostrou indignado com a ação de Taylor, que rebateu alertando que seu modo de interpretação não se resume só a ele, mas que o usou sim para escrever a canção.

Pretendendo manter suas origens, a norte-america resolveu apostar no ritmo que mais dá sucesso hoje em dia: o pop. Precipitada ou Ambiciosa demais? Nenhum dos dois. Tímida? Como diz na música “Fearless”, música do álbum de mesmo título, ela está aí para realmente ser corajosa e sempre procurar evoluir, tanto profissionalmente quanto no modo pessoal. Com “Red”, Swift abre mais uma vez seu diário de vida, porém não se dedica inteiramente em falar de si, mas sim compartilhar do cotidiano comum de uma garota, como exemplifica na música “We Are Never Ever Getting Back Together” – que alcançou o 1º lugar na Billboard Hot 100, a lista mais influente do mundo.

O primeiro single do álbum, além de ser animado, reforça várias vezes seus versos chiclete: “Nós nunca vamos voltar / Tipo, Nunca”. O Clipe segue o mesmo segmento de ser rápido e por isso é gravado em um único ‘tape’, sem intervalos, nem modificações, onde Taylor nem sempre está visível por ou estar trocando de roupa ou se preparando para entrar num carro aparentemente feito de papelão – mas altamente remodelado para ser o mais condizente com o que a cena busca.

O segundo single, “Begin Again”, é dito como aquela música humilde; um country muito bem organizado nos acordes e tentando passar aquela mensagem de relacionamentos. Temos também “I Knew You Were Trouble.”, “Red” e “State os Grace”, que foram divulgados semanalmente como prévia no programa matutino “Good Morning America” e liberados para venda no iTunes no dia seguinte, antes do lançamento oficial do álbum. Destaques também para “Stay Stay Stay”, “22”, “The Lucky One”, “Girl At Home” e a as parcerias “Everything Has Change” e  “The Last Time”, com Ed Sheeran e Gary Lightbody, respectivamente.


“Existe muito para se ouvir, muito com o que se conectar. O que espero que as pessoas possam tirar desse álbum é músicas para fazerem parte de suas vidas”, afirmou Taylor sobre “Red”.

“We Belong With Me”, “Mine”, “Back To December”, “Ours”, “Fifteen”  ou” Love Story”; não importa, pois ela consegue suprir qualquer necessidade que tenhamos para refletir.


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"Catch My Breath": Kelly Clarkson usa e abusa de sua essência pop

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por Léo Balducci

Diante de tamanha "enchente" de músicas eletro-pop, ainda restam alguns casos de artistas que continuam investindo no autêntico pop, ou mais precisamente, nesse caso, o pop rock. Nessa última lista podemos citar Kelly Clarkson. A cantora não sabe apenas como cativar seu público, mas também permanece com sua personalidade desde seu primeiro álbum, que retoma uma série de ritmos muito bem produzidos e que traduzem a essência da verdadeira música com letra.

Para promover o lançamento de seu primeiro "Greatest Hits" (álbum ou coletânea que artistas lançam com seus maiores sucessos), a primeira vencedora do "American Idol" resolveu dar a seus fãs uma composição sólida, a faixa "Catch My Breath". Não se trata de nenhuma obra-prima, mas cria elementos muito similares aos que os ouvintes costumam ouvir.

Distinto do single bombástico "What Doesn't Kill You (Stronger)", a música não cria nenhuma limitação perante seu contexto e ainda engloba instrumentos muito bem incluídos na melodia. Para ficar mais claro, ela possibilita a quem ouve embarcar na profunda letra que retrata toda sua trajetória até o estrelado, sem deixar de lado as dificuldades encontradas também durante sua fama.

Por falar nisso, a letra da canção é de extrema importância para o valor que ela adquire. "Catch My Breath" se mostra como um depoimento sincero de como ela fez de tudo para sempre dar seu melhor tanto em cima quanto fora dos palcos, percebidos nos versos do refrão: "Catching my breath / Letting it go / Turning my cheek for the sake of this show". O mesmo sentido volta quando ela admite estar determinada em seguir em frente sem que ninguém a desamine, onde cita como agora isso parece bem mais fácil. "No one can hold me back / I ain't got time for that / Catch my breath / Won't let them get me down / It's all so simple now". Demonstrando estar arrependida de algumas atitudes, ela inclui: "Keeping faith, Karma comes around."

Como dito anteriormente acima, a música não tem o melhor ritmo, nem a melhor melodia e muito menos é tão original, no entanto ela consegue suprir com todas as necessidades que pretende desempenhar ao longo das citações da vida de Kelly - que são feitas, logicamente, de forma poética. Apesar de parecer mais uma música descartada de um álbum, vale ressaltar que ela foi composta exclusivamente para esse "Greatest Hits". 

Enfim, para quem curte um pop sem muitas misturas de eletro e com batidas realmente feitas por bateria, "Catch My Breath" está aqui para evidenciar o fato de que música boa ainda vende. 

Confira abaixo o clipe da música, lançado na manhã dessa segunda-feira (12/11):

Recuperando mesmo o fôlego!

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