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Justin Timberlake vive os conflitos de uma relação perturbada em clipe de "TKO"

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Trazendo um conceito todo investindo no dark na segunda parte do “The 20/20 Experience”, Justin Timberlake lançou hoje (29/10) o clipe para TKO, que continua os trabalhos de divulgação do disco. E se vocês pensavam que seria algo mais ringue de briga, estão muito enganados! A produção traz uma bela trama (típica de novela mexicana, mas com aquele drama maior do Brasil), mostrando que sexo não é só o que todo casal faz depois daquela discussão bem apimentada.

Aqui, Justin é o marido da linda Riley Keough, que tem o dom artístico na veia (afinal é neta do eterno Elvin Presley), provocando a incrível química que eles conseguem desenvolver juntos. O casal vive em grandes conflitos, repletos de mentiras, inseguranças e pesares. Casada disso tudo, a mulher decide (depois de saciar sua quentura interior na cozinha mesmo numa rapidinha, e que rapidinha!), criar um plano bem malicioso digno daquele clímax de filme de suspense: amarrar uma corda nas pernas e mãos de seu “amado” e prendê-las na traseira de um carro para então arrastá-lo mundo afora. O final, nós deixamos para você conferir! A produção tem direção de Ryan Reinchenfeld e possui, além de um fotografia belíssima, todo um envolto entre-cenas do casal muito bem editadas (só pra gostarmos ainda mais deles juntos!).

Assista ao clipe (Assim como Elvis, Justin não morreu!):



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Review: Justin Timberlake te faz ver tudo mais POP e R&B com a segunda parte do "The 20/20 Experience"

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E quando Justin Timberlake anunciou que estaria lançando seu retorno à indústria da música, nós, meros mortais dependentes de músicas de qualidade, mal poderíamos imaginar que ele estava também preparando uma segunda versão para impressionar ainda mais nossos ouvidos e conquistar qualquer crítica que se preze. Não estamos colocando aqui o cantor num pedestal, muito pelo contrário (entenderão mais para frente), mas a música se encontra atualmente numa “regradação” de ritmos, onde antes quanto mais batidas e breaks eletrônicos uma música tem, mais superior ela seria em questão de produção. No entanto, isso está se invertendo! Letra importa mais do que batida, o que realmente é muito bom – mesmo que o eletrônico possa continuar presente. Não estamos questionando quem prefere uma farofa ou um instrumental, mas sim como a música evolui com o passar do tempo. Prova disso está nos charts – que de uma forma ou de outra, refletem o parecer do público -, onde canções “menos” produzidas estão dominando como os claros exemplos de Blurred Lines do Robin Thicke, We Can’t Stop da Miley Cyrus e por quê não Roar da Katy Perry!

Mas afinal o que Justin Timberlake tem haver com isso? Bom, T-U-D-O! Ele é um dos principais responsáveis por trazer toda essa tendência de que música boa não precisa te fazer dançar, mas sim sentir. Agora, lançando a segunda parte do The 20/20 Experience, ele deixa muito claro que, apesar de abordar uma melodia mais R&B em suas composições, um álbum precisa vender e decidiu apostar num trabalho bem comercial – não que a primeira parte não fosse, mas exibia muito mais força em inspirar do que vender, o que deu certo em ambos os sentidos.  O repertório do The 20/20 Experience – Part 2 of 2 é o símbolo de como a música muda, aproximando-se muito mais do conteúdo do FutureSex/LoveSounds. Porém, vamos por partes!

Começando com Gimme What I Don’t Know (I Want), temos aqui uma ótima introdução (para não dizer perfeita), usando a repetição do título intensamente no refrão – o que costuma acontecer bastante -, utilizando um coro de início e partindo para as batidas de palmas. Indo na sequência, talvez tenhamos aqui o mais comercial de todo o álbum! True Blood cairá muito bem como um futuro single (e é dele nossa aposta de 3ª música de trabalho do disco), e mesmo que os versos do começo possam não nos pegar na primeira ouvida, o pré-refrão faz isso muito bem, sem mencionar a melodia já customizada com batidas mais ágeis e até uma gingada de electro. Cabaret também cumpre seu papel diante do repertório bem estruturado, fazendo uso também de algumas repetições (o que com Drake ou sem Drake, daria no mesmo). Depois encontramos a animada TKO, que nos soa como algo que já tenhamos ouvido antes, como se fosse também da primeira parte – aqui nossa mais clara primeira associação com a proposta do disco. Ela é também bem comercial, principalmente no refrão e nas “pepecas”, mas nada que um soco em outro round não resolva. Take Back The Night continua com a vibe de pura energia, nada pretensioso, entretanto é a aquela boa visão que gostamos de ouvir do JT – e somos totalmente pegados pela noite com o pós-refrão partindo de trompetes, saxofones, trompas e estilos do gênero.

  

Depois disso, já estamos tomados pelo álbum e sua sonoridade e aqui as coisas começam a acelerar, a começar por Murder. Os versos são ditos de forma mais rápida e faz um crescente vocal com o ritmo com mais sintetizadores. Em outras palavras, é um belo assassinato com alguns estalados de dedos e uma jogada de dubstep quase despercebido no refrão, e claro, na presença do companheiro JAY-Z. Não duvidamos que venha a ser single! E o que seria esse Drink You Away? A música apresenta uma melodia que lembra bem o country, mas acaba quando o teclado entra para nos deixar mais familiarizado com o R&B. Mas não passa muito de algo que nós bebemos e vamos embora! You Got It On já chega para quebrar isso e ataca mais no comercial, de novo! Insistimos em comentar sobre isso, pois o disco realmente se rende aos estilos mais atuais, o que não é ruim e caiu muito bem nessa faixa. É confortável de ouvir, mas 5 minutos chega a cansar um pouco. Amnesia vem para nos fazer esquecer um pouco dessas distrações e continua com o gênero imposto pelas demais canções, nada que até então valha a pena se esforçar muito para lembrar, mas nos surpreendemos com os versos e ritmos que vem após a primeira parte da faixa, numa melodia bem agradável de se ouvir (pena que dura pouco). Only When I Walk Away é bastante repetitiva e gostamos disso. A voz de JT parece um pouco autotunada, mas o ritmo contagia mesmo e é uma das melhores nesse sentido! Not A Bad Thing é a mais longa (11 minutos) e última da versão Standard, sendo um ótimo final, e uma daquelas típicas melosas e românticas que tanto adoramos ouvir.

Se você chegou até aqui depois de canções bem extensas, saiba que ainda temos as da edição Deluxe! Blindness e Electric Lady são belas continuações para um fim e trazem mais bons ritmos para nossos ouvidos, ou seja, nada de inovador, apenas bom!

Por fim, sabemos que a segunda parte pode não ser tão incrível assim quanto a primeira, porém se juntarmos as duas, temos uma ótima coleção de faixas bem estruturas e prontas para aquele ouvinte que se interessa mais por letras do que por batidas. A música está sempre em transformação e é bom saber que teremos um Justin Timberlake para nos poder fazer ver e ouvir isso melhor (só esperamos que não demore novos 6 anos)!




Artista: Justin Timberlake
Álbum: The 20/20 Experience - Part 2 of 2
Lançamento: 30 de Setembro de 2013
Selo: RCA/Sony
Produção: Timbaland, Harmon
Duração: 1h 24min
Gênero: R&B/Pop

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Muita piração, aplausos, rugidos e vadiagem no "Video Music Awards 2013"

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Se você está procurando uma premiação muito louca, cheia de surpresas e com diversas caras e bocas (que vão desde a curtição de Taylor Swift até o tédio de Rihanna), está é sem dúvidas o Video Music Awards! E como não poderia ser diferente, a edição de 2013, que aconteceu na noite do último domingo (25/08), trouxe muitos aplausos, rugidos e várias tretas! Teve Lady Gaga “emperucada” trocando mais rápido de figurino do que RiRi lança álbum numa retrospectiva de seus hits (só na peruca) enquanto cantava Applause, Justin Timberlake arrasando em performances de seus sucessos ao mesmo tempo que o N'Sync se juntava para ver quem era o campeão em errar os passos de dança, uma Miley Cyrus bem assadinha usando sua mão de beisebol para pegar nas partes íntimas de Robin Thicke (dizem as más línguas que Miley tá louquinha pra ter seu próprio taco de beisebol) e uma Katy Perry no ringue soltando um rugido pré-gravado (Tarzan aprova!).

Teve rumores de que a Miley Twerk estava pronta para se apresentar com o single Wrecking Ball, mas preferiu dar para seu ursinho mesmo. Outros falaram que Katia tinha tudo para se apresentar na ponte do Brooklyn, porém foi barrada (Gaganás soltando aplausos!). No fim das contas, VMA é VMA e tudo que acontece é um verdadeiro imprevisto! Vamos agora às performances:

Lady Gaga – Applause
Para começar com chave de ouro (ou sutiã de mãos), Gaga iniciou o evento meio que cantando ópera encubada e fazendo caretas, o que foi meio estranho, mas depois foi uma grande retrospectiva de seus visuais (passando pela era The Fame). Apesar de ter sido uma apresentação até digna de aplausos, achamos que faltou algo mais, algo que realmente fosse mais Gaga (cadê o vestido de carne, o ovo da digevolução ou sua cartola num circo de horrores?). Pelo menos deu para curtir sem apelar para uma ave com cabeça!

 


Miley Cyrus & Robin Thicke – We Can’t Stop, Blurred Lines & Give It 2 U
Se houve um atrevimento nesse VMA, com certeza é da Miley Cyrus! Entendemos que Hannah Montana teve sua peruca enterrada no fundo do pré-sal, mas nem por isso precisa bancar a vadia-louca-possuída no palco. Com a ajuda de sua amiga Molly, a cantora soltou a voz em We Can’t Stop, o que vocalmente falando foi muito bom, e vulgarmente também! Se antes ela estava bem radical com seu cabelo curto, agora resolveu fazer cosplay da Mamusca. E Robin Thicke também mandou muito bem no Blurred Lines e se aproveitou de sua coleguinha Miley, que já na “inocência” da Molly, pegou em lugares que muitas mulheres gostariam e deu aquela encoxada básica (faltou bumbum, mas tudo bem!). Apesar disso, podemos dizer que continuamos loucos por essa Miley vadia!




Kanye West – “Blood On The Leaves”
A performance de Kanye West foi bem paradinha, afinal o rapper cantou só na escuridão da vida. Boatos de que Sulfite não comeu a vingança num prato frio, mas sim numa falta de luz!




Justin Timberlake (N’Sync) – Medley dos Hits
Teve um pessoal aí que ficou muito no recalque quando JT começou a se apresentar! Foi a apresentação mais frenética de todos os tempos, com o single Take Back To Night e as lendárias Sexy Back, Cry Me a River, Rock Your Body! Porém a vibração mesmo aconteceu quando os garotos (agora já não mais garotos, só homens-escorrega-no-palco) do N‘Sync apareceram e virou aquela loucura toda, que fez Taylor e Gaga ficarem possuídas pelo ritmo ragatanga. Embora tenha sido incrível, deu pra perceber muito bem que esse povo, sem Justin, estavam bem náufragos do sofá nos últimos anos, afinal mal conseguiam acompanhar a coreografia das músicas Girlfriend e Bye Bye Bye. E para finalizar com gritos e mais gritos, JT cantou Suit & Tie e Mirrors. Chorando rios de emoção!




Macklemore & Ryan Lewis feat. Mary Lambert (e Jennifer Hudson) – “Same Love”
Eles foram um dos grandes vencedores da noite e ainda fizeram por valor com uma apresentação simplória e inspiradora! Same Love é uma música de iniciativa ao apoio do casamento gay (que foi muito bem-vindo na premiação #chupaFeliciano). E para deixar a euforia ainda maior, tivemos a participação mais que especial de Jennifer Hudson, que soltou o vozeirão com a Mary Lambert.



Drake – “Hold On We’re Going Home” e “Started From The Bottom”
Drake até é legal, mas ele apelou usando regata! 
Nada de muito inovador, emocionante ou p*rra louca em sua apresentação. Na verdade, até Rihanna resolveu soltar aqueles bocejos de tédio!





Bruno Mars - Gorilla
Que Bruno Marte tem uma voz incrível não há como negar, no entanto ele anda um pouco “zoado” nas performances! Escolhendo Gorilla (achamos mais zoado ainda) como a nova música de trabalho do Unorthodox Jukebox, ele deixou muito a desejar nos tais efeitos pirotécnicos à lá Gaga - que costuma fazer. Já estamos cansados de fogo e gorilas no telão! E melhor, não queremos transar como gorilas!



Katy Perry – Roar

E a última performance da noite foi um rugido que só! Enquanto Gaga dava o fora da premiação, Katy fez questão de deixar azinimigas ainda com mais inveja numa apresentação com Roar, primeiro single do álbum Prism, em um ringue. E teve até uma coreografia bem ensaiada (com algumas frases pré-gravadas), com direito até a treinador vovô estátua (para que não entendeu, basta ver o vídeo no final e focalizar no vovô). Não foi dessa vez que pula a ponte do Brooklyn, mas foi um belo rugido!




BÔNUS


Um lugar de destaque também para Ariana Grande, que mostrou para a pirralhada toda a sua potência vocal ao cantor os singles Baby I e The Way, fazendo uma apresentação impecável! Ela pode até parecer inocente, mas nem tanto!



E agora vamos aos GIFs:

Rihanna e as animações da vida
Recalque ou sabedoria?
Sensualizando sem ser vulgar (sqn)
Ainda bem que eles deram "Bye Bye Bye" logo (Vergonha Alheia define!)
"Me encoxa que eu tô passada!"
Beija ou passa (versão só no carão!)?
Taylor e seus Ex! Selena e sua cara de paisagem!
Uma lirou bunda!
Porque a gente não quer fazer sexo como gorilas!
Taylor e Selena: Aqui é só piração!
Só para não perder o costume!
Prevendo lesão por esforço repetitivo!

Melhor cena da noite kkkkkkkkkkk'

Confira a lista dos vencedores:

Best Pop Video
Selena Gomez, “Come and Get It”
Video of the Year
Justin Timberlake, “Mirrors”
Best Hip Hop Video
Macklemore & Ryan Lewis feat. Ray Dalton, “Can’t Hold Us”
Best Male Video
Bruno Mars, “Locked Out of Heaven”
Best Female Video
Taylor Swift, “I Knew You Were Trouble”
Artist To Watch
Austin Mahone, “What About Love”
Best Collaboration
Pink feat. Nate Ruess, “Just Give Me A Reason”
Best Video With A Social Message
Macklemore & Ryan Lewis, “Same Love”
Best Rock Video
30 Seconds To Mars, “Up in the Air”
Best Art Direction
Janelle Monae feat. Erykah Badu, “Q.U.E.E.N”
Best Choreography
Bruno Mars, “Treasure”
Best Cinematography
Macklemore & Ryan Lewis feat. Ray Dalton, “Can’t Hold Us”
Best Direction
Justin Timberlake feat. Jay-Z, “Suit & Tie”
Best Editing
Justin Timberlake, “Mirrors”
Best Visual Effects
Capital Cities, “Safe and Sound”
Best Song of the Summer
One Direction, “Best Song Ever”
Michael Jackson Video Vanguard Award
Justin Timberlake

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Justin Timberlake curte a noitada no subúrbio de Nova York em clipe de "Take Back the Night"

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Após finalizar os trabalhos com a primeira parte do platinado The 20/20 Experience, Justin Timberlake continua investindo na música com a segunda parte do projeto de visão com a ajuda do single Take Back The Night. A música não é aquela que você ouve e já vicia na primeira vez (nem na segunda, nem terceira... Está mais para a décima), porém dá sequência ao estilo que o cantor vem adotando (meio oitentista e, nesse caso, com batidas e melodia que lembram as composições de Michael Jackson).

Com direção do trio conhecido como The Uprising Creative (que deram toda sua criatividade para os peitos das mulheres em “Tunnel Vision”), o clipe de Take Back The Night mostra um JT mais familiarizado com o subúrbio e cheio dos passinhos de dança (tem paradas para dançar com um garotinho e com qualquer outra que se atrever a passar pela rua). Muitas cenas foram gravadas nas ruas mais turísticas e de pura cultura nova-iorquina, como Chinatown, ao mesmo tempo em que Timberlake também é acolhido pelo povão na balada – enquanto caminha vai cumprimentando todos que conhece. Para ser mais “sou-pobre-mas-sou-sucesso”, ele ainda exibe gravações feitas durante um show de sua turnê, onde aparece com um visual bem simplório (mas sempre JT). Tudo é maravilhoso quando você sabe recuperar a noite sem esquecer suas origens!

Veja o clipe (quem sabe num aprende alguns passos de dança feat. calçada):



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Indicados ao "MTV Movie Awards 2013"

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Justin Timberlake será o grande apresentador da noite de premiações do MTV VIdeo Music Awards 2013, que acontecerá dia 25 de Agosto no bairro do Brooklyn, em Nova York. Sendo assim, acaba de serem liberados os indicados para os prêmios desse ano, que estão repletos de artistas renomados e até algumas surpresas.

O mais indicado, não poderia ser diferente, é JT com seis indicações, mas quem também está com o mesmo número é o Macklemore & Ryan Lewis, que dominaram as paradas desse ano. Na sequência, vemos Bruno Mars, que recebeu quatro indicações após chegar ao #1 com os singles “Locked Out of Heaven” e “When I Was Your Man”. P!nk, Robin Thicke (atual #1),
Thirty Seconds to Mars e Miley Cyrus aparecem com três cada.

E o melhor de tudo é que o publico será responsável por eleger os artistas vencedores em suas categorias. Para votar, baste clicar aqui.

Confira a lista na íntegra:

Video Of The Year
Justin Timberlake – “Mirrors”
Macklemore & Ryan Lewis feat. Wanz – “Thrift Shop”
Bruno Mars – “Locked Out of Heaven”
Robin Thicke feat. T.I. and Pharrell – “Blurred Lines”
Taylor Swift – “I Knew You Were Trouble”


Best Hip-Hop Video
Macklemore & Ryan Lewis feat. Ray Dalton – “Can’t Hold Us”
Drake – “Started From The Bottom”
Kendrick Lamar – “Swimming Pools”
A$AP Rocky feat. Drake, 2 Chainz & Kendrick Lamar – “F**kin Problems”
J. Cole feat. Miguel – “Power Trip”


Best Male Video
Justin Timberlake – “Mirrors”
Robin Thicke feat. T.I. and Pharrell – “Blurred Lines”
Bruno Mars – “Locked Out of Heaven”
Ed Sheeran – “Lego House”
Kendrick Lamar – “Swimming Pools”


Best Female Video
Rihanna feat. Mikky Ekko – “Stay”
Taylor Swift – “I Knew You Were Trouble”
Miley Cyrus – “We Can’t Stop”
P!nk feat. Nate Ruess – “Just Give Me A Reason”
Demi Lovato – “Heart Attack”


Best Pop Video
Bruno Mars – “Locked Out of Heaven”
Justin Timberlake – “Mirrors”
fun. – “Carry On”
Miley Cyrus – “We Can’t Stop”
Selena Gomez – “Come and Get It”


Artist To Watch Presented by Taco Bell
Twenty One Pilots – “Holding On To You”
Zedd Feat. Foxes – “Clarity”
Austin Mahone – “What About Love”
The Weeknd – “Wicked Games”
Iggy Azalea – “Work”


Best Collaboration
Justin Timberlake feat. JAY Z -”Suit & Tie”
Pitbull feat. Christina Aguilera – “Feel This Moment”
Calvin Harris feat. Ellie Goulding – “I Need Your Love”
Robin Thicke feat. T.I. and Pharrell – “Blurred Lines”
P!nk feat. Nate Ruess – “Just Give Me A Reason”


Best Video With A Social Message
Kelly Clarkson – “People Like Us”
Macklemore & Ryan Lewis – “Same Love”
Snoop Lion – “No Guns Allowed”
Miguel – “Candles In The Sun”
Beyoncé – “I Was Here”


Best Rock Video
Imagine Dragons – “Radiocative”
Fall Out Boy – “My Songs Know What You Did In The Dark (Light Em Up)”
Mumford & Sons – “I Will Wait”
30 Seconds To Mars – “Up In The Air”
Vampire Weekend – “Diane Young”


Best Art Direction
Capital Cities – “Safe and Sound”
30 Seconds To Mars – “Up In The Air”
Janelle Monae feat. Erykah Badu – “Q.U.E.E.N”
Lana Del Rey – “National Anthem”
alt-J – “Tesselate”


Best Choreography
Chris Brown – “Fine China”
Ciara – “Body Party”
Jennifer Lopez feat. Pitbull – “Live It Up”
will.i.am feat. Justin Bieber – “#thatPOWER”
Bruno Mars – “Treasure”


Best Cinematography
30 Seconds To Mars – “Up In The Air”
Lana Del Rey – “Ride”
Yeah Yeah Yeahs – “Sacrilege”
Macklemore & Ryan Lewis feat. Ray Dalton – “Can’t Hold Us”
A-Trak & Tommy Trash – “Tuna Melt”


Best Direction
Justin Timberlake feat. JAY Z – “Suit & Tie”
Macklemore & Ryan Lewis feat. Ray Dalton – “Can’t Hold Us”
Yeah Yeah Yeahs – “Sacrilege”
fun. – “Carry On”
Drake – “Started From The Bottom”


Best Editing
P!nk feat. Nate Ruess – “Just Give Me A Reason”
Calvin Harris feat. Florence Welch – “Sweet Nothing”
Macklemore & Ryan Lewis feat. Ray Dalton – “Can’t Hold Us”
Justin Timberlake – “Mirrors”
Miley Cyrus – “We Can’t Stop”


Best Visual Effects
Flying Lotus – “Tiny Tortures”
Skrillex feat. The Door – “Breakin’ A Sweat”
The Weeknd – “Wicked Games”
Duck Sauce – “It’s You”
Capital Cities – “Safe and Sound”

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Justin Timberlake e os seios das moçoilas em clipe de "Tunnel Vision"

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Sabemos que você gosta, por isso Justin Timberlake não perdeu tempo e disseminou as formas e curvas das mulheres no clipe de Tunnel Vision, que está bem explícito – ao estilo top less. Se a produção sofrerá cortes em sua edição para a exibição na TV, ainda não sabemos, porém temos certeza de que qualquer marmanjo de plantão vai reservar uns 7 minutinhos para dar uma olhadinha no clipe (por dia).

As cenas são muito bem posicionadas, mostrando as mulheres com os seios à mostra sensualizando entre fundos brancos, fumaça e efeitos de projeção enquanto um JT barbudo aparece citando alguns versos bem propositais – com seu eterno parceiro Timbaland. Não é nada muito sofisticado, mas condiz com o ritmo da música e dá essa sensação mais R&B só na nudez. Vale lembrar que esse é o último single extraído do aguardado The 20/20 Experience (que resenhamos aqui), mas que deve ganhar uma segunda versão em Setembro (com mais gravatas, espelhos e mulheres nuas!?).


Assista ao clipe (e tire as crianças da frente do pc):


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Review: Dois olhares sobre "O Preço do Amanhã"

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Tempo é o real dinheiro em “O Preço do Amanhã”
por Léo Balducci

Não é à toa que Hollywood tem abusado cada vez mais de premissas de ficção científica, afinal a contemporaneidade é tão cheia de podres e tragédias que qualquer produção que leve consigo o conceito da realidade tende a ser evitado – e talvez deva ser. Pensando nisso, o diretor Andrew Niccol não pensou duas vezes antes de criar seu próprio mundo em O Preço do Amanhã, onde o tempo serve como controlador de vidas (não muito diferente de agora).

Ditado por um relógio que todas as pessoas ganham ao fazer 25 anos - permitindo que não envelheçam -, a trama induz o espectador à relação de uma sociedade ambiciosa, egoísta e sem precedentes para roubar do próximo o tempo que não tem. Enquanto os ricos permanecem com seu histórico de herança, os pobres tem que aprender a lidar com os conflitos de uma vida limitada e passada pelo trabalho sem remuneração garantida e digna. Na verdade, a premissa torna-se bastante interessante ao percebermos como se encaixa precisamente no contexto da atualidade, tendo o tempo como o dinheiro que consome a população e a correria de uma grande metrópole por oportunidades de ser alguém maior, abordada no filme por quem tem coragem de desafiar o sistema ou se aproveitar dos “desmerecidos”.

Justin Timberlake vive Will Salas, um jovem “rebelde” que começa a ser perseguido por um guardião do tempo ao ser supostamente acusado de roubar – e assim matar – todo o tempo de um milionário épico. Infiltrando-se no último distrito, ele consegue até distrair a autoridade nacional, porém sequestra Sylvia Weis (Amanda Seyfried), a filha do homem mais rico do país, a fim de ter uma garantia de vida (acreditem, armas matam bem menos do que o tempo). Embora puder seguir uma reflexão mais aberta sobre o mundo em que vivemos, o longa-metragem acaba se perdendo diante de um roteiro forçado e sem nexos, onde nem atitudes e falas provocam uma expectativa mais centrada. Em contrapartida, temos uma ótima escalação de roteiro, que apesar de não conseguirem salvar a produção, fazem boa parte dos acontecimentos serem levados a sério, de um modo singelo ou irracional. A fotografia impressiona e a direção de arte são grandes aliados para a criação de cenários de uma arquitetura deslumbrante e detalhes trabalhadas minuciosamente. Trazendo ou não a melhor perspectiva de um futuro próximo, O Preço do Amanhã traça uma linha completar do que esperar - ou do que simplesmente já está acontecendo!

Distopia e Futurismo em "O Preço do Amanhã"
Você já imaginou em um futuro não tão distante o envelhecimento ser controlado para evitar a superpopulação? Ou ainda, a imortalidade ao alcance humano? É nessa perspectiva que o filme O Preço do Amanhã traz em sua sinopse esse tema, no qual a idade é limitada a vinte e cinco anos de vida. Nesse sentido, o tempo substitui o dinheiro tornando-se a principal moeda de troca para sobreviver, obter luxos e também passa a ser o alvo dos ladrões do tempo que querem viver para sempre. Assim sendo, a humanidade precisa comprar sua existência dia após dia, uma verdadeira luta de sobrevivência, na qual sobrevive o mais forte, o mais inteligente e sem dúvidas os com melhores condições financeiras, nesse caso com maior estoque de tempo. Então, não desperdice seu tempo.

O filme conta com Will Salas (Justin Timberlake) e Sylvia (Amanda Seyfried) no cast principal, ele recebe uma misteriosa doação, a partir daí passa a ser perseguido pelos guardiões do tempo por um crime que não cometeu. Enquanto, Sylvia é a mocinha clichê, rica e inconsequente, que está cansada da vida monótona que leva ao lado da família. O longa apresenta em seu enredo um tema interessante, porém, muitas vezes com cenas e diálogos forçados, tornando o filme um pouco cansativo em determinados momentos. 


O Preço do Amanhã é um filme distópico, uma vez que nos deparamos com atitudes que é contra o coletivo e o enfrentamento do sistema por Will. Por outro lado, utópico, já que Will pensava no coletivo e queria compartilhar o tempo com todos. Ainda podemos classificá-lo como uma película futurista, com a possibilidade de ser imortal mesmo sabendo que as evidências são contra, mas mesmo assim, há sempre alguém que pensa ser exceção. Finalizo com um questionamento abordado no filme: Se você tivesse muito tempo gastaria dando a outra pessoa? Como podem viver vendo as pessoas morrendo ao seu lado?





In Time
Diretor: Andrew Niccol
País de Origem: EUA
Elenco: Justin Timberlake, Amanda Seyfried, Cillian Murphy
Distribuidora: 20th Century Fox
Ano de Lançamento: 2011
Duração: 1h 49min

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Review: Justin Timberlake traz para o presente o melhor do passado em "The 20/20 Experience"

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Foi meio que de surpresa quando Justin Timberlake anunciou seu retorno na música e prometeu trazer um pouco mais de sua sonoridade Pop e R&B nas rádios, quebrando um pouco o ‘clima’ de tanto dubstep. E parece até que o tempo não passou! Ele conseguiu suprir tudo aquilo que seus fãs ansiavam dos álbuns anteriores e de quebra ainda proporcionou a sensação de que nem se passaram seis anos desde que Futuresex/Lovesounds chegou às prateleiras das lojas. The 20/20 Experience chega como uma forma de reviver esse gênero tão abusivo que foi deixado de lado, sem contar incríveis composições em meio à sonoridade de suas letras (ou poesias).

Logo de cara, já nos deparamos com a deliciosa Pusher Love Girl exibindo bases instrumentais impecáveis, indo na pegada do jazz e passando por suas suaves batidas que nos amparam no pouco mais de 8 minutos de música. Suit & Tie, o carro-chefe do álbum, se junta na sequência, mas mostra um desempenho bem mais pessoal e não tão intenso quanto ao resto do repertório. Já Don’t Hold The Wall nos permite apreciar um pouco da produção de Timbaland, que mesmo tendo participado da produção de todas as outras canções, ganha mais destaque nessa, principalmente, pelas repetições tão harmônicas e num ritmo meio indiano do título da faixa. É claro que Mirrors se consagra como uma das melhores, dominando completamente o cargo de ser a baladinha com o melhor filler. As grandes considerações vão para Tunnel Vision, que parece tão singelo que nos remete a outros hits do cantor, como Cry Me A River. No entanto, nossa grande aposta como próximo single é Let The Groove Get In, que não hesita em mostrar um ritmo mais acelerado enquanto usa de várias batidas para comprovar a melodia tão bem imposta na letra meio chiclete (referências de Michael Jackson são evidentes aqui).



Saindo da zona de conforto (mas nem tanto), temos Blue Ocean Floor. Timberlake conseguiu muito bem produzir uma faixa que, além de expressar suas expectativas, também trouxe uma musicalidade mais explorada dele, caminhando por padrões mais calmos e um tanto à lá Lana Del Rey. Apesar de ser um pouco triste e dramática, ela dá um sinal tão claro de sentimentos profundos que é inevitável não se pegar imaginando no nada descrito. Dress On e Body Count são faixas da Edição Deluxe e mesmo sendo um tanto específicas, não acrescentam muito ao repertório – principalmente a primeira. As demais seguem como um balanço bem estudado pelo cantor e apropriado para dar a sequência ideal que o álbum precisa (para não se perder só no R&B ou nos fillers), mesmo que as maiores (temos de até 8 minutos) possam parecer meio cansativas.

Concluindo, The 20/20 Experience tem tudo o que os amantes de R&B gostam e ainda um pouquinho mais do charme e inspiração de Justin Timberlake, que se entregou ao passado e soube administrá-lo ao contemporâneo. Não é nenhuma revolução mirabolante do mundo pop, mas consegue, sem exagerar, inserir um pouco do contexto de qualidade, tornando-se extremamente satisfatório saber que suas músicas estão conquistando o atual público – tão acostumados com refrões eletrônicos. E parece que Novembro tem a segunda parte, só torcemos para que não precisemos nunca mais esperar por mais seis longos anos!



Artista: Justin  Timberlake
Álbum: The 20/20 Experience
Lançamento: 19 de Março de 2013
Selo: RCA/Sony
Produção: Timbaland, Jerome "J-Roc" Harmon
Duração: 1h 30 min
Gênero: R&B/Pop

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Justin Timberlake e uma linda história de amor no clipe da lindíssima "Mirrors"

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por Amanda Prates

Depois de um intervalo de sete anos, Justin Timberlake tem mostrado que um #1 em várias paradas musicais é pouco para o que ele tem reservado para os seus fãs.  Com o hit “Suit & Tie”, o cantor deu início às divulgações do disco e alcançou o Top 4 da Billboard e o Top 3 da parada de singles do Reino Unido. Ontem (dia 19), meio que de surpresa, Timberlake liberou o clipe para “Mirrors”, o segundo single. A faixa atraiu a atenção dos fãs logo na primeira audição e é considerada, quase que de maneira unânime, uma das melhores canções do álbum.

O vídeo, dirigido por Floria Sigismondi (“Try”, “Figther”), divide-se em duas partes: numa, ele conta, de maneira não linear, uma história de amor em 5 minutos; noutra, o moço aparece numa sala rodeado de espelhos e dançarinas.  O jogo com as cenas sem uma ordem cronológica, com as cores contrastadas e com os pequenos detalhes são tão bem trabalhados (o que é difícil de se ver) que não seria exagero dizer que esse é um dos clipes mais incríveis da carreira do Príncipe do Pop, e só o fato de a produção ser uma espécie de homenagem aos seus avós (em especial ao seu avó, William Bomar, que faleceu em dezembro passado), tão bem casada à esses elementos, já reforça essa quase premissa.

E se você sentia saudades dos números de dança hipnotizantes do cantor, “Mirrors” te presenteia com alguns minutos do gingado americano, mais o dote de atuação e sensualidade do moço. Confira:


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Clipe de "Suit & Tie" traz um Justin Timberlake espontâneo e elegante

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por Léo Balducci


Marcando o início da divulgação do álbum "The 20/20 Experience", Justin Timberlake divulgou no VEVO na tarde dessa quinta-feira (14/02) o clipe para seu carro-chefe, "Suit & Tie".  A faixa, com pegada mais R&B e participação de Jay-Z, ganhou sua produção visual toda em preto e branco e trazendo um JT bem mais acostumado ao palco e com cenas personalizadas que dão o sentido realista do vídeo numa casa de shows, sem mencionar a simplicidade aliado a elegância que é o grande destaque.

Além disso, o clipe traz toda a essência de dançarino de Timberlake, que consegue unir de forma perfeita os passos ao ritmo da música, onde tudo soa como uma verdadeira apresentação de jazz, R&B e Pop. Dando o princípio do título, vemos o cantor todo de terno e gravata ao lado de sua banda em entre-cenas da gravação da canção em estúdio, transformando num ambiente que parece trazer muitas risadas e ótimas interpretação. Uma "sexy girl" também participa da produção, além é claro do momento em que o marido de Beyoncé entra em cena e solta todo o seu rap - que complementa a melodia. David Fincher assume a direção e expressa que soube muito bem explorar todos os talentos de JT desde tocar piano até deslizar no salão cheio de mini-holofotes.

Essa é a hora de colocar o terno e gravata (mesmo você sendo mulher) e entrar no clima do clipe. Confira:


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Saiba tudo que rolou no "Grammy Awards 2013"

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por Léo Balducci


A 55ª Cerimônia de Entrega dos Grammy Awards aconteceu na noite desse domingo (10/02) e mais uma vez trouxe muitas alegrias, emoções, consagrações e surpresas da maior Academia de música de todo o mundo. Os melhores looks, maquiagens e unhas desfilaram no tapete vermelho, atraindo milhões de olhares e flashes, onde vimos o destaque de alguns grandes estilistas e os vestidos mais ousados.

Não há como negar que o Grammy é um evento único e reune um gigantesco número de artistas para a interpretação de suas músicas e em tributos mais do que especiais. A abertura da noite ficou por conta de Taylor Swift, que nos presentou com uma performance curta mas impecável de "We Are Never Ever Getting Back Together".




Uma das melhores parte da premiação é sem dúvida as performances com parcerias inusitadas. Dentre uma delas, temos o lendário Elton John que assumiu seu piano no palco com o violão de Ed Sheeran, e juntos a dupla britânica encantou toda a plateia.


Mas quem também roubou a cena em algumas partes foi o casal Katy Perry e John Mayer, que apesar de ainda não assumirem publicamente (de boca) a relação, mostram que estão muito bem juntos. Esse vestido da Katy deixou ela ainda mais linda, não acham?


E para quem estava achando que o Fun estaria se apresentando com "We Are Young", se enganou. O grupo, que conquistou o mundo após mostrarem que nunca é tarde para viver como jovens, mostrou simpatia e muita dedicação em uma das melhores performances da noite (talvez a melhor) do Grammmy ao cantar seu novo single, "Carry On". E a chuva tomou conta do palco, o que realmente deu o grande tom da apresentação e cativou o público!


Outra incrível parceria foi o de Miranda Lambert e Dierks Bently, que se apresentaram para promover "Home" e "Over You", sucessos de Dierks e Lambert, respectivamente. O vocal country de ambos realmente impressionou e expressou o talento admirável que eles possuem.


No entanto, o retorno de Justin Timberlake foi mesmo triunfante! O cantor não só mostrou como está bem nos vocais, como também não decepcionou em nenhum passo de dança. Ao lado de Jay-Z, ele se apresentou com "Suit & Tie" num ambiente todo personalizado (e também em preto e branco) e ainda nos presentou com a inédita "Pusher Love Girl", que estará presente em seu novo álbum "The 20/20 Experience". Beyoncé e Ellen DeGeneres foram responsável por anunciar a apresentação. Não, Ellen, os elogios de Honey B não eram pra você, eram mesmo para o eterno JT!

Destaca-se também como uma das melhores performances da noite (a dúvida cruel permanece!).



Outro casal que também brilhou na premiação foi Rihanna e Chris Brown. Mais do que animados, o casal curtiu todos os "aperitivos" d noite juntinhos e não hesitaram em demonstrar nenhum afeto (muito pelo contrário, eles realmente confirmaram a relação).


E Maroon 5 e Alicia Keys subiram ao palco do Grammy na maior harmonia e mostraram um medley de suas músicas "Daylight" e "Girl On Fire". Com introduções na basa da faixa da banda de Adam Levine, Alicia chegou logo após para completar a performance acrescentando batidas próprias através de tambores. Uma das melhores parte foi poder ouvir a melodia compartilhada dos "oooooooh" que eles uniram das duas músicas.


E olha ela aí de novo! Abusando no aplique e com luzes loiras, Rihanna não poupou seus vocais e investiu numa apresentação inesquecível de "Stay", que marcou o evento por ser uma balada romântica muito sentimental. Mikky Ekko, compositor da faixa, se juntou à cantora para o dueto. Não serviu como uma das melhores da noite, mas a dedicação de RiRi para a performance foi bem perceptível e merece reconhecimento!



Mas essa tem grandes chances de ser eleita a melhor da noite! Foi mesmo de ficar encantada a performance de Carrie Underwood com "Blown Away" e "Two Black Cadillacs". Seu vestido, todo embasado em branco, ganhou destaque após ser tido como ponto do projetor que estava no lustre (ou talvez um efeito grandioso no próprio vestido), o que permitiu que diversas imagens abstratas e paisagens surgissem de seu longo. No entanto, o ponto final com o voar das borboletas, que se espalharam por todo os telões do Grammy, foi o melhor e mais lindo de tudo!

Destaque também para o vocais impecáveis da cantora, que expressou toda a essência de seu talento. Magnífico!



Os bastidores do Grammy também foi bastante agitado! Adele foi, como sempre, simpática e não deixou de tirar fotos com quem encontrasse. A elegância e carisma de Taylor Swift foi mesmo memorável, onde não desperdiçou nenhuma performance e fez questão de dançar e cantor junto!


Continuando no country, Kelly Clarkson mostrou mais uma vez o motivo de ser a vencedora do American Idol que mais faz sucesso. A cantora prestou um tributo a Patti Page e Carole King com as faixas "Tennessee Waltz" e "(You Make Me Feel Like A) Natural Woman". Vocais impressionantes e um carisma que só ela tem!




E uma das homenagens mais esperadas da noite foi um verdadeiro espetáculo! Bruno Mars iniciou com seu single "Locked Out Of Heaven" e compartilhou a voz com Sting, o que realmente foi uma das surpresas. Ainda no tributo a Bob Marley, tivemos participação de Ziggy e Dremian Marley, filhos do cantor jamaicano, e Rihanna que acompanhou o reggae.



Frank Ocean, Mumford & Sons, The Black Keys, The Lumineers e Jack White também agitaram a premiação, que terminou tudo em rap.


FRANK OCEAN


MIGUEL & WIZ KHALIFA


LL COOL J


MUMFORD & SONS


THE BLACK KEYS


THE LUMINEERS & JACK WHITE


E chegamos ao momento de listar os vencedores nas categorias mais importantes. Ao caso de Adele, que foi a grande vencedora do último Grammy, dessa vez ela levou para casa apenas uma estatueta, mas foi merecida por "Set Fire To The Rain" em "Melhor Performance Pop". Quem também conquistou foi o Fun, que ganhou duas estatuetas, a de "Música do Ano" por "We Are Young" (não tinha como ser outra) e "Revelação do Ano", duas apostas dadas como certas e que concretizaram seu favoritismo e seu talento.


Temos também Kelly Clarkson surpreendendo e levando "Melhor Vocal Pop" pelo álbum "Stronger", já Gotye e Kimbra podem fazer a festa pois a "Gravação do Ano" foi deles pelo indie pop "Somebody That I Used to Know". O country prestigiou Carrie Underwood por seu trabalho no single "Blown Away" como "Melhor Performance Country" e "Música Country", mas no requisito álbum veio Zac Brown Band com "Uncaged" e levou. No Rock, quem levou a melhor foi mesmo o The Black Keys, que faturou 3 prêmios. O rap predominante de Jay-Z e Kanye West na parceria com Franck Ocean e The Dream trouxe a consagração como "Melhor Colaboração de Rap" por "No Church In The Wild". A revelação Frank Ocean trouxe a estreia do prêmio de "Melhor Álbum Urbano Contemporâneo". Teve também Mumford & Sons recebendo a estatueta como "Álbum do Ano" pelo repertório de "Babel".

Confira a lista:

Gravação do Ano: “Somebody That I Used to Know”, Gotye Feat. Kimbra
Música do Ano: “We Are Young”, fun. Feat. Janelle Monáe
Álbum do Ano: “Babel”, Mumford & Sons
Artista Revelação: fun.
Performance Solo Pop: “Set Fire to The Rain (Live)”, Adele
Performance de Dupla/Grupo Pop: “Somebody That I Used to Know”, Gotye Feat. Kimbra
Vocal de Álbum Pop: “Stronger”, Kelly Clarkson
Álbum 
Tradicional de Pop: “Kisses On The Bottom”, Paul McCartney
Performance de R&B: “Climax”, Usher
Música de R&B: “Adorn”, Miguel
Álbum de R&B: “Black Radio”, Robert Glasper Experiment

Performance Traditional de R&B: “Love On Top”, Beyoncé
Álbum Urbano Contemporâeo: “Channel Orange”, Frank Ocean
Álbum de Rap: “Take Care”, Drake

Performance de Rap: “N****s In Paris”, Jay-Z e Kanye West
Colaboração de Rap/Sung: “No Church In The Wild”, Jay-Z e Kanye West Feat. Frank Ocean & The-Dream
Música de Rap: “N****s In Paris”, Jay-Z e Kanye West
Performance Solo Country: “Blown Away”, Carrie Underwood
Música de Country: “Blown Away”, Carrie Underwood
P
erformance de Dupla/Grupo Country: “Pontoon”, Little Big Town
Álbum Country: “Uncaged”, Zac Brown Band
Gravação de Dance: “Bangarang”, Skrillex Featuring Sirah
Álbum de Dance/Eletrônica: “Bangarang”, Skrillex
Performance de Rock: “Lonely Boy”, The Black Keys
Música de Rock: “Lonely Boy”, The Black Keys
Álbum de Rock: “El Camino”, The Black Keys
Álbum de Música Alternativa: “Making Mirrors”, Gotye
Melhor Video Clipe (Curto): “We Found Love”, Rihanna Feat. Calvin harris
Melhor Video Clipe (Longo): “Big Easy Express”, Mumford & Sons
Álbum Pop Latino: "MTV Unplugged Deluxe Edition”, Juanes
Música Escrita para Mídia Visual: “Safe & Sound”, Taylor Swift & The Civil Wars

A lista completa pode ser vista no site oficial do Grammy.

E aqui acaba esse especial sobre a 55ª edição do "Grammy Awards" que nos mostrou novamente que a música não é somente ouvida, mas também sentida! E que 2013 nos traga ainda mais novas revelações, álbuns, músicas e parcerias incríveis para completar uma nova lista de grandes músicos e artistas!


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