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As novas séries da FOX para a temporada 2013/2014

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por Léo Balducci
(Twitter - Filmow)

Chegamos à época em que várias das nossas séries favoritas entram no hiatus de fim de temporada e nos fazem ficar se boca aberta (ou não) com suas ‘season finale’, e o único estímulo que se pode ter é colocar em ordem os episódios atrasados. Por outro lado, é agora também que todas as emissoras divulgam sua nova grade de programação, alterando horários e mostrando as já tão aguardadas novas séries.

Esses anos têm muitas surpresas e obviedade para a próxima ‘fall season’ (que começa a partir de setembro), porém acima de tudo temos promessas incríveis de produções de alta qualidade e que devem dominar seus horários em audiência. Para isso, preparamos esse especial para exibir os novos hits (e talvez alguns fiascos) da FOX.

Não há como negar que talvez a FOX seja a emissora com maior potencial de hits, investindo numa programação mais adulta e destina a temas de suspense e ação. Quem promete fazer sucesso é “Sleepy Hollow”, que é baseada na Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, a produzida por J.J. Abrams (que parece estar voltando com tudo para o seu sci-fi futurístico, e assim garantir os fãs de “Fringe”) “Almost Human” e a comédia “Dads”. É bem provável que logo de cara várias delas consigam acumular um grande número de fãs e assim ponderar um pouco a decisão do canal no momento da decisão de renovar ou cancelar. Outras que despertam um interesse pelo público é “Gang Related” e “Brooklyn Nine-Nine”, afinal apresentam tramas que parecer ser tanto sólidas quanto coerentes.

Gang Related
Sendo um importante membro da força tarefa da elite, Ryan trabalha combatendo as ações das gangs de Los Angeles até que é solicitado a acabar com a força do mais poderoso líder da gang latina, que considera até hoje como um pai.

Surviving Jack
Na década de 90, ninguém fazia uso dos apetrechos tecnológicos que temos hoje e muito menos da tão consolidada internet, e o ex-militar Jack é uma prova de como os pais tinham seu jeito bem rude e grosso de cuidar de seus filhos adolescente, mas sempre fazendo o melhor para eles. A série é baseada na obra de Justin Halpern e se passa totalmente voltado para os anos de 1990.

Enlisted
Com o ingresso de seus dois irmãos mais novos para o Exército, o experiente e competente soldado Peter Hill terá, além de conviver com a diferente personalidade deles, comandar uma unidade formada por pessoas nada preparadas para o serviço militar.

Rake
O brilhante e autodestrutivo advogado Keegan Deane vê que seus vícios com jogos, seus problemas com o governo e sua paixão por uma prostituta podem ser todos complementares após decidir assumir casos motivadores que ninguém mais quer e assim fazer uso de sua forte personalidade para resolvê-los. A série é inspirada na homônima produção australiana.

Us & Them
Depois de um bom tempo mantendo uma relação pela internet, Gavin e Stacey finalmente resolvem se conhecer em Nova York, mas antes que possam construir melhor seu namoro, eles terão que lidar com os complicados casos que envolvem sua família e amigos.

Dads
Donos de uma bem sucedida empresa de vídeo games, Eli e Warner tem suas vidas viradas de cabeça para baixo quando seus respectivos falidos e inconvenientes pais decidem morar com eles.

Brooklyn Nine-Nine
O detetive Jake Peralta é um nato “resolvedor” de problemas que recebe os melhores pontos da delegacia em que trabalha, mas seu maior empecilho é sua própria personalidade de preferir não enfrentar as dificuldades de uma vida adulta.

Sleepy Hollow
Passado para os dias de hoje, A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça ganha vida novamente mostrando o enredo que parte dos acontecimentos de um detetive de Nova York que se une ao xerife para tentarem solucionar os mistérios da cidade, mas vão encontrar algo muito maior: uma luta entre o bem e o mal.

Almost Human
Em 2048, cada policial contará com um parceiro androide que será responsável por ajudá-lo no combate ao crime. Quando sofre um acidente, John ignora qualquer tática de ter um desses robôs aliado ao seu trabalho, porém para sua total segurança é forçado a pelo menos andar acompanhado por um modelo menos eficiente e com defeitos, mas que parece assumir identidades e emoções de um ser humano.


Quem deve hitar: “Almost Human”, “Sleepy Hollow”, “Dads”, “Gang Related”, “Rake” e  “Brooklyn Nine-Nine”.

Quem deve flopar: “Enlisted” e“Surviving Jack”.

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Por que assistir "The Following"?

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por Léo Balducci

Quando a FOX anunciou que estaria produzindo uma série escrita por Kevin Williamson,  co-criador da franquia "Pânico" e da adaptação para televisão de "The Vampire Diaries", a mídia já começou a criar suas apostas, já que o autor é muito bem conhecido por conseguir captar a essência de um suspense e explorar vários elementos para dar a cartada surpresa de ação, o que conquistou com êxitos com produções como “24”. Logo, “The Following” se tornou a série mais esperada da Temporada 2012/2013 e teve uma estreia prestigiada, com mais de 10 milhões de espectadores e uma ótima demo para a emissora. Saindo dos termos técnicos, a produção traz excelentes atores atuando em personagens misteriosos e muito bem elaborados.

Kevin Bacon (Homem Sem Sombra, Sobre Meninos e Lobos) protagoniza como o detetive do FBI aposentado Ryan Hard que resolve voltar a ativa após o serial killer que ajudou a prender escapar e iniciar uma seita. No decorrer da trama, somos introduzidos a “flashbacks” que nos mostram parte do trajeto percorrido pelo detetive para impedir Joe Carrol, assim como situações de sua vida pessoal que contribuem para nosso entendimento do caso – o que pode ser considerado como a grande sacada da série. Mesmo atrás das grades, Carrol comanda uma fiel lista de seguidores, que assumem o compromisso de seguir todos os acordos deixados por ele num esquema imprevisível que tende a criar na realidade os passos de um singelo roteiro de um poeta. Quem poderia imaginar que o professor universitário perfeito e inofensivo que ama profundamente sua esposa seria capaz de matar e incentivar pessoas a fazer o mesmo baseado numa escrita poética?!


Tudo parece incerto e realmente é quando uma mente brilhante está por trás de crimes programados há muito tempo e situações constantes de descontrole, principalmente, por Carrol usar sua habilidade de drenar as emoções de suas vítimas com base em seu ponto fraco. Os sentimentos atribuídos à trama permitem nos identificar com as personagens enquanto somos imensuravelmente surpreendidos por ocasiões e feitos que exploram o raciocínio lógico e a reflexão poética destinando manter um foco na compreensão dos fatos. É absurdamente genial como Kevin sabe impor controles de cenas e emoções que consumam o telespectador de tal maneira que não aguentem esperar pelos próximos episódios. Além disso, ele também utiliza estereótipos para assumir a personalidade de todos que ingressam no roteiro, desde os vizinhos gays até a babá do filho de Joe que são muito mais do que parecem ser, e especular uma dramatização primordial de contato direto. O elenco parece que é escolhido a dedo para representar cada caracterização que partem de James Purefoy (Rome), Natalie Zea (Dirty Sexy Money), Shawn Ashmore (trilogia X-Men), Maggie Grace (Lost) e Annie Parisse (A Lenda do Tesouro Perdido). Destaque também para a direção de Marcos Siega, que já demonstrava seu talento na personificação do suspense com "The Vampire Diaries". A marcação expressa que Joe não quer apenas ser dito como um psicopata, mas sim como um mito que deixou seu legado a cada passo que dava durante sua vivência na Terra.

“The Following” é a série perfeita para quem gosta de um suspense policial aliado a assassinatos e um mistério que permeia inteiramente toda a produção, exercendo a influência de prender a quem assista. Não há dúvidas de que além do tiro certeiro da FOX e de Kevin, temos uma imensidade de poesia nos crimes e acontecimentos que retratam que temos tanto um lado bom quanto mal, onde designamos esses propósitos conforme nossos únicos desejos. 


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Review: Quem aí quer brincar com o Charlie?

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por Léo Balducci

Você já teve um amigo imaginário? É bastante comum crianças adotarem em sua imaginação a criação de outras pessoas com quem acreditam estar brincando e falando, trata-se de um modo de restringirem sua falta de companhia ou até mesmo sua capacidade de induzir um processo criativo bem aprofundado. Para a maioria dos psicólogos e médicos, esse amigo pode ajudar e muito no desenvolvimento social da criança, que o cria perante suas próprias experiências (apesar de não ser muitas). O filme “O Amigo Oculto” traça essa trajetória inigualável da imaginação e até que ponto ela pode chegar, afinal o amigo imaginário existe?


O longa gira em torno de um pai solteiro (Robert De Niro) que resolve se mudar com sua filha (Dakota Fanning)para outra cidade após a morte precoce de sua mulher. Ainda com problemas para lidar com a situação, ele prefere se isolar mas compreende o real sentido de estar presente na vida de sua filha. A partir disso, a criança cria um amigo imaginário, que é debatido nas sessões com a psicóloga. A princípio, acredita-se que o chamado Charlie seja apenas uma forma que a menina tem de reprimir a Tristeza que sente sobre a tragédia que ocorreu em sua vida. No entanto, estranhos acontecimentos começam a circular a vida do pai e ele começa a crer que Charlie, na verdade, possa mesmo existir e estar influenciando sua filha.




Esse suspense começou a  ganhar destaque no cinema mundial após seu final impactante não ter sido exibido para nenhuma sessão de críticos ou público pré-selecionado. A 20th Century Fox, distribuidora do filme, só entregou o rolo original com o final (que teve 3 versões de conclusões diferentes, que pode ser conferida no DVD) no último segundo a exibição oficial por seguranças especializados da empresa. Isso, sem dúvida, contribuiu para uma ansiedade e maior procura de pessoas para assistirem-no, porém o final impecável por si só consegue dialogar com as impressões e reação dos espectadores. Ninguém poderia imaginar mesmo com a crítica se referindo a produção como uma cartada fora já que o abuso do final bombástico do filme teria sido utilizada de forma exaustiva por Hollywood, mas o final se destaca mais pelas introduções e cenas de roer as unhas (nem é pra tanto)!


“O Amigo Oculto” traz uma trama muito bem elaborada conforme as conturbadas situações vivenciadas pelo personagem de De Niro e sua relação complicada com a filha. Além disso, trouxe uma explicação mais ampla de um dos assuntos que permeiam nossa sociedade e realizou o feito de mostrar a todos o quão impressionante e perturbador pode ser a cabeça do ser humano. Esse é um ótimo pedido para quem gosta de se envolver com os personagens e ficar de boca aberta no final enquanto acompanha um eletrizante suspense!



***** (5/5)
(Hide And Seek, EUA/Alemanha, 2005)
Direção: John Polson
Elenco: Robert De Niro, Dakota Fanning, Famke Janssen
Duração: 1h 45min 

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Por que assistir "American Horror Story"?

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por Léo Balducci

Não é novidade para ninguém que atualmente um dos gêneros que mais dá lucro, principalmente no ramo do cinema, é o terror. Milhares de pessoas se acomodam nas aconchegantes poltronas dos cinemas para levar sustos e roer as unhas de ansiedade para saber o que o tal “moçinho” vai fazer para escapar da morte. Mas já pensou em ter toda essa sensação multiplicada na sala de sua casa semanalmente? Bom, isso é só uma parte do que “American Horror Story” pode proporcionar.

A aposta de Ryan Murphy e o do canal FX vem de uma história bastante envolvente, que propicia as melhores cenas de terror da história da televisão norte-americana. A série consegue resumir em 12 episódios uma total loucura de alucinação, medo, ansiedade e ao mesmo tempo uma psicologia mais do que profundamente explorada – o que o diga a segunda temporada, que está atualmente sendo exibida. Nada mais é do que uma forma de prender telespectadores durante 1 hora na frente da TV para presenciar cenas desagradáveis, motivadas por um enredo descrito como espetacularmente elaborado e que consegue, sem necessidade de se refugir a partes irrelevantes, trazer uma experiência denominada como surreal e inacreditável.


Por mais que utilize elementos sobrenaturais, a premissa da série atinge exatamente o ponto que cerca as pessoas entre realidade e imaginação, mas sem perder a qualidade do terror e os imensos diálogos reveladores. Diferente das demais produções, “American Horror Story” não tem sua história contínua em temporadas, na verdade, cada uma delas narra uma história completamente diferente, mas que provavelmente tem uma intensidade bem maior do que a anterior. Na primeira, somos introduzidos a uma família que resolve se mudar para um casa, que guarda segredos especialmente macabros, e que são rodeados por elementos de terror extremo e uma vizinha que parece saber bem mais da casa do que a corretória de imóveis. Através disso, acontecimentos marcam a trajetória da série, resultantes de mais cenas de horror para os fascinados pelo gênero.

Por fim, AHS não é apenas uma narração de uma história de terror da América, tudo se engrandece a uma rebelião de sensações e emoções que saem de dentro da TV e consumem o espectador de tal maneira que o ponto final parece insuficiente para nossa própria satisfação como meras pessoas que exigem entretenimento (às vezes de qualidade e outras vezes não). Mais do que mexer com o psicológico de suas personagens, a produção de Murphy explora o ponto mais íntimo de cada um e transmite tudo isso num único significado: reflexão. Não precisa ter coragem para assistir, apenas vontade de entrar dentro de um mundo cheio de pensamentos inexplicavelmente profundos.


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"The X Factor" é um bom pedido para quem gosta de talento e uma 'pitada' de drama

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por Léo Balducci


Assim como no Brasil, um dos gêneros que mais dão audiência nos Estados Unidos são sem dúvida os reality-shows. O fato de explorar a vida das pessoas aliado ao que buscam no programa atrai e muito uma audiência bem significativa para as emissoras. No entanto, não há como negar que os mais assistidos são aqueles que têm como objetivo conhecer o novo talento do país (ou não?!).

Atualmente, o formato que mais consegue reunir a família na sala é o “American Idol”, que recentemente sofreu uma mudança drástica na bancada de jurados. Exibido pela FOX geralmente no começo do ano, o reality registra uma excelente demo (número de pessoas entre 18 à 49 anos, considerado público-alvo, que estão sintonizados no canal) e assim, consequentemente, ótima procura de propagadas. Entretanto, o programa ainda disputa com o novato “The Voice”, que conta com Christina Aguilera e Adam Levine como jurados-mentores, e tem um formato totalmente diferente dos demais.

Apesar de não estar registrando a audiência esperada, um dos novos formatos que está chamando atenção é o “The X Factor”. Em sua primeira temporada, o reality conseguiu suprir com suas necessidades de indicar um vencedor, só que não foi o suficiente para reter um público de pessoas fiéis ao programa. No Reino Unido, o mesmo é recorde de demo e costuma bater qualquer atração que se atrever a duelar o horário. Tendo isso em vista, a FOX, também emissora do reality, decidiu dar mais uma chance.

Dessa vez, Simon Cowell, o conhecido jurado do “mal” das primeiras temporadas do “American Idol” e também produtor e criador do “The X Factor”, resolveu não brincar em serviço e remodelar toda a banca de jurados. Além dele, a segunda temporada, que está sendo exibida atualmente, conta com o produtor musical LA Reid e as cantoras Demi Lovato e Britney Spears, que veem demonstrando ter um senso de jurada muito apurado.

Especialmente focado na Princesa do Pop, Simon planejou todo um esquema para que ela fosse o destaque da temporada e conseguisse entreter todos ao mesmo tempo em que pudesse mostrar com ela é diante das câmeras, porém Lovato também acabou ganhando seu potinhos – que digamos ser muito maiores do que a de Spears – durante todo o processo de audição. Assumindo a liderança nos primeiros episódios, o reality acabou por cair e perder para séries como “The Big Bang Theory” e “Two And A Half Man” nas noites de quinta-feira.

Mesmo assim, “The X Factor” apresenta um modelo bem diferente de seus concorrentes ao exibir uma rápida edição enquanto tenta proporcionar ao público estar realmente na frente do novo ídolo da música norte-americana. Discordando dos números da demo, o reality tem uma química inacreditável entre os jurados, que mesmo defendendo seus candidatos ainda conseguem representar que o motivo de estar ali é apenas um: descobrir o talento que levará para casa os 5 milhões de dólares e gravará um disco com a gravadora. Além disso, é um ótimo entretenimento de escala muito superior por ter como meta escolher a pessoa ou grupo que tenha o potencial de ser uma estrela, ou seja, que tenha o tão chamado “fator X” que influenciará em sua continuidade no cenário da música. Um exemplo do sucesso do reality é a boy band One Direction, formada durante as audições da versão britânica.

O programa constitui na fase das audições, onde os jurados se locomovem até cidades principais de estados do país para que pessoas possam esbanjar seu talento. Desse modo, eles recebem um sim ou não simplório que vem junto com uma crítica – na maioria das vezes negativa por parte de Simon. Após os selecionados, a fase de Batalha começa, em que os candidatos são obrigados a disputarem entre si e em dupla por uma vaga no reality. Os que passarem então serão levados para a casa dos jurados, que ficam responsável por um time de candidatos em sorteio: Teens (Britney Spears), Young Adults (Demi Lovato), Over’s 25 (LA Reid) e Groups (Simon Cowell).

A partir daí, os jurados-mentores convidam seus parceiros de música para os acompanharem na decisão de escolher àqueles que voltam para casa. Feito isso, começa a fase de shows ao vivo, onde o mentor será primordial no momento de escolher o cenário, figurino e repertório junto com o candidato. Com isso, a eliminação é semanal e parte do voto do público. A grande final registra a disputa de dois candidatos. A finalidade é trazer a essência da música em conjunto com a identificação das pessoas.


Por isso e muito outros fatores, “The X Factor” merece destaque na televisão. Se você ainda não acompanha, saiba que ainda dá tempo de curtir as músicas, momentos e conhecer o novo artista da América.

"The X Factor" é uma produção da Fremantle Media em parceria com a Syco. Exibido toda quarta e quinta-feira pela FOX dos Estados Unidos, conta com os apresentadores Marco Lopez e Khloe Kardashian. No Brasil, o canal Sony é o responsável pela transmissão (não simultânea) toda terça e quarta-feira à partir das 22h.





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