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Britney Spears sofre caladaney em clipe de "Perfume"

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Após pisar nas outras divas após o lançamento do tão esperado e farofendo Work Bitch (só que não), Britney Spears estreia no VEVO o clipe para o mais novo single do álbum Britney Jean. Está rolando na internet uma petição para que o diretor Joseph Kahn (Toxic e Womanizer) libera a sua versão da produção após o mesmo revelar que teve que fazer cortes na edição final por pedidos da gravadora e da cantora. Segundo ele, sua versão é bem melhor. Neyde oprimida!


Assim como já falamos em nova review, Pefume é uma das composições da australiana Sia e pode não ser a melhor escolha para trabalhar com o repertório do disco, entretanto a gente dá nosso voto de confiança. O vídeo da baladinha mostra os momentos românticos de Brit com seu amado até o primeiro refrão e depois parte para uma série de cenas de recalqueney quando ela percebe que ele estava se encontrando com outra. Parece aqueles filmes de suspense bem fajuto em que a qualquer momento ela vai partir para a agressão, mas não é. Neyde sofre calada, mas não deixa de marcar seu território com uma bela mijada seu perfume. A produção é mesmo muito bem feita (cheia de foco de luz), mas sentimos falta um pouco da safadeza habitual que tanto esperávamos. É todo um drama bem choroso, mas dá pra convencer!

Assista (Cadê a nossa Britney de “1, 2, 3, Not only you and me”?):



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Review: Britney Spears e seu presente íntimo para os fãs em "Britney Jean"

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O que vem a nossa mente quando pensamos em Britney Spears? Baby, One More Time..., careca, paparazzi, louca, drogas, ToxicPor um bom período, o nome da cantora esteve sim envolvido em várias polêmicas, que resultaram em torná-la a tão comentada Princesa do Pop. Foram brigas com fotógrafos, crises de personalidade (?) e várias fotos que comprovam o momento instável pela qual ela passou, fazendo com que precisasse ter um responsável legal para cuidar tanto de sua conduta quanto de seu estado financeiro. Mas convenhamos alguém já parou para pensar na pressão que ela deve ter passado?

Entre tantos empecilhos, seu nome ficou manchado e seu lado como pessoa passou a ser mais importante do que a artista em si. E não é para menos, atualmente Britney é nada mais do que uma das celebridades mais assediadas publicamente do mundo, onde tudo aquilo que coloca as mãos vira notícia. Por isso, não podemos culpá-la inteiramente por seu surto emocional e pessoal, que também reflete sua busca pela identidade. Identidade essa que ela parece já ter encontrado.

Quando lançou o álbum Britney em 2001 (que trouxe hits como I'm A Slave 4 U), os holofotes estavam prontamente direcionados para conhecermos a real cantora da geração. O trabalho foi preciso e rendeu outros milhões, no entanto cadê a Britney que nós tanto procurávamos? O resultado foi, sem dúvidas, avassalador, imprimindo suas condições de uma mulher sexy e destemida, contudo sentimos falta de conhecer mais seu íntimo, mais daquilo que ela gosta e pensa. Com isso, aparece Britney Jean, o novo e quentíssimo álbum de Spears, que pretende também não exibir um patamar de situações vivenciadas por ela, mas sim situar como um presente íntimo para os fãs. E deu certo!

O disco abre com a tão aguardada Alien, formando uma baladinha calma e totalmente simples. As batidas se encaixam muito bem no ritmo gostosinho da faixa, que possui um pré-refrão bem convincente. Viciados na frase "Not Alone" (muitos aí pensando que era “naralon”)? Uma das preferias para os fãs para virar single (assim como por quem vos escreve), trazendo um pouco desse peculiar som que gostamos de escutar na voz de Brit. Suave e sem dubstep pesado. Deixando nossas cabeças piradas, somos levados direto para as batidas cruas e incisivas de Work Bitch. O carro-chefe do álbum é nada mais do que uma farofa muito bem produzida, por sinal (pontos para Will.Sou.Eu), porém achamos meio distorcido e confuso em meio ao repertório tão singelo composto por baladas. Assim entra Perfume para diminuir o ritmo e podemos dizer que amamos essa oscilação da cantora com seus graves. Essa sim podemos pautar o não uso de auto-tune condizendo com a melodia suave. Tudo parece se encaixar bem, apesar de considerarmos a letra um pouco mal explorada – isso levando em conta que é uma composição da australiana Sia, responsável pelos hits tão bem escritos como Diamonds de Rihanna e Titanium de David Guetta. É boa e dá para o gasto de persuadir os charts como um single.


Voltando para esse dubstep impregnado, temos It Should Be Easy. A música estava prevista para adentrar no disco de Will.I.Am, mas foi descartado após vazar na internet (o que é uma grande pena – só que não). Ela soa bem repetitiva e em nada contribui para controlar os motivos para conhecer o lado mais Britney e menos comercial. Mais uma vez, Will precisa deixar essas vozes auto-tunadas horríveis – esse foi o fator principal para estragar a música, que já não é boa. Entretanto, depois de Gretchen tanto reclamar da falta de uma base urban conceitual no repertório, vem Tik Tik Boom para nossa alegria. A faixa continua abusando nas batidas e de um refrão bem repetitivo, contudo a parceria com T.I. quebra essa tensão individual. A canção é uma daquelas que ouvimos e já entramos facilmente em seu lado lírico. Quanto à Body Ache, vamos usar uma frase bem Neyde para descrever: “Só digo uma coisa: Não digo nada. E digo mais: só digo isso”. Ela soa bem como uma reciclagem bem barata de Scream And Shout, parceria de Britney com olha-ele-aí-de-novo Will.I.Am.. Nada de novo, nada de bom, mais do mesmo!

E tudo leva a crer que a parte comercial está prestes a dar espaço para o lado minimista e íntimo de Britney, mas não antes de Til It’s Gone. A música não é ruim, muito pelo contrário traz uma ótima singularidade com frases silábicas (já ouvida antes em outras faixas da própria cantora), mas seu refrão ainda na base eletrônica cansa se somado ao repertório na íntegra. Cantamos e sofremos um pouco para finalmente chegar a uma das composições mais bem feitas: Passenger. Com uma introdução quase nostálgica das trilhas sonoras de videogames, temos aqui um dos melhores refrões do álbum, que passa por essa sensibilidade e melodia das antigas músicas de Neydoca. Ela não faz mais a muda, ela agora canta (e sem tanto auto-tune). Nossa aposta para single é com certeza essa. E se tudo esta caminho para o melhor, essa expectativa só aumenta quando ouvimos Chillin’ With You, parceria com sua irmã Jamie Lynn Spears. Além de flertar com a percussão do country, encontramos versos tão singelos ao ponto de nos fazer cair de amores quando Jamie entra para cantar. Sua voz mais grossa e meiga faz uma belíssima combinação com o ritmo – ainda mais quando chega ao refrão.

Já na décima faixa do disco, damos de cara com um título bem provocativo a um tal de JT. Don’t Cry realmente soa como uma responde muito bem dada ao hit do cantor de POP e R&B, Cry Me A River. Com o coração partido, Britney canta sobre estar pronta para superar aquela relação e pede para seu parceiro não chorar (apesar de ela mesma assumir que não conseguiu conter as lágrimas). Acabou a versão standard, porém não chorem já que Brightest Morning Star vai tocar na Deluxe. Dona de uma das melodias mais deliciosas, a forma como as frases são ditas tornam tudo mais lindo. Trocaríamos sem medo qualquer uma das farofas acima por ela. Não tem como não amar o ritmo já mesmo na primeira ouvida. Hold On Tight também tem um refrão muito animador e confiante, embora os versos na primeira estrofe em si não acrescentem muito. Finalizando, Now That I Found You é uma bela e até descarada mistura de Wake Me Up do Avici com Timber do Pitbull e Ke$ha. O break eletrônico é nitidamente igual aos citados e não restam dúvidas de que houve sim uma inspiração (pelo menos do primeiro), mas nada que estrague o sentido mais country e puro da canção. E apenas desnececyrus uma versão remix de Perfume no final da tracklist!

Então, o que podemos dizer sobre Britney Jean? Começamos com a afirmação mais do que necessária de que o álbum homônimo não representa completamente a personalidade de Britney Spears, afinal fica evidente o controle da gravadora e dos produtores envolvidos em terem um segundo plano comercial caso as melhores faixas não se derem bem nas paradas musicais – o que, ocasionalmente, pode acontecer. Serve apenas como pressuposto de uma parte da estrela (que tem co-autoria em todas as faixas) e um símbolo de carinho e amor para seus fãs. Como ela já havia comentados anteriormente, o disco foi feito pensado em seus fãs e não somente em seus sentimentos e experiências. Não pode ser considerado nenhum marco em sua carreira (o que em um ano de grandes retornos, parece estar sendo bem complicado de alcançar), contudo simboliza um amadurecimento musical - mesmo que mínimo. O ícone de muitos também tem uma vida e essa deve ser uma de suas prioridades. Afinal, se você quer ser uma Princesa do Pop, “you better work, bitch”!




Artista: Britney Spears
Álbum: Britney Jean
Lançamento: 3 de Dezembro de 2013
Selo: RCA / Sony
Produção: will.i.am, Anthony Preston
Duração: 51 min
Gênero: POP

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Review: Miley Cyrus é quem ela sempre quis ser em "Bangerz"

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Que Miley Cyrus é o nome do momento, ninguém pode negar, mas qual a grande pretensão dela em causar tanta polêmica? Seja dançando twerk, dando aquele encoxada básica no Robin Thicke ou fazendo cosplay da Mamusca, o que Miley quer é se colocar novamente nos holofotes. Nada mais justo, não é mesmo?! Vivendo antes na sombra do Mickey Mouse e no personagem que absorveu sua fama (estamos falando é claro de Hannah Montana), a cantora finalmente conseguiu dar uma reviravolta em sua carreira e apresentar uma pessoa mais madura, decidida e sexy (mesmo que um pouco vulgar!). Trocando de gravadora (agora nas mãos da RCA Records), ela apostou todas as suas fichas no single We Can’t Stop - que traz um ritmo pop numa batida que nos lembra bastante as composições em R&B -, assumindo um grande risco afinal ela agora estava no comando de seu próprio projeto e iniciar a divulgação com uma música apoiada apenas em batidas e numa letra repetida de festa nem sempre é a melhor escolha a se fazer.

No entanto, não tinha como dar mais certo! A faixa estourou nas rádios e pegou pico de #2 na Billboard (não superando apenas o smash-hit Blurred Lines) e de cara levou a cantora para outro patamar na indústria da música – ainda mais com o clipe bem polêmico envolvendo muitas bundas, línguas e reboladas. Depois veio a grande apresentação no VMA, esse onde Miley se superou! Causando a maior repercussão nas redes sociais, a performance continua a ser comentada até hoje por críticos conservadores. Sabendo que só deve seguir em frente, ela resolveu dar ouvidos a Katy Perry – que teve a oportunidade de escutar antes - e lançou Wrecking Ball como segundo single do material. Assim, ela chegou ao topo! Assumindo inúmeros recordes e conquistando seu tão desejado #1 no HOT 100. Por isso pessoas, podemos dizer: esse é MOMENTO da Miley Cyrus! Bangerz já alcançou a posição mais alta da lista de álbuns em seu lançamento e mostra o lado de curtição dela, mas também o romântico (não é porque virou uma “crazy bitch” que deixou de amar, né gente!). Fiquem de olho nessa garota!

Se você sabe o que amar, com certeza vai se apaixonar por Adore You (ou pelo menos ter uma quedinha)! A faixa não é daquelas que te prende desde o começo – a maioria não é -, porém o sentido que Miley expõe nela é tão sincera, que consegue nos agradar. Começar um álbum com uma baladinha é uma ousadia que só, já que todos querem dar o pontapé inicial arrasando nas batidas – e aqui, ela arrasa, mas na letra e no sentimento. Ponto para Miley! Depois, seguimos com nossa querida We Can’t Stop, que agrega e muito ao repertório. O hit não é melhor de todo o disco, mas cumpre bem seu papel em destacar essa nova fase da cantora – além, é claro, de nos fazer cantar com as frases do Mike Will Make It, que super combinam com a voz de Mileyzoca. Não é nada para as baladas, mas não é que anima uma festa?! E quem não quer uma parceria com Britney Spears? Todo mundo, mas talvez Miley não tenha aproveitado muito essa chance ao incluí-la em SMS (Bangerz), que não é nada ruim (como muitos vem falando), mas deixa a desejar quanto se tem uma Princesa do Pop como dueto. Neyde não foi muito aproveitada pela música e, na verdade, com ela ou sem ela o sentido continua o mesmo – sem mencionar que é a faixa mais curta do álbum! É isso que dá esperar por um Me Against The Music!


Partindo para outra, temos 4x4! Estavam todos muitos altos quando fizeram essa música (se é que dá pra entender), afinal ela usa um ritmo rápido e repetido que convence qualquer um. A participação do Nelly dá aquele toque especial para dar várias voltas e gostamos fazer tudo isso nessa melodia meio latina/espanhola. Não sei vocês, mas me sinto como se Future fosse aquele cara que todo mundo faz parceria, mas você não sabe por quê! A voz dela não combina com nenhuma outra voz e apesar de My Darlin’ ter uma letra boa e ótimas batidas (arrisco a dizer no mesmo nível de We Can’t Stop), quando ele chega você fica meio perdido e aí não sabe se gosta ou não da canção. Exemplo perfeito é Loooooooove Song (vai saber lá quanto ‘o’s tem) da Rihanna, que ainda é uma incógnita para muitos. Saltando para a melhor faixa do álbum, sem a menor dúvida, Miley nos deixa embarcar nessa explosão de sentimentos que é Wrecking Ball! Dá para perceber como ela é importante para nossa twerqueira só no modo como ela canta, expondo vários tons vocais que mostram ao mesmo tempo agressividade, arrependimento e amor. Dr. Luke acertou em cheia nessa produção, ainda mais com essa melodia I-NC-R-Í-V-E-L!

Provando que aprendeu alguma coisa entrando com tantos rappers em estúdio, Miley lança um pouco de hip-hop e se aventura pelo rap e os versos rápidos em Love Money Party. Repetindo o título da música no refrão – o que já era esperado -, o som até tem um ritmo contagiante que te faz querer decifrar essas frases e cantar junto (o que quase nunca dá certo e sai mais mastigado que japonês). Big Sean, infelizmente, aqui não acrescenta praticamente nada e solta mais um pop do que um rap. E finalmente temos Pharrell! Não é à toa que ele é um dos maiores hitmakers de hoje, o ritmo que ele dá em suas composições são inigualáveis e podemos perceber que as melhores letras estão nas faixas que contém sua produção. #Getitright (Desnececyrus essa hashtag) é uma delas e tem essa melodia tão deliciosa que te contagia no primeiro instante em que ouve. Miley e Pharrell sempre safadinhos nas músicas de sexo!  Mais uma produção de Mike Will Make It em Drive. Podemos dizer que essa tem um dos versos mais bem sacados do repertório, juntando associações com o simbolismo por trás de ‘dirigir um coração’. É legal e até bonitinha e tem um dubstep ali que dá gosto de se ouvir!

Quando ela disse que FU era uma de suas preferidas do álbum, não nos entusiasmamos muitos, sendo que já existem infinitas músicas com um foda-se no título. Mas não é que é bom mesmo! Ela é bem expressiva e além de dar seu recado com o palavrão, tem um pré-refrão típico de break eletrônico, que depois cai naquele sarcasmo imenso que a faixa carrega. French Montana é o único Montana que Miley continua usando e ele deixa tudo bem mais engraçado. Indo para a zona de conforto, Do My Thang é aquela que gruda na cabeça mais que chiclete embalado no cabelo. Rola até um ritmo mais hip-hop (que não cola muito), mas é bem pop e animada para soltar a vadia (ou ‘vadio’) que existe em você (adoramos quando ela diz “bitch”). Exibindo novamente sua voz imponente, ela chega com atitude e coloca seus sentimentos à mostra em Maybe You're Right. A melodia é linda e a delicadeza com o que ela trata esse tema pessoal é a melhor parte! Terminado a versão standard, a viciante Someone Else aparece como uma das nossas maiores apostas para um futuro single. É simultaneamente forte e indiferente, dando esses duplos sentidos ótimos que definem não só a personalidade de Miley, mas também a vida como si só! O final perfeito (depois do pós-refrão avassalador só com a melodia crescente) está nos adjetivos que ela dá para o amor.


Engana-se quem acha que as faixas presentes na versão Deluxe são totalmente dispensáveis, muito pelo contrário, temos aqui algumas que poderiam muito bem pegar o lugar das que estão acima. Rooting For My Baby é outra composição do Pharrell e soa tão suave e singela. Com tantos “uuuuh uuuuh” é fácil se ver só nos amores com ela, onde podemos escutar melhor a belíssima voz rouca de Miley. Continuando nas mãos de Pharrell, On My Own traz uma melodia tão oitentista de dar inveja até em que viveu naquela época. É tudo sobre se encontrarno meio desse mundo, abusando de sua liberdade – o que cai muito bem na atual fase da cantora. Por fim, nada melhor do que colocar suas mãos para o alto para comemorar essa conquista de Cyrus! Hands In The Air é uma parceria com Ludacris e cai muito bem para fechar o álbum ainda na pose e só reflete como ela está pronta para bater de frente com os grandes artistas da música!

Concluindo, Bangerz é exatamente o Miley Cyrus sempre quis provar: que cresceu e já sabe quem realmente é. Um álbum nada pretensioso que só quer nos fazer curtir o máximo possível, sabendo que tudo tem consequências e decepções são precisas para uma vida bem vivida – diga-se de passagem. Vale a pena se deixar envolver pelas letras do CD e presenciar essa Miley que é louca, sensata e uma “bitch” das grandes – e não é isso que a gente tanto ama nela? E como dissemos acima, esse é seu momento e ela faz o que quiser!


Artista: Miley Cyrus
Álbum: Bangerz
Lançamento: 8 de Outubro de 2013
Selo: RCA / Sony
Produção: Miley Cyrus, Mike Will & Pharrell Williams
Duração: 1h 2min
Gênero: POP

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Britney Spears é a toda poderosa em clipe de "Work Bitch"

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E quando você finalmente acha que está pronto, chega Britney para te dizer que precisa trabalhar vadia! Trabalhando e muito, a Princesa do Pop continua usando esse adjetivo tão desejado por algumas para descrever seu trabalho com o single Work Bitch. Apesar de uma farofa bem ao estilo Yoki, a cantora mostra que talvez seja a única artista pop a saber exatamente como trazer um clipe essencialmente pop.

Com lançamento na noite dessa segunda-feira (1º/10), Britney Spears já chega marcando território e exibindo ter um toque de luxo e safadeza (tipo ela é Revenge e você é Avenida Brasil, só no recalque!) no vídeo dirigido por Ben Mor (Black Eyed Peas e do clipe de Scream And Shout, do Will.Sou.Eu com a Neydoca). Aprovamos e muito o visual toda poderosa de Brit e a bem bolada coreografia, que trouxe esse jeito pop que só ela sabe fazer. Ela acorrenta e chicoteia suas escravas Isaura, dança no deserto, faz aquela típica propaganda de seu perfume,  sensualiza nas paredes, promove sua casa de shows em Las Vegas (pois não tá fácil pra ninguém!) e até rola aquele strip básico. No entanto, em meio a tantas cenas conceituas – e que no final não querem dizer nada mesmo -, temos a grande jogada de luzes numa piscina em que ela está em cima de um suporte no centro rodeada por tubarões, o que cá entre nós foi genial pelas direções das câmeras – que deixaram todo essa forma artística ainda mais perto dos grandes shows de Las Vegas.

Então, vem cá trabalhar ver:



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Britney Spears, seus filhos e Smurfs em clipe de "Ooh La La"

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Olha Neyde aí, minha gente! Preparando seu 8º álbum de inéditas, a Princesa do Pop nos presenteou na tarde dessa quinta-feira (11/07) com o clipe para a música Ooh La La, lançada para promover o filme Os Smurfs 2 (Sony), e podemos dizer que está muito fofo, cheio de azulados do nariz grande e com os filhos da cantora, Sean e Jayden.

Não é nenhuma novidade que Britney somente propôs fazer parte da trilha sonora da animação – com uma música bem eletrocutada nas batidas e com alguns duplos sentidos, diga-se de passagem – por causa de seus filhos, que inusitadamente amam os Smurfs (muito mais a Smurfette). Com direção de Marc Klasfeld (Last Friday Night da Katópolis Perry), o vídeo não é nada muito diferente do que poderíamos esperar. Temos Neydinha e seus filhos no cinema comendo uma pipoquinha quando de repente ela é teletransportada para dentro da telona, onde enquanto os filhotes ficam só nos sorrisos e caretas (aprenderam com a mamãe, né!), nossa querida Neyde vai soltando os versos de Ooh La La em meios aos também queridos (só que não) Smurfs – dá até para ver alguns cenas inéditas do filme.

Vem cá ver o clipe (com a Senhorita Spears recitando o verso “Vagina Louca”, tirando as crianças do frente do PC, pfvr):


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Will.I.Am. conseguiu piorar o que já não estava bom em clipe de "Scream & Shout (Remix)"

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por Léo Balducci


Não há muito o que se falar quando o assunto é Will.I.Am, já que o rapper continua a fazer as mesmas farofas de sempre e dirigir seus clipes sem o menor sentido, prova disso é mais uma vez o clipe remix de "Scream & Shout". Praticamente usando os mesmos efeitos da versão original, o remix traz uns versos de rap introduzidos pelos rappers Waka Flocka, Lil’ Wayne e Diddy, o que causa ainda menor impacto da faixa nas rádios. E por mais que Britney Spears integra o time das vozes da canção, ela acaba perdendo todo o destaque e acaba como uma mera coadjuvante que parece ter se limitado aos outros efeitos atribuídos pelo Will.Sou.Eu.

As transições de cenas e a repetição de fundos e pessoas continua da mesma maneira e serve só para dar o ar da produção, que de futurista não tem nada. Nem o "It's Britney, Bitch" colocou qualquer sentido na música, muito pelo contrário, deixou ainda mais espaço para o Will colocar sua voz no meio de tudo com um ritmo bem mais lento do que um remix de peso deveria causar. Torna-se desnecessário lançar um clipe para um remix que não se pegou a realmente nada e mostra apenas os artistas fazendo caretas diante do rap ou mulheres rebolando e descendo até o chão atrás do Will. Ficou deprimente algo que já não era dos melhores!

 Dá uma olhada só no que Will.I.Am estragou dessa vez (isso porque é uma música dele):



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2013: O retorno das Divas!

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por Léo Balducci

Em meio às várias surpresas no mundo da música em 2012, esse ano teremos privilégio da promessa do retorno de grandes artistas no cenário pop, principalmente de mulheres. Felizmente ou infelizmente a maior parte dos cantores pop são mulheres e isso influencia e muito no comando do gênero musical, que atualmente (querendo ou não) é o que mais se destaca e ganha adeptos. Por conta disso, resolvemos selecionar as divas que já anunciaram o lançamento de um novo material e parecem estar vindo com tudo para dominar as paradas. Esse ano a disputa vai ser acirrada e o melhor (ou pior) é que todas tem a promessa de trazer músicas imperdíveis e até mesmo revolucionárias.

BEYONCÉ
A mãe de Blue Ivy Carter parece ser a diva com a maior influência de lançamento e isso não se deve somente aos fãs ou aos parceiros do álbum, mas também por que ela precisa trazer de novo seu som pop e R&B (coisa que o álbum experimental  “4” não trouxe muita confiança). O repertório sem dúvida deve ser impecável, afinal a cantora está se dedicando na produção há um bom tempo e conta com um time de produtores, compositores e parceiros de primeira. Temos Ne-Yo, Pharrell Williams, Azealia Banks, Justin Timberlake, Timbaland, The Dream e seu marido Jay-Z. Além disso, Bey irá se apresentar no intervalo do Super Bowl, a atração mais assistida da TV dos Estados Unidos, onde ela cantará seu novo single, que recebeu o título de “Touchdown” pela Billboard, e ainda reunir o Destiny’s Child para performar a faixa “Nucler”, inédita lançada na coletânea especial do ex-grupo. O evento acontece dia 3 de Fevereiro. Para completar, dia 16 de Fevereiro vai ai ar seu doecumentário especial feito pela HBO, intitulado "LIfe Is But A Dream”, trazendo depoimentos e cenas do cotidiano da diva do R&B. Esse ano é da Beyoncé? Bom, ainda veremos, pós temos muitas outras divas prontas para atrapalhar seus planos!

LADY GAGA
A cantora já deixou todos os seus “little monsters” extremamente ansiosos após o anúncio de um novo álbum repleto de surpresas e muita diversão. Na verdade, Gaga traz o “ARTPOP” como uma promessa de regressar aos ritmos e batidas do álbum “Fame”, porém nunca deixando de inovar em sons diferentes que possam cativar os ouvintes das rádios. A expectativa para o retorno da Nova Rainha do Pop é tanta que é considerado o segundo disco mais aguardado do ano. No entanto, talvez a maior motivação esteja no lançamento da continuação do clipe de “Telephone”, que segundo rumores, pode reunir Azealia Banks, Beyoncé e até Rihanna numa parceria épica. Para compor os sucessos, a estrela está trabalhando com RedOne, produtor responsável pelos hits “Poker Face” e “Bad Romance”, que revelou querer “fazer história” com o repertório. Uma revolução no pop? Por enquanto não dá para dizer, mas uma coisa é certa: muito eletro dançantes e versos pop devem animar a galera!

ADELE

É melhor as concorrentes se prepararem, pois Adele está voltando! Após o estouro da cantora britânica no mundo com o álbum “21”, fontes próximas afirmam que ela já tem planos de retornar aos estúdios em Fevereiro para começar a produção das músicas compostas durante o tempo em que descansou depois de ter um problema vocal e do nascimento de seu primeiro filho. Apesar de sabermos da capacidade incrível da diva de escrever faixas, ainda é muito cedo para dizermos se o novo disco irá bombar quanto seu antecessor, mas a música “Skyfall”, escrita por ela e pelo co-escritor de “Rolling In The Deep” para o filme “007 – Operação Skyfall”, pode ser uma boa prova disso. Só esperamos que ela tenha tido uma transição bem grande de amadurecimento para não dedicar um repertório inteiro novamente à apenas uma pessoa – em “21”, as canções são todas para um relacionamento amoroso perdido. O lançamento está previsto para o segundo semestre do ano!



KATY PERRY
Essa também é daquelas que mal podemos esperar para ouvir algo novo! Após lançar mais três músicas inéditas no relançamento do “Teenage Dream”, Katy resolveu tirar umas merecidas férias em meio ao fim de seu casamento com o ator Russell Brand. Mesmo sem termos muitas informações sobre o repertório, sabemos que ela tem visitado alguns estúdios de gravação para trabalhar em algumas músicas já compostas e começar a escrever outras. Um motivo para esperar um grande álbum é o fato de ela ter comentando que está escrevendo uma música ao lado de Sia Furler, compositora de “Diamonds” da Rihanna e voz por trás de “Titanium” e “She Wolf” com David Guetta. Além disso, a cantora também já havia anunciado que nesse novo disco pretende trazer um lado mais pessoal e ao mesmo sombrio, mas sem deixar de lado a diversão e alegria. Se vai ser melhor que TD, não temos como saber, mas que vai ser bom, isso a gente pode apostar!



BRITNEY SPEARS
Pelo jeito uma temporada julgando e sendo mentora de candidatos no “The X Factor” fez muito bem para a Princesa do Pop, que já está renovada e pronta para gravar um novo álbum. O fim de seu noivado com Jason Trawick também deve resultar numa canção presente no sucessor do “Femme Fatale”, que irá ter a produção de Dr. Luke e quem sabe até de parcerias inusitadas. Quem não adoraria ver a cantora em um dueto com Demi Lovato? Bom, seria incrível, porém o repertório do disco não deve se resumir apenas em batidas insistentes, mas também em letras bem mais concisas agora que ela está mais madura. Até são escassas as informações sobre novas músicas, entretanto espera-se que Brit resolva lançar um novo single ainda no primeiro semestre de 2013. “It’s Britney, Bitch!”



MILEY CYRUS
Não resta dúvidas de que a ex-“Hannah Montana” deixou de ser uma garotinha bem comportada, prova disse é o álbum “Can’t Be Tamed”, que trouxe uma Rainha Teen bem mais ousada, divertida e ‘abusadinha’. Na verdade, esse contexto de tentar tirar sua imagem de “boa moça” continua com seu novo álbum, ainda sem título definido, e promete trazer um repertório bem mais maduro ao mesmo tempo em que é sensual e comprometido com sua vida.  A noiva de Liam Hemsworth trabalhou com Pharrell Williams, provavelmente, em todas as músicas do novo disco e por isso ele é tão aguardado pelos fãs e por todos nós. Apesar da cantora e do produtor estarem bem animados na promessa de trazer faixas bem diferentes, não achamos que eles estão se referindo ao gênero pop, mas sim na letra e composição do material. Afinal, nós queremos a Miley bem pop e dançante com músicas induzidas por batidas de instrumentos e de balada. Talvez encontremos um pouco de suas raízes country em algumas composições, mas indícios nos dizem que no geral, o álbum tem um estilo bem Katy Perry misturado com Lady Gaga e Britney Spears. Outros rumores informam que ela tenha também trabalhando em parceria com Eminem e outros rappers, além de Dr. Luke – um indício de sua mudança de gravadora, denominando assim ser a Sony Music já que o produtor tem exclusividade para trabalhar apenas com artistas da empresa -, Hit-Boy e Tyler, The Creator. A espera era de um single no final do ano passado, mas como isso não aconteceu só nos resta esperar pelo novo material no 1º semestre de 2013!


DEMI LOVATO
A jurada da 2ª temporada do “The X Factor” continua a nos encantar com sua incrível voz, só que agora ela já começa a elaborar novas músicas! Apesar de termos apenas rumores referentes ao novo álbum da diva teen, eles são o suficiente para ficarmos animados, como um provável lançamento do novo single já em Fevereiro (dizem que a faixa se chama “Pieces Of a Heart”). Além disso, temos informações de que ela e Sia Furler teriam se encontrado para a composição de uma música, a cantora australiana havia comentando que estava com Demi assistindo filme. Tudo indica que Sia tenha vendido “Back To Life”, faixa descartada por Rihanna para o álbum “Unapologetic” (mas que já vazou na internet e é realmente muito boa). Outro fator primordial para ficarmos entusiasmados com o novo material é o fato da cantora já ter garantido que nesse álbum não fará uso de eletros “farofa”, mas sim de batidas instrumentais e arranjos mais agitados - sem ser muito pessoal como “Unbroken”, na verdade, podemos contar faixas mais de diversão e algumas românticas. Contagem regressiva para o novo single? Esperamos que sim!



SELENA GOMEZ
Essa é mais uma diva teen que tem amadurecido constantemente e parece estar pronta para lançar um material bem mais pessoal! Seu término de namoro com Justin Bieber com certeza deverá estar presente em alguma música ou verso de seu novo álbum, que tem single programado para chegar às rádios em Março. Para completar, Selena também está trabalhando novamente com a Rock Mafia, gravadora e produtora do hit “Love You Like A Love Song”, e supostos duetos com Taylor Swift e Miley Cyrus – já que ambas foram vistas no mesmo estúdio de gravação, onde Selena e Tay saíram para jantar logo após. Toby Gad é o responsável por co-escrever as músicas com a estrela, que tem planos de fazer faixas agitadas num pop mais eletro e romântico. Tudo indica que no repertório vamos ter o “My Dilemma 2.0”!


AVRIL LAVIGNE
A namorada do vocalista do Nickelback tem seu novo álbum todo administrado por LA Reid e promete trazer de novo a Avril punk-rock. Mesmo tendo pouquíssimas informações sobre o repertório do disco, sabemos que um possível primeiro single está agendado para sair em meados de Março (ou quem sabe até antes?!). Uma das informações essenciais que precisamos é que a Black Star está produzindo um som bem mais hard rock e indie, segundo o namorado Chad Kroeger. Esse abandono do pop pode fazer muito bem para a cantora canadense, que já apresentou um visual bem mais ousado, tendo em vista que poderá contribuir com sua conduta como artista. Mas nunca se sabe quanto o assunto é Avril e LA Reid, às vezes podemos ter uma música tanto pop, quanto rock e indie. É esperar na aposta!

MENÇÕES HONROSAS: Mariah Carey (esperamos que o álbum seja melhor que o single), Cher (voltando sempre com o seu girl-power purpurina), Rita Ora (com novas músicas para seu primeiro álbum no mercado americano, onde rumores apontam para uma parceria com Snoop Dogg), Paramore (mesmo sendo uma banda, tem a diva Hayley Williams, e prometem trazer um álbum bem mais pop e dançantes no estilo que a gente gosta), Jessie J (mesmo não sabendo quando ela realmente volta com novas músicas, 2013 é sempre uma boa aposta) e até Justin Timberlake (ele não é diva, mas merece destaque pela promessa de voltar ao cenário musical com tudo; ele é muso! Kkk).

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Review: Cheio de artifícios, clipe de "Scream and Shout" faz valer a parceria com Britney Spears

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por Léo Balducci

Nessa quarta feria (28/11), além dos típicos candidatos se apresentando na versão americana do “The X Factor” para tentar garantir um lugar na competição, tivemos a estreia exclusiva do videoclipe de “Scream And Shout”, parceria que Britney Spears fez para o novo álbum de Will.I.Am. Já sendo a segunda mais baixada no iTunes dos Estados Unidos, o single tem como objetivo revivenciar as boas lembranças que o líder do Black Eyed Peas tinha quando dominava as paradas. Por enquanto, está dando certo!

O clipe não se modificada ao que o cantor/rapper está acostumado a realizar, evidenciando ainda mais a multiplicação de ambientes – o que já está completamente desgastado – e visual robótico. Britney que o diga, já que nos primeiros versos tenta explorar seu grave, que por mais estranho que possa parecer, dá certo ânimo na música. O que realmente se destaca são os elementos visuais introduzidos durante as cenas em que os cantores aparecem, como as garrafas (de cerveja, conhaque, tanto faz) que se cruzam, quebrando-se.


O uso do “It's Britney, Bitch” antes da introdução da batida eletrônica é sem dúvida uma das melhores conduções que a música poderia ter. Nota-se também que várias câmeras são exibidas enquanto Britney e Will.I.Am fazem poses e começam a cantar, isso como forma de expressar a procura pela atenção aliado a tecnlogia. Apesar de o cenário principal ser virtual – mais utilizado o branco -, a visibilidade é de que estão numa balada, fazendo a relação efetiva com a letra da música: When your hear us in the club / You gotta turn the shit up. A utilização do ‘último’ carro lançado, do brilho de chover papeis dourados, as caixas de som e as bolas de clube são impostas mais uma vez para impor a tecnologia em tudo – além é claro do ar de convencimento, principalmente pelo carro. Ao final, a introdução retorna com Britney e vemos ele jogando uma rede numa estátua, representativa de uma mulher, enquanto somos direcionados para a cabeça lapidada.

Não há como negar que soa bem artificial, mas afinal é esse o gênero que Will.I.Am quer mostrar  ao mundo, usando sua tecnologia a favor de seus experimentos na música. Num contexto geral, o clipe tem sim sua expressão positiva, mas abusa – como sempre – no uso excessivo de cenários sem sentido e fundos com repetições. O que salvou tanto a música quanto a produção de mais um fiasco na carreira do produtor foi realmente a parceria com Britney!

***(3,5/5)
Música: Scream And Shout
Artista: will.i.am (feat. Britney Spears)
Gravadora: Interscope Records
Data de Lançamento: 28/11/2012
Direção: will.i.am
Duração: 4min 52s

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"The X Factor" é um bom pedido para quem gosta de talento e uma 'pitada' de drama

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por Léo Balducci


Assim como no Brasil, um dos gêneros que mais dão audiência nos Estados Unidos são sem dúvida os reality-shows. O fato de explorar a vida das pessoas aliado ao que buscam no programa atrai e muito uma audiência bem significativa para as emissoras. No entanto, não há como negar que os mais assistidos são aqueles que têm como objetivo conhecer o novo talento do país (ou não?!).

Atualmente, o formato que mais consegue reunir a família na sala é o “American Idol”, que recentemente sofreu uma mudança drástica na bancada de jurados. Exibido pela FOX geralmente no começo do ano, o reality registra uma excelente demo (número de pessoas entre 18 à 49 anos, considerado público-alvo, que estão sintonizados no canal) e assim, consequentemente, ótima procura de propagadas. Entretanto, o programa ainda disputa com o novato “The Voice”, que conta com Christina Aguilera e Adam Levine como jurados-mentores, e tem um formato totalmente diferente dos demais.

Apesar de não estar registrando a audiência esperada, um dos novos formatos que está chamando atenção é o “The X Factor”. Em sua primeira temporada, o reality conseguiu suprir com suas necessidades de indicar um vencedor, só que não foi o suficiente para reter um público de pessoas fiéis ao programa. No Reino Unido, o mesmo é recorde de demo e costuma bater qualquer atração que se atrever a duelar o horário. Tendo isso em vista, a FOX, também emissora do reality, decidiu dar mais uma chance.

Dessa vez, Simon Cowell, o conhecido jurado do “mal” das primeiras temporadas do “American Idol” e também produtor e criador do “The X Factor”, resolveu não brincar em serviço e remodelar toda a banca de jurados. Além dele, a segunda temporada, que está sendo exibida atualmente, conta com o produtor musical LA Reid e as cantoras Demi Lovato e Britney Spears, que veem demonstrando ter um senso de jurada muito apurado.

Especialmente focado na Princesa do Pop, Simon planejou todo um esquema para que ela fosse o destaque da temporada e conseguisse entreter todos ao mesmo tempo em que pudesse mostrar com ela é diante das câmeras, porém Lovato também acabou ganhando seu potinhos – que digamos ser muito maiores do que a de Spears – durante todo o processo de audição. Assumindo a liderança nos primeiros episódios, o reality acabou por cair e perder para séries como “The Big Bang Theory” e “Two And A Half Man” nas noites de quinta-feira.

Mesmo assim, “The X Factor” apresenta um modelo bem diferente de seus concorrentes ao exibir uma rápida edição enquanto tenta proporcionar ao público estar realmente na frente do novo ídolo da música norte-americana. Discordando dos números da demo, o reality tem uma química inacreditável entre os jurados, que mesmo defendendo seus candidatos ainda conseguem representar que o motivo de estar ali é apenas um: descobrir o talento que levará para casa os 5 milhões de dólares e gravará um disco com a gravadora. Além disso, é um ótimo entretenimento de escala muito superior por ter como meta escolher a pessoa ou grupo que tenha o potencial de ser uma estrela, ou seja, que tenha o tão chamado “fator X” que influenciará em sua continuidade no cenário da música. Um exemplo do sucesso do reality é a boy band One Direction, formada durante as audições da versão britânica.

O programa constitui na fase das audições, onde os jurados se locomovem até cidades principais de estados do país para que pessoas possam esbanjar seu talento. Desse modo, eles recebem um sim ou não simplório que vem junto com uma crítica – na maioria das vezes negativa por parte de Simon. Após os selecionados, a fase de Batalha começa, em que os candidatos são obrigados a disputarem entre si e em dupla por uma vaga no reality. Os que passarem então serão levados para a casa dos jurados, que ficam responsável por um time de candidatos em sorteio: Teens (Britney Spears), Young Adults (Demi Lovato), Over’s 25 (LA Reid) e Groups (Simon Cowell).

A partir daí, os jurados-mentores convidam seus parceiros de música para os acompanharem na decisão de escolher àqueles que voltam para casa. Feito isso, começa a fase de shows ao vivo, onde o mentor será primordial no momento de escolher o cenário, figurino e repertório junto com o candidato. Com isso, a eliminação é semanal e parte do voto do público. A grande final registra a disputa de dois candidatos. A finalidade é trazer a essência da música em conjunto com a identificação das pessoas.


Por isso e muito outros fatores, “The X Factor” merece destaque na televisão. Se você ainda não acompanha, saiba que ainda dá tempo de curtir as músicas, momentos e conhecer o novo artista da América.

"The X Factor" é uma produção da Fremantle Media em parceria com a Syco. Exibido toda quarta e quinta-feira pela FOX dos Estados Unidos, conta com os apresentadores Marco Lopez e Khloe Kardashian. No Brasil, o canal Sony é o responsável pela transmissão (não simultânea) toda terça e quarta-feira à partir das 22h.





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